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Bíblia de Estudo Online

Atos 7 Estudo: A Morte de Estevão

Atos 7 Estudo: A Morte de Estevão

Atos 7.1 – 50: Em sua defesa, Estevão começa a discorrer sobre a história dos israelitas desde Abraão e as promessas de Deus feitas a ele.

Ele vai mostrando o propósito de Deus em Israel ao longo do tempo como nação e a promessa do surgimento do Messias.

Neste ponto ele destaca a dureza do coração do povo no passado e no presente, e os acusa de assassinar a todos os mensageiros que Deus levantou para lhes anunciar sua vontade.

Atos 7.51 – 56: Durante sua pregação a glória de Deus vem sobre Estevão e ele vê os céus abertos. Nisto lhe são revelados o trono de Deus e Jesus Cristo está em pé a direita de Deus.

Atos 7.57 – 60: Diante das palavras de Estevão os judeus ficaram completamente escandalizados e ensandecidos. Eles acusaram Estevão de blasfêmia e começaram a apedrejá-lo.

A atitude de estevão diante do ato é a mesma do Senhor Jesus Cristo, ele suplica ao Senhor que perdoe aqueles que tiram sua vida. (Ver Atos 6 Estudo)

Atos 7.1 – 8: Estevão fala sobre Abraão

1 Então o sumo sacerdote perguntou a Estêvão: “São verdadeiras estas acusações?”

2 A isso ele respondeu: Irmãos e pais, ouçam-me! O Deus glorioso apareceu a Abraão, nosso pai, estando ele ainda na Mesopotâmia, antes de morar em Harã, e lhe disse:

3 “Saia da sua terra e do meio dos seus parentes e vá para a terra que eu lhe mostrarei”.

4 Então ele saiu da terra dos caldeus e se estabeleceu em Harã. Depois da morte de seu pai, Deus o trouxe a esta terra, onde vocês agora vivem.

5 Deus não lhe deu nenhuma herança aqui, nem mesmo o espaço de um pé. Mas lhe prometeu que ele e, depois dele, seus descendentes, possuiriam a terra, embora, naquele tempo, Abraão não tivesse filhos.

6 Deus lhe falou desta forma: “Seus descendentes serão peregrinos numa terra estrangeira, e serão escravizados e maltratados por quatrocentos anos.

7 Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos, e depois sairão dali e me adorarão neste lugar”.

8 E deu a Abraão a aliança da circuncisão. Por isso, Abraão gerou Isaque e o circuncidou oito dias depois do seu nascimento. Mais tarde, Isaque gerou Jacó, e este os doze patriarcas.

Atos 7.9 – 19: Estevão fala sobre José no Egito

9 Os patriarcas, tendo inveja de José, venderam-no como escravo para o Egito. Mas Deus estava com ele

10 e o libertou de todas as suas tribulações, dando a José favor e sabedoria diante do faraó, rei do Egito; este o tornou governador do Egito e de todo o seu palácio.

11 Depois houve fome em todo o Egito e em Canaã, trazendo grande sofrimento, e os nossos antepassados não encontravam alimento.

12 Ouvindo que havia trigo no Egito, Jacó enviou nossos antepassados em sua primeira viagem.

13 Na segunda viagem deles, José fez-se reconhecer por seus irmãos, e o faraó pôde conhecer a família de José.

14 Depois disso, José mandou buscar seu pai Jacó e toda a sua família, que eram setenta e cinco pessoas.

15 Então Jacó desceu ao Egito, onde faleceram ele e os nossos antepassados.

16 Seus corpos foram levados de volta a Siquém e colocados no túmulo que Abraão havia comprado ali dos filhos de Hamor, por certa quantia.

17 Ao se aproximar o tempo em que Deus cumpriria sua promessa a Abraão, aumentou muito o número do nosso povo no Egito.

18 Então outro rei, que nada sabia a respeito de José, passou a governar o Egito.

19 Ele agiu traiçoeiramente para com o nosso povo e oprimiu os nossos antepassados, obrigando-os a abandonar os seus recém-nascidos, para que não sobrevivessem.

Atos 7.20 – 29: O nascimento de Moisés

20 Naquele tempo nasceu Moisés, que era um menino extraordinário. Por três meses ele foi criado na casa de seu pai.

21 Quando foi abandonado, a filha do faraó o tomou e o criou como seu próprio filho.

22 Moisés foi educado em toda a sabedoria dos egípcios e veio a ser poderoso em palavras e obras.

23 Ao completar quarenta anos, Moisés decidiu visitar seus irmãos israelitas.

24 Ao ver um deles sendo maltratado por um egípcio, saiu em defesa do oprimido e o vingou, matando o egípcio.

25 Ele pensava que seus irmãos compreenderiam que Deus o estava usando para salvá-los, mas eles não o compreenderam.

26 No dia seguinte, Moisés dirigiu-se a dois israelitas que estavam brigando, e tentou reconciliá-los, dizendo: “Homens, vocês são irmãos; por que ferem um ao outro?”

27 Mas o homem que maltratava o outro empurrou Moisés e disse: “Quem o nomeou líder e juiz sobre nós?

28 Quer matar-me como matou o egípcio ontem?”

29 Ouvindo isso, Moisés fugiu para Midiã, onde ficou morando como estrangeiro e teve dois filhos.

Atos 7.30 – 37: A vocação de Moisés

30 Passados quarenta anos, apareceu a Moisés um anjo nas labaredas de uma sarça em chamas no deserto, perto do monte Sinai.

31 Vendo aquilo, ficou atônito. E, aproximando-se para observar, ouviu a voz do Senhor:

32 “Eu sou o Deus dos seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”. Moisés, tremendo de medo, não ousava olhar.

33 Então o Senhor lhe disse: “Tire as sandálias dos pés, porque o lugar em que você está é terra santa.

34 De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito. Ouvi seus gemidos e desci para livrá-lo. Venha agora, e eu o enviarei de volta ao Egito”.

35 Este é o mesmo Moisés que tinham rejeitado com estas palavras: “Quem o nomeou líder e juiz?” Ele foi enviado pelo próprio Deus para ser líder e libertador deles, por meio do anjo que lhe tinha aparecido na sarça.

36 Ele os tirou de lá, fazendo maravilhas e sinais no Egito, no mar Vermelho e no deserto durante quarenta anos.

37 Este é aquele Moisés que disse aos israelitas: “Deus lhes levantará dentre seus irmãos um profeta como eu”.

Atos 7.38 – 43: Estevão fala sobre a obstinação dos hebreus

38 Ele estava na congregação, no deserto, com o anjo que lhe falava no monte Sinai e com os nossos antepassados, e recebeu palavras vivas, para transmiti-las a nós.

39 Mas nossos antepassados se recusaram a obedecer-lhe; ao contrário, rejeitaram-no, e em seu coração voltaram para o Egito.

40 Disseram a Arão: “Faça para nós deuses que nos conduzam, pois a esse Moisés que nos tirou do Egito, não sabemos o que lhe aconteceu!”

41 Naquela ocasião fizeram um ídolo em forma de bezerro. Trouxeram-lhe sacrifícios e fizeram uma celebração em honra ao que suas mãos tinham feito.

42 Mas Deus afastou-se deles e os entregou à adoração dos astros, conforme o que foi escrito no livro dos profetas: “Foi a mim que vocês apresentaram sacrifícios e ofertas durante os quarenta anos no deserto, ó nação de Israel?

43 Ao invés disso, levantaram o santuário de Moloque e a estrela do seu deus Renfã, ídolos que vocês fizeram para adorar! Portanto, eu os enviarei para o exílio, para além da Babilônia”.

Atos 7.44 – 50: Estevão fala da aliança de Deus com Davi

44 No deserto os nossos antepassados tinham o tabernáculo da aliança, que fora feito segundo a ordem de Deus a Moisés, de acordo com o modelo que ele tinha visto.

45 Tendo recebido o tabernáculo, nossos antepassados o levaram, sob a liderança de Josué, quando tomaram a terra das nações que Deus expulsou de diante deles. Esse tabernáculo permaneceu nesta terra até a época de Davi,

46 que encontrou graça diante de Deus e pediu que ele lhe permitisse providenciar uma habitação para o Deus de Jacó.

47 Mas foi Salomão quem lhe construiu a casa.

48 Todavia, o Altíssimo não habita em casas feitas por homens. Como diz o profeta:

49 “O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? diz o Senhor, ou, onde seria meu lugar de descanso?

50 Não foram as minhas mãos que fizeram todas estas coisas?”

Atos 7.51 – 56: Estevão vê a glória de Deus

51 Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo!

52 Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos —

53 vocês, que receberam a Lei por intermédio de anjos, mas não lhe obedeceram.

54 Ouvindo isso, ficaram furiosos e rangeram os dentes contra ele.

55 Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus em pé, à direita de Deus,

56 e disse: “Vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé, à direita de Deus”.

Atos 7.57 – 60: Estevão é assassinado

57 Mas eles taparam os ouvidos e, dando fortes gritos, lançaram-se todos juntos contra ele,

58 arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo.

59 Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”.

60 Então caiu de joelhos e bradou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado”. E, tendo dito isso, adormeceu.

Sobre o autor | Website

Diego Nascimento é membro da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, estudante de Teologia e Administração. Seu amor por Jesus o inspirou a fundar esse site.

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