1 Samuel 3 Estudo: O Chamado de Samuel e o Silêncio de Deus

1 Samuel - Bíblia de Estudo Online

Você já se perguntou como seria ouvir a voz de Deus em um mundo mergulhado no silêncio espiritual? 1 Samuel 3 nos transporta para uma época em que “raramente o Senhor falava, e as visões não eram frequentes” (1 Samuel 3:1, NVI). Era um tempo de trevas espirituais, marcado pela corrupção no sacerdócio e pelo afastamento de Deus por parte de Israel. No entanto, em meio a esse cenário sombrio, algo extraordinário acontece: Deus decide falar novamente, e Ele escolhe fazer isso através de alguém inesperado — um menino chamado Samuel.

Este capítulo não é apenas uma narrativa emocionante sobre o chamado de Samuel, mas também um convite para refletirmos sobre como Deus pode quebrar o silêncio em nossas vidas. Por que Ele escolhe falar em certos momentos? Como podemos estar preparados para ouvir a Sua voz? E o mais importante: estamos dispostos a dizer, como Samuel, “Fala, pois o teu servo está ouvindo” (1 Samuel 3:10, NVI)?

Ao longo deste estudo, exploraremos como Deus age em tempos de silêncio, o papel de Samuel como intermediário da Palavra divina e as lições práticas que esse capítulo traz para quem deseja viver uma vida em sintonia com a vontade do Senhor. Se você já sentiu que Deus estava distante ou que Sua voz parecia inaudível, este texto irá ajudá-lo a compreender como Ele pode estar trabalhando silenciosamente para revelar algo extraordinário.

Vamos mergulhar juntos nessa história e descobrir o que 1 Samuel 3 tem a nos ensinar sobre ouvir, obedecer e ser transformado pela voz de Deus.

Esboço de 1 Samuel 3 (1Sm 3)

I. O Silêncio de Deus e a Raridade das Visões (1Sm 3:1)
A. Um tempo de escassez espiritual
B. A busca pela intimidade com Deus em tempos de silêncio

II. A Lâmpada que Ainda Não se Apagou (1Sm 3:3)
A. A simbologia da lâmpada acesa
B. A presença contínua de Deus em meio às trevas

III. Deus Chama os Dispostos, Não os Perfeitos (1Sm 3:4-10)
A. O chamado de Samuel
B. O aprendizado em discernir a voz de Deus

IV. A Responsabilidade de Confrontar o Pecado (1Sm 3:11-14)
A. A mensagem dura para Eli
B. A coragem necessária para falar a verdade

V. Crescendo Sob o Favor de Deus (1Sm 3:19-21)
A. A confirmação do chamado de Samuel
B. O impacto de uma vida consagrada

VI. A Relação Entre Mentor e Discípulo (1Sm 3:8-9, 17-18)
A. Eli como guia espiritual para Samuel
B. O papel do mentor em tempos de crescimento espiritual

VII. Reconhecendo o Senhorio de Deus (1Sm 3:18)
A. A submissão de Eli à soberania divina
B. Confiando em Deus mesmo em situações difíceis

VIII. Quando Deus Usa os Jovens (1Sm 3:19-21)
A. Samuel como exemplo de liderança jovem
B. Encorajando os jovens a responderem ao chamado de Deus

Estudo de 1 Samuel 3 em vídeo

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I. O Silêncio de Deus e a Raridade das Visões (1Sm 3:1)

Em 1 Samuel 3:1, o texto destaca que “naqueles dias raramente o Senhor falava, e as visões não eram frequentes”. Este versículo nos transporta para um tempo de escassez espiritual em Israel. A corrupção no sacerdócio, personificada nos filhos de Eli, havia afastado o povo da presença de Deus. Esse cenário revela como o pecado pode silenciar a comunicação divina, criando um vazio espiritual.

No entanto, mesmo em tempos de silêncio, Deus não abandona Seu povo. A escassez de visões não era um sinal de que Ele havia desistido, mas sim uma preparação para algo novo. Em momentos como esse, Deus busca corações dispostos a ouvir e obedecer. Isso nos lembra de Amós 8:11, onde o Senhor fala de uma fome pela Sua Palavra, não de pão ou água, mas da verdade divina.

Essa situação nos desafia a refletir sobre nossa própria caminhada espiritual. Será que estamos vivendo tempos de silêncio porque nos afastamos de Deus ou porque Ele está preparando algo grandioso? Assim como Samuel foi escolhido para romper esse silêncio, também somos chamados a criar um ambiente onde Deus se sinta bem-vindo para falar conosco.

A busca pela intimidade com Deus é essencial. Em Jeremias 29:13, lemos: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração”. Essa promessa nos encoraja a perseverar, mesmo quando parece que Deus está distante. O silêncio não é ausência; é uma oportunidade para aprofundar nossa fé e preparar nosso coração para ouvir Sua voz.

Portanto, em tempos de escassez espiritual, nossa resposta deve ser a busca fervorosa por Deus. Assim como Samuel, podemos nos posicionar no templo de nossas vidas, atentos ao momento em que o Senhor decidirá romper o silêncio.

II. A Lâmpada que Ainda Não se Apagou (1Sm 3:3)

Em 1 Samuel 3:3, o texto nos diz que “a lâmpada de Deus ainda não havia se apagado”. Esse detalhe simbólico carrega um significado profundo. A lâmpada, que permanecia acesa no santuário, era um reflexo da presença de Deus, mesmo em meio à corrupção e escuridão espiritual de Israel. Isso nos lembra que, mesmo quando tudo parece perdido, o propósito de Deus continua vivo.

A lâmpada acesa aponta para a fidelidade de Deus em meio à infidelidade humana. Embora o sacerdócio de Eli estivesse comprometido, Deus já estava preparando um novo líder em Samuel. Esse versículo nos encoraja a confiar que Deus nunca abandona Seu povo, mesmo quando o pecado parece prevalecer. Em João 1:5, lemos: “A luz brilha nas trevas, e as trevas não a derrotaram”. Essa verdade permanece inabalável em todas as épocas.

Além disso, a lâmpada representa esperança. A presença de Deus ainda estava no santuário, e Ele estava prestes a agir. Essa imagem nos lembra que, mesmo quando tudo parece escuro, Deus está trabalhando nos bastidores. Em Romanos 8:28, Paulo afirma: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”.

Para nós, a aplicação é clara: nunca devemos perder a esperança, mesmo em tempos de adversidade. Assim como a lâmpada no templo ainda brilhava, a presença de Deus continua acesa em nossas vidas. Devemos nos lembrar de que, enquanto houver uma centelha de fé, Deus pode realizar grandes coisas. Portanto, mantenha sua lâmpada acesa com oração, leitura da Palavra e obediência, confiando que Deus sempre age no Seu tempo perfeito.

III. Deus Chama os Dispostos, Não os Perfeitos (1Sm 3:4-10)

Em 1 Samuel 3:4-10, vemos um momento extraordinário: Deus rompe o silêncio e chama Samuel. A narrativa destaca que Samuel, ainda jovem e sem experiência espiritual, confundiu a voz de Deus com a de Eli. Isso nos mostra que Deus não espera perfeição ou conhecimento pleno para nos chamar, mas um coração disposto a ouvir e obedecer.

O texto enfatiza que “Samuel ainda não conhecia o Senhor” (1Sm 3:7), porque a palavra de Deus ainda não havia sido revelada a ele. Mesmo assim, Deus o escolheu para uma missão importante. Isso nos lembra de 1 Coríntios 1:27, que diz: “Deus escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes”. A escolha de Samuel demonstra que Deus valoriza a disposição acima de nossas qualificações ou habilidades.

A orientação de Eli também é essencial aqui. Embora Eli tenha falhado em outras áreas, ele soube reconhecer que era Deus quem estava chamando Samuel e o instruiu a dizer: “Fala, Senhor, pois o teu servo está ouvindo” (1Sm 3:9). Essa instrução nos ensina que mentores espirituais têm um papel crucial em ajudar outros a discernir e responder ao chamado de Deus.

Esse episódio nos desafia a refletir: estamos atentos à voz de Deus? Frequentemente, Ele nos chama em momentos comuns, no silêncio ou em nossa rotina. Em Isaías 6:8, o profeta responde: “Eis-me aqui. Envia-me!”. Essa prontidão deve ser a nossa atitude.

Portanto, a história de Samuel nos encoraja a desenvolver um coração sensível e disposto a obedecer, mesmo quando não compreendemos tudo plenamente. Deus não procura perfeição, mas submissão. Quando respondemos ao Seu chamado com um simples “Fala, Senhor”, abrimos a porta para Ele realizar grandes coisas através de nós.

IV. A Responsabilidade de Confrontar o Pecado (1Sm 3:11-14)

Em 1 Samuel 3:11-14, Deus confia a Samuel uma mensagem difícil: o julgamento contra a casa de Eli. O Senhor declara que vai “realizar em Israel algo que fará tinir os ouvidos de todos os que ficarem sabendo” (1Sm 3:11). Essa mensagem severa destaca a responsabilidade daqueles que ouvem a voz de Deus.

A razão para o julgamento é clara: Eli sabia dos pecados de seus filhos, mas não os repreendeu. Como líderes espirituais, temos a responsabilidade de confrontar o pecado com amor e verdade. Em Ezequiel 33:6, lemos que o sentinela que não avisa sobre o perigo será responsabilizado. Eli falhou nesse papel, e as consequências seriam irreversíveis.

Samuel, mesmo jovem, foi chamado para ser o portador dessa dura mensagem. Isso nos ensina que o chamado de Deus frequentemente nos leva a situações desafiadoras. Confrontar o pecado nunca é fácil, mas é uma demonstração de fidelidade a Deus. Em Gálatas 6:1, Paulo nos exorta: “Se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão”.

A coragem de Samuel em compartilhar essa mensagem nos desafia a sermos fiéis à verdade, mesmo quando ela é desconfortável. A verdade de Deus não é negociável, e nossa obediência a Ele deve superar nosso medo das reações humanas. Jesus nos lembra em Mateus 10:28: “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma”.

Portanto, aprendemos que a responsabilidade de confrontar o pecado é uma demonstração de amor e obediência. Quando somos fiéis em comunicar a verdade, honramos a Deus e nos tornamos instrumentos para a restauração de outros. Como Samuel, devemos nos posicionar corajosamente e deixar Deus cuidar dos resultados.

V. Crescendo Sob o Favor de Deus (1Sm 3:19-21)

Em 1 Samuel 3:19-21, vemos a transição de Samuel de um menino chamado por Deus para um profeta reconhecido por toda a nação de Israel. O texto afirma que “o Senhor estava com Samuel enquanto este crescia, e fazia com que todas as suas palavras se cumprissem” (1Sm 3:19). Isso demonstra que o favor de Deus repousava sobre ele, confirmando seu chamado.

A frase “o Senhor estava com Samuel” é significativa. Ela indica que o sucesso de Samuel não vinha de sua habilidade natural, mas da presença constante de Deus em sua vida. Isso nos lembra de Josué 1:9, onde Deus promete estar com Josué em todos os momentos. A presença de Deus é o maior recurso para aqueles que Ele chama.

O texto também destaca que “todo o Israel, de Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do Senhor” (1Sm 3:20). Essa afirmação ressalta que o impacto de Samuel foi amplo e duradouro, validado não apenas por palavras, mas pela confirmação divina. Deus “não deixou nenhuma de suas palavras cair no chão” (1Sm 3:19), mostrando que a fidelidade de Samuel resultava em ministério eficaz.

A aplicação aqui é clara: quando vivemos em obediência e intimidade com Deus, Ele confirma nosso chamado e nos capacita a sermos eficazes em nossa missão. Em João 15:5, Jesus nos lembra: “Sem mim vocês não podem fazer nada”. Assim, nosso sucesso espiritual depende de permanecermos conectados à videira, que é Cristo.

Portanto, a vida de Samuel nos ensina que crescer sob o favor de Deus exige obediência, fidelidade e dependência Dele. Quando nos submetemos ao Senhor, Ele nos transforma em instrumentos poderosos para Sua glória. Que busquemos essa mesma postura em nossa caminhada cristã.

VI. A Relação Entre Mentor e Discípulo (1Sm 3:8-9, 17-18)

Em 1 Samuel 3:8-9, a relação entre Eli e Samuel se destaca. Embora Eli tenha falhado como líder ao não corrigir os pecados de seus filhos, ele teve um papel crucial na formação espiritual de Samuel. Quando o jovem ouviu a voz de Deus, foi Eli quem o orientou a discernir que era o Senhor falando. Ele disse: “Vá e deite-se; se ele chamá-lo, diga: ‘Fala, Senhor, pois o teu servo está ouvindo’” (1Sm 3:9). Esse conselho simples mudou o rumo da história de Samuel.

Mesmo em sua fragilidade, Eli desempenhou o papel de mentor. Isso nos lembra que Deus pode usar imperfeições humanas para guiar outros em Seus caminhos. A relação entre mentor e discípulo é uma das maneiras pelas quais Deus trabalha para preparar futuros líderes. Em Provérbios 27:17, lemos: “Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro”. Essa relação de ensino e aprendizado é essencial para o crescimento espiritual.

Mais tarde, em 1 Samuel 3:17-18, Eli insiste para que Samuel não esconda nada do que Deus lhe revelou. Ele diz: “Deus o castigue, e o faça com muita severidade, se você esconder de mim qualquer coisa que ele lhe falou” (1Sm 3:17). A resposta de Samuel, ao contar tudo sem omitir nada, mostra como a orientação inicial de Eli ajudou Samuel a desenvolver coragem e fidelidade à Palavra de Deus.

Para nós, essa relação entre Eli e Samuel nos ensina duas lições. Primeiramente, como mentores, devemos estar dispostos a orientar e apoiar os que estão começando na fé, mesmo quando reconhecemos nossas próprias falhas. Segundo, como discípulos, devemos ser receptivos à orientação de outros, sabendo que Deus usa pessoas para nos moldar. Em 2 Timóteo 2:2, Paulo instrui: “E as coisas que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas confie a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros”. Essa é a essência de uma mentoria espiritual eficaz.

Portanto, a relação entre Eli e Samuel nos desafia a buscar tanto ser mentores quanto ser discípulos. Cada um de nós tem algo a aprender e a ensinar, e, quando nos posicionamos nesse ciclo de crescimento espiritual, Deus realiza grandes coisas em nós e através de nós.

VII. Reconhecendo o Senhorio de Deus (1Sm 3:18)

Em 1 Samuel 3:18, vemos uma declaração notável de submissão por parte de Eli. Após ouvir de Samuel o juízo que Deus havia pronunciado contra sua casa, Eli responde: “Ele é o Senhor; que faça o que lhe parecer melhor”. Essa declaração revela um coração que, mesmo diante de uma mensagem dura, reconhece a soberania de Deus.

Essa atitude de Eli nos ensina que a submissão ao senhorio de Deus nem sempre é fácil, especialmente quando enfrentamos consequências de erros passados. Contudo, reconhecer que Deus é justo e soberano é essencial para crescer espiritualmente. Em Salmos 115:3, lemos: “O nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada”. Essa verdade nos lembra que Deus sempre age de acordo com Sua vontade perfeita.

Eli havia falhado em corrigir seus filhos e sabia que o julgamento era justo. Sua resposta, porém, não foi de revolta, mas de aceitação. Esse reconhecimento nos desafia a confiar em Deus mesmo em meio a circunstâncias difíceis. Em Romanos 8:28, Paulo afirma: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam”. Essa confiança é fundamental quando enfrentamos tempos de provação.

Para nós, o exemplo de Eli nos ensina a aceitar a vontade de Deus com humildade. Reconhecer Seu senhorio não significa ignorar nossas responsabilidades, mas confiar que Ele tem o controle. Essa confiança nos ajuda a enfrentar adversidades com paz, sabendo que o plano de Deus é sempre o melhor, mesmo quando não conseguimos entendê-lo plenamente. Em Provérbios 3:5-6, somos instruídos: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.

Assim, a submissão de Eli nos lembra que Deus é soberano, justo e digno de nossa confiança em todas as circunstâncias. Que possamos aprender a descansar em Sua vontade, declarando com convicção: “Ele é o Senhor”.

VIII. Quando Deus Usa os Jovens (1Sm 3:19-21)

Em 1 Samuel 3:19-21, testemunhamos o início do ministério de Samuel como profeta do Senhor. O texto afirma que “o Senhor estava com Samuel enquanto este crescia, e fazia com que todas as suas palavras se cumprissem” (1Sm 3:19). Isso mostra como Deus pode usar pessoas jovens para cumprir Seus propósitos.

Samuel era apenas um menino quando foi chamado, mas sua obediência e fidelidade permitiram que Deus o preparasse para liderar Israel. Sua história ecoa o que Paulo diz a Timóteo em 1 Timóteo 4:12: “Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza”. A idade não limita o que Deus pode fazer através de alguém que se submete à Sua vontade.

Além disso, o texto destaca que “todo o Israel, de Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do Senhor” (1Sm 3:20). Isso demonstra que, quando Deus chama e capacita alguém, o fruto de seu ministério se torna evidente para todos. A fidelidade de Samuel à Palavra de Deus foi a marca de seu ministério, e Deus o honrou por isso.

Para nós, a vida de Samuel é um lembrete de que Deus pode usar qualquer pessoa, independentemente da idade ou experiência. O que importa é a disposição em obedecer e ser fiel. Em Jeremias 1:7, Deus diz ao profeta: “Não diga que é muito jovem. A todos a quem eu o enviar, você irá, e dirá tudo o que eu lhe ordenar”. Essa mesma promessa se aplica a todos que se colocam à disposição do Senhor.

Portanto, a história de Samuel nos encoraja a nunca subestimar o que Deus pode fazer através de jovens ou de pessoas inexperientes. Quando vivemos em obediência e buscamos a Sua presença, Ele nos capacita para sermos instrumentos de transformação. Que possamos, como Samuel, crescer sob o favor de Deus e impactar o mundo ao nosso redor com a fidelidade à Sua Palavra.

Reflexão: Ouvir a Voz de Deus em Meio ao Silêncio

O capítulo 3 de 1 Samuel nos convida a refletir sobre a importância de estarmos atentos à voz de Deus, especialmente em tempos de silêncio espiritual. Assim como naquela época, vivemos em um mundo onde as distrações podem abafar o chamado divino. No entanto, mesmo quando Deus parece distante, Ele continua ativo, preparando momentos de transformação.

Samuel era jovem e inexperiente, mas Deus o chamou. Isso nos ensina que a idade ou a falta de experiência não limitam a atuação de Deus em nossas vidas. Ele busca corações disponíveis, prontos para ouvir e obedecer. Essa disponibilidade foi o que fez de Samuel um canal poderoso para a voz divina em Israel.

O silêncio de Deus pode nos parecer desafiador, mas também é uma oportunidade de crescimento. Durante esses períodos, podemos aprofundar nossa fé, fortalecer nossa confiança e nos posicionar para ouvir quando Ele falar. Assim como Samuel foi orientado por Eli, precisamos de guias espirituais que nos ajudem a discernir o chamado de Deus.

A história de Samuel também nos lembra que, quando Deus fala, Ele espera obediência. Samuel enfrentou o desafio de compartilhar uma mensagem difícil com Eli, mas foi fiel. Isso nos desafia a sermos corajosos e comprometidos com a verdade, mesmo quando ela é desconfortável.

Nos dias de hoje, Deus ainda chama pessoas para serem Suas vozes em um mundo carente de direção. Que possamos responder como Samuel: “Fala, Senhor, pois o teu servo está ouvindo”. Estar atento à voz de Deus é o primeiro passo para uma vida guiada por Ele.

3 Motivos de Oração em 1 Samuel 3

  1. Ore para que Deus abra seus ouvidos espirituais e o ajude a discernir Sua voz em meio às distrações diárias.
  2. Peça coragem para obedecer ao chamado de Deus, mesmo quando Ele o levar a situações desafiadoras.
  3. Interceda por mentores espirituais que possam guiá-lo e ajudá-lo a crescer em intimidade com o Senhor.

Rute 4 Estudo: Um Vislumbre do Plano de Deus para a Salvação

Rute - Bíblia de Estudo Online

Rute 4 é um emocionante clímax para a história desta viúva moabita que escolheu seguir sua sogra, Naomi, a Judá. Este capítulo começa com Boaz subindo até o portão da cidade de Belém para resolver um assunto de negócios, onde encontra o parente mais próximo de Elimeleque, o qual teria o direito de resgatar a terra de Elimeleque, que Naomi estava vendendo.

A narrativa, então, descreve uma série de transações legais que culminam com a recompensa final para a fidelidade e a confiança em Deus.

A história de Rute tem sido lembrada por séculos por causa de seu exemplo de coragem, bondade e amor sacrificial, e a conclusão deste capítulo mostra como Deus pode recompensar e abençoar aqueles que confiam nele.

Este capítulo é uma história de redenção, não apenas para Rute e Naomi, mas para toda a humanidade, pois sua genealogia é traçada até Jesus Cristo.

Esboço de Rute 4

I. A negociação legal de Boaz (Rute 4:1-6)
A. Boaz vai ao portão da cidade e encontra o parente mais próximo de Elimeleque
B. Boaz convoca os anciãos de Belém como testemunhas
C. Boaz explica a situação da venda da terra de Elimeleque e o direito de resgate
D. O parente mais próximo recusa o resgate depois de saber que ele teria que se casar com Rute

II. A conclusão da transação de Boaz (Rute 4:7-12)
A. Boaz finaliza a transação legal para resgatar a terra e se casar com Rute
B. Os anciãos abençoam Boaz
C. Boaz e Rute são abençoados com a concepção de um filho

III. A bênção de Deus sobre Naomi (Rute 4:13-17)
A. As mulheres de Belém louvam a Deus pela bênção recebida por Naomi
B. A vida de Naomi é renovada com a chegada do neto
C. O nascimento do filho de Rute é uma recompensa pelo seu compromisso com Naomi

IV. A genealogia de Perez (Rute 4:18-22)
A. A linhagem de Perez é traçada até Davi
B. A história de Rute é um exemplo da providência de Deus em trazer a linhagem de Davi

V. Conclusão
A. A história de Rute é uma história de redenção e fidelidade
B. A história de Rute aponta para a provisão e cuidado de Deus em todas as circunstâncias da vida.

Estudo de Rute 4 em vídeo

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I. A negociação legal de Boaz (Rute 4:1-6)

Enquanto isso, Boaz subiu à porta da cidade e sentou-se ali exatamente quando o resgatador que ele havia mencionado estava passando por ali. Boaz chamou-lhe e disse: “Meu amigo, venha cá e sente-se”. Ele foi e sentou-se. Boaz reuniu dez líderes da cidade e disse: “Sentem-se aqui”. E eles se sentaram. Depois disse ao resgatador: “Noemi, que voltou de Moabe, está vendendo o pedaço de terra que pertencia ao nosso irmão Elimeleque. Pensei que devia trazer o assunto para a sua consideração e sugerir-lhe que o adquira, na presença destes que aqui estão sentados e na presença dos líderes do meu povo. Se quer resgatar esta propriedade, resgate-a. Se não, diga-me, para que eu o saiba. Pois ninguém tem esse direito, a não ser você; e depois eu”. “Eu a resgatarei”, respondeu ele. Boaz, porém, lhe disse: “No dia em que você adquirir as terras de Noemi e da moabita Rute, estará adquirindo também a viúva do falecido, para manter o nome dele em sua herança”. Diante disso, o resgatador respondeu: “Nesse caso não poderei resgatá-la, pois poria em risco a minha propriedade. Resgate-a você mesmo. Eu não poderei fazê-lo!” (Rute 4:1-6)

Rute 4:1-6 apresenta a negociação legal de Boaz com o parente mais próximo de Elimeleque para a compra da terra da família e a oferta do resgate para se casar com Rute. Esta passagem é um exemplo da lei do resgate e do papel do parente mais próximo como redentor.

A lei do resgate, descrita em Levítico 25:23-28, permitia que os parentes mais próximos redimissem a terra de um parente que a vendeu por necessidade. O parente mais próximo tinha o direito de resgate, mas se ele não pudesse ou não quisesse resgatar, o próximo parente teria essa oportunidade. Aqui, Boaz respeitou essa lei e ofereceu ao parente mais próximo a oportunidade de resgatar a terra de Elimeleque.

A posição de redentor era um papel importante na cultura judaica. Era uma obrigação moral e legal do parente mais próximo para resgatar a propriedade e a linhagem de sua família. Em Rute 4:1-6, o parente mais próximo recusou o resgate, provavelmente porque temia prejudicar a sua própria herança. Essa recusa permitiu que Boaz, que estava disposto a assumir essa responsabilidade, pudesse tornar-se o redentor de Rute e da família de Elimeleque.

Esta passagem também aponta para o papel de Jesus Cristo como nosso Redentor. Como o parente mais próximo, Jesus veio ao mundo para resgatar a humanidade e tornar-se nosso Redentor. Ele pagou o preço pelos nossos pecados, resgatando-nos da escravidão do pecado e da morte (Efésios 1:7; Colossenses 1:13-14). Jesus nos resgata e nos restaura para a família de Deus e nos dá uma herança eterna.

Em resumo, Rute 4:1-6 apresenta a lei do resgate e o papel do parente mais próximo como redentor. Esta passagem aponta para o papel de Jesus Cristo como nosso Redentor e como Ele nos resgata e restaura para a família de Deus. É uma lembrança de que a nossa salvação não depende do nosso próprio esforço, mas da graça de Deus e do sacrifício de Jesus na cruz.

II. A conclusão da transação de Boaz (Rute 4:7-12)

( Antigamente, em Israel, para que o resgate e a transferência de propriedade fossem válidos, a pessoa tirava a sandália e a dava ao outro. Assim oficializavam os negócios em Israel. )
Quando, pois, o resgatador disse a Boaz: “Adquira-a você mesmo! “, ele também tirou a sandália. Então Boaz anunciou aos líderes e a todo o povo ali presente: “Vocês hoje são testemunhas de que estou adquirindo de Noemi toda a propriedade de Elimeleque, de Quiliom e de Malom. Também estou adquirindo o direito de ter como mulher a moabita Rute, viúva de Malom, para manter o nome do falecido sobre a sua herança e para que o seu nome não desapareça do meio da sua família ou dos registros da cidade. Vocês hoje são testemunhas disso! ” Os líderes e todos os que estavam na porta confirmaram: “Somos testemunhas! Faça o Senhor com essa mulher que está entrando em sua família, como fez com Raquel e Lia, que juntas formaram as tribos de Israel. Seja poderoso em Efrata e ganhe fama em Belém!
E com os filhos que o Senhor lhe conceder dessa jovem, seja a sua família como a de Perez, que Tamar deu a Judá! ” (Rute 4:7-12)

O capítulo 4 de Rute é uma conclusão brilhante para a história de redenção de Deus que começou no capítulo 1. Através da vida de Rute, Deus demonstra sua graça e bondade ao cuidar dos pobres e necessitados, e ao garantir que a linha real de Judá continue através de Davi e, finalmente, através de Jesus Cristo.

No versículo 7, a transação de resgate é concluída de uma forma muito significativa. Em vez de assinar um documento ou fazer um juramento verbal, a troca de sandálias é usada como um símbolo para indicar que o resgate foi concluído. O resgatador mais próximo renuncia ao seu direito de resgate sobre a terra e sobre Rute. Isso dá a Boaz a oportunidade de se tornar o resgatador, garantindo assim que a terra permaneça na família de Elimeleque e que a linha de Judá continue.

Em um sentido maior, esta transação de resgate é um prenúncio da obra redentora de Jesus Cristo. Assim como Boaz se tornou o resgatador de Rute e garantiu sua posição na família de Judá, Jesus Cristo se tornou nosso resgatador e garantiu nossa posição como filhos e filhas adotivos de Deus (Romanos 8:15-17). Assim como Boaz pagou um preço pela redenção de Rute e da terra, Jesus Cristo pagou um preço muito maior pela nossa redenção, seu próprio sangue (1 Pedro 1:18-19).

No versículo 9, Boaz convoca as testemunhas para testemunhar a transação de resgate. Isso garante que a transação seja legal e justa. A presença das testemunhas também garante que o acordo seja lembrado e respeitado pelas gerações futuras. Isso reflete a importância da testemunha na lei judaica e na lei de Deus (Deuteronômio 19:15).

No versículo 10, Boaz toma posse da terra e de Rute. Isso garante que a terra permaneça na família de Elimeleque e que a linha de Judá continue. Também garante que Rute seja protegida e cuidada. Isso reflete a responsabilidade do resgatador na lei judaica de proteger e cuidar da viúva e do órfão (Deuteronômio 24:17-22).

No versículo 11, as testemunhas abençoam Boaz e oram para que Deus conceda a ele uma esposa fértil e descendência abundante. Isso reflete a importância da descendência na cultura judaica e na promessa de Deus a Abraão de que sua descendência seria tão numerosa quanto as estrelas do céu (Gênesis 15:5).

No versículo 12, as testemunhas oram para que a descendência de Boaz seja ilustre e honrada em Israel. Eles mencionam Perez, o filho de Judá, que foi o antepassado de Boaz. Isso mostra que a redenção de Rute está enraizada na história e na genealogia de Israel. Também aponta para a importância da genealogia na história da salvação da humanidade.

III. A bênção de Deus sobre Naomi (Rute 4:13-17)

Boaz casou-se com Rute, e ela se tornou sua mulher. Boaz a possuiu, e o Senhor concedeu que ela engravidasse e desse à luz um filho. As mulheres disseram a Noemi: “Louvado seja o Senhor, que hoje não a deixou sem resgatador! Que o seu nome seja celebrado em Israel! O menino lhe dará nova vida e a sustentará na velhice, pois é filho da sua nora, que a ama e que lhe é melhor do que sete filhos! ” Noemi pôs o menino no colo, e passou a cuidar dele. As mulheres da vizinhança celebraram o seu nome e disseram: “Noemi tem um filho! ” e lhe deram o nome de Obede. Este foi o pai de Jessé, pai de Davi. (Rute 4:13-17)

Rute 4:13-17 narra o cumprimento da promessa divina de uma redenção plena para Rute e Naomi, que estavam em uma situação de grande sofrimento e desespero. A partir deste trecho, podemos extrair ensinamentos teológicos preciosos.

Em primeiro lugar, podemos observar a fidelidade de Deus em cumprir suas promessas. Rute e Naomi foram recompensadas por sua fé e perseverança, e receberam uma bênção que excedeu todas as suas expectativas. Deus demonstrou mais uma vez que sua graça é suficiente para suprir todas as necessidades de seus filhos, mesmo em meio às circunstâncias mais adversas.

Além disso, podemos ver o papel de Boaz como um tipo de Cristo, o nosso Redentor. Assim como Boaz pagou o preço para resgatar Rute e trazer restauração para sua vida, Jesus pagou o preço pela nossa redenção, nos libertando do poder do pecado e da morte e trazendo-nos para a vida abundante em comunhão com Deus.

Outro ensinamento importante é a importância do compromisso com a família e a comunidade. Boaz assumiu a responsabilidade de cuidar de Naomi e Rute como se fossem sua própria família, e foi abençoado por sua generosidade e compaixão. Isso nos lembra que, como cristãos, temos a responsabilidade de cuidar uns dos outros e de sermos agentes de transformação em nossas comunidades, agindo com justiça e amor.

Por fim, podemos ver a importância da perseverança e da fé mesmo em meio às situações mais difíceis. Rute e Naomi passaram por momentos de grande dor e incerteza, mas nunca perderam a fé em Deus e em sua providência. Ao permanecerem firmes em sua confiança no Senhor, elas experimentaram a bênção da redenção plena e da restauração de suas vidas. Que possamos aprender com o exemplo de Rute e Naomi e buscar sempre confiar no Senhor em todas as circunstâncias.

IV. A genealogia de Perez (Rute 4:18-22)

Esta é a história da descendência de Perez: Perez gerou Hezrom; Hezrom gerou Rão; Rão gerou Aminadabe;
Aminadabe gerou Naassom; Naassom gerou Salmom; Salmom gerou Boaz; Boaz gerou Obede; Obede gerou Jessé; e Jessé gerou Davi.

Rute 4:18-22

O capítulo final de Rute conclui a história com a genealogia de Davi, destacando a fidelidade de Deus em preservar sua linhagem para a vinda do Messias. O texto apresenta a relação entre a fidelidade humana e a fidelidade divina.

A genealogia começa com Perez, filho de Judá, que foi concebido por meio de Tamar, uma mulher que agiu de forma questionável para assegurar sua descendência. No entanto, essa linhagem não foi desprezada, mas abençoada por Deus, como um exemplo do seu poder redentor. As histórias de Tamar, Raabe e Rute, que estão presentes na genealogia, mostram que Deus pode usar pessoas de origens humildes e difíceis para cumprir seus propósitos.

O nome de Boaz, o redentor de Rute, também é incluído na genealogia. O texto faz questão de destacar que sua mãe foi Raabe, a mulher cananéia que se tornou uma crente em Deus e foi poupada da destruição de Jericó. Isso enfatiza a graça e a misericórdia de Deus em salvar pessoas de todas as nações, raças e culturas.

Finalmente, a genealogia chega a Davi, o rei de Israel, que foi um homem segundo o coração de Deus e uma figura importante na história da redenção. E, como sabemos, a linhagem de Davi levou ao nascimento de Jesus Cristo, o Salvador do mundo.

Essa genealogia é uma prova da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas e preservar a linhagem que levaria ao Messias. Também destaca a fidelidade humana em seguir a vontade de Deus e agir com integridade. Tanto a história de Rute quanto a genealogia mostram que Deus pode usar pessoas comuns e falhas para realizar seus propósitos e que sua fidelidade nunca falha.

V. Conclusão

A conclusão do livro de Rute (Rute 4:14-22) apresenta um contraste notável com a sua introdução (Rute 1:1-5), que revela a tristeza e a desolação de Naomi e sua família. No entanto, no final da narrativa, a tristeza se transforma em alegria, a pobreza em riqueza, e o vazio em plenitude.

Na primeira seção desta conclusão (Rute 4:14-17), as mulheres de Belém louvam a Deus por ter concedido a Naomi um kinsman-redeemer, Boaz, que restaurou a alegria em sua vida e na vida de sua nora, Rute. Elas bendizem Boaz, pedindo que ele seja famoso em Israel e que a casa de sua esposa, Rute, seja como a casa de Perez, que gerou tantos filhos para Judá. Por fim, o filho de Rute e Boaz, Obede, é apresentado como um presente de Deus para Naomi, uma vez que ele se tornaria o avô do rei Davi.

A segunda seção da conclusão (Rute 4:18-22) traça a linhagem de Obede, destacando que ele era descendente de Judá e de Perez, cuja história também foi marcada por um casamento levirato, em que Judá se tornou o redentor de Tamar. A linhagem continua com Hezrom, Rão, Aminadabe e Naassom, que foram líderes em Israel, e culmina em Davi, o grande rei de Israel.

Esta conclusão destaca o fato de que a história da redenção é a história da fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas e providenciar um redentor para Seu povo. A história de Rute é uma demonstração vívida da provisão divina e da restauração de vidas e famílias através do redentor. O livro de Rute também aponta para o fato de que o plano redentor de Deus é universal e inclui pessoas de todas as nações, como Rute, uma moabita.

O fato de que a linhagem de Davi inclui uma mulher estrangeira destaca a bondade e a graça de Deus para com todas as pessoas. A história de Rute é uma ilustração da fidelidade e amor de Deus, que trabalha através de circunstâncias aparentemente desfavoráveis para cumprir Seus propósitos redentores. É uma história de esperança e encorajamento para todos os que enfrentam a tristeza e a desolação, sabendo que Deus pode transformar suas vidas em algo belo e pleno.

Reflexão de Rute 4 para os nossos dias

Amados irmãos e irmãs em Cristo, a história de Rute é uma história de redenção, de amor e de fidelidade. É uma história que nos lembra da bondade e do cuidado de Deus para com o seu povo, mesmo nos momentos mais difíceis.

Na conclusão desta história, vemos que Deus não apenas abençoou Rute e Boaz com um filho, mas também os abençoou com um lugar na linhagem de Cristo. Essa linhagem, que inclui nomes como Davi e, finalmente, Jesus Cristo, é uma lembrança poderosa de que Deus cumpre suas promessas e que Ele está trabalhando em todas as coisas para o bem daqueles que o amam.

Mas, para entender plenamente o significado dessa história, precisamos olhar para além das circunstâncias humanas e reconhecer a mão soberana de Deus em todas as coisas. Em meio às nossas lutas, dores e incertezas, Deus está presente e ativo, trabalhando em nossas vidas de maneiras que nem sempre podemos compreender ou ver.

Além disso, assim como Boaz foi um kinsman-redeemer para Rute e Naomi, Jesus Cristo é o nosso kinsman-redeemer. Ele veio para resgatar e redimir a humanidade, para nos trazer de volta ao relacionamento correto com Deus. Ele se tornou um de nós, compartilhando nossa humanidade e sofrimentos, para que pudéssemos ter acesso à vida eterna.

Como cristãos, somos chamados a seguir o exemplo de Boaz e de Jesus Cristo, sendo kinsman-redeemers para aqueles que precisam de ajuda e apoio. Devemos estar dispostos a sacrificar nossas próprias vidas em benefício dos outros, amando-os e cuidando deles como Cristo nos amou e cuidou.

Que possamos nos lembrar da história de Rute e das lições que ela nos ensina sobre o amor, a fidelidade e a redenção de Deus. Que possamos olhar para além das nossas circunstâncias e ver a mão de Deus em todas as coisas, confiando nele para nos guiar e nos sustentar em todos os momentos. E que possamos ser generosos uns para os outros, imitando o amor e a bondade de Cristo em todas as nossas ações.

Motivos de oração em Rute 4

  1. Agradecimento pela fidelidade de Deus: O livro de Rute é um testemunho da fidelidade de Deus em cuidar do seu povo, mesmo em meio às dificuldades e sofrimentos da vida. Podemos orar em gratidão por essa fidelidade e pedir a Deus que nos ajude a confiar em sua provisão e cuidado em todas as circunstâncias.
  2. Sabedoria em nossas decisões: Em Rute 4, vemos Boaz tomando decisões sábias e estratégicas para garantir o direito de redenção de Naomi e Rute. Podemos orar por sabedoria em nossas próprias decisões, especialmente aquelas que afetam nossa família e nossos relacionamentos. Pedimos a Deus que nos guie e nos dê discernimento para tomar decisões que honrem a Ele e que sejam para o nosso bem e para o bem dos outros.
  3. Bênçãos para a família: A conclusão de Rute 4 mostra a bênção de Deus sobre a família de Boaz e Rute, resultando na continuidade da linhagem de Davi e, eventualmente, do próprio Jesus Cristo. Podemos orar por bênçãos semelhantes em nossas famílias, pedindo a Deus que abençoe nossos relacionamentos, que nos ajude a sermos fiéis uns aos outros e que use nossa família para cumprir Seus propósitos em nossas vidas e na sociedade em geral.

 

A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)

Rute 2 Estudo: O cuidado providencial de Deus

Rute - Bíblia de Estudo Online

Em Rute 2, testemunhamos como Rute, uma moabita, foi recebida na terra de Israel por graça divina, uma vez que os moabitas eram excluídos da congregação de Israel.

Conhecemos também Boaz, um rico agricultor, que se revela um homem de valor e que será fundamental na história de Rute e Noemi. Através das palavras e ações desses personagens, somos convidados a refletir sobre seus verdadeiros caracteres.

Neste estudo, veremos como uma série de acontecimentos guiados por Deus mudam a situação de Rute e Noemi e nos ensinam importantes lições sobre fé, humildade, bondade e fidelidade.

Esboço de Rute 2

I. Boaz, o homem de valor (2:1-3)
A. A introdução de Boaz
B. A presença de Rute em sua terra
C. A providência divina que guiou Rute ao campo de Boaz

II. A generosidade de Boaz (2:4-17)
A. Boaz cumprimenta seus trabalhadores com uma saudação abençoada
B. Boaz demonstra interesse em Rute e protege-a em seu campo
C. Boaz convida Rute para uma refeição e oferece-lhe mais do que o necessário
D. Boaz ordena que seus trabalhadores deixem espigas de cevada para Rute

III. A colheita de Rute (2:18-23)
A. Rute volta para casa com uma grande quantidade de cevada
B. Noemi pergunta sobre o benfeitor de Rute e descobre que é Boaz
C. Noemi reconhece a possibilidade de Boaz ser um parente redentor
D. Rute continua a colher no campo de Boaz e permanece com Noemi

IV. Conclusão
A. Boaz é apresentado como um homem de valor e generoso
B. Rute e Noemi são beneficiadas pela generosidade de Boaz e pela providência divina
C. O relacionamento entre Boaz e Rute é fundamental para o enredo da história

Estudo de Rute 2 em vídeo

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I. Boaz, o homem de valor (2:1-3)

Noemi tinha um parente por parte do marido. Era um homem rico e influente, pertencia ao clã de Elimeleque e chamava-se Boaz. Rute, a moabita, disse a Noemi: “Vou recolher espigas no campo daquele que me permitir”. “Vá, minha filha”, respondeu-lhe Noemi. Então ela foi e começou a recolher espigas atrás dos ceifeiros. Por acaso entrou justamente na parte da plantação que pertencia a Boaz, que era do clã de Elimeleque. (Rute 2:1-3)

O capítulo 2 do livro de Rute é marcado por uma série de eventos providenciais que moldam a vida de Rute e de sua sogra, Noemi. No início do capítulo, somos apresentados a Boaz, um homem de valor e de destaque na comunidade, que se torna um personagem-chave na história.

Boaz é introduzido como um parente próximo de Elimeleque, o marido de Noemi que havia falecido. Isso significa que Boaz tem um papel importante como possível parente redentor para Noemi e Rute, uma vez que ele poderia resgatar a propriedade da família e até mesmo casar-se com Rute para perpetuar a linhagem da família.

A presença de Rute na terra de Israel é destacada neste capítulo, já que ela é uma moabita e, portanto, não era naturalmente aceita na congregação de Israel. No entanto, Rute é tratada com generosidade e bondade pelos trabalhadores do campo de Boaz, e isso sugere a presença da graça divina que a conduziu a este lugar.

Vemos aqui um exemplo claro de como a providência divina pode trabalhar nos detalhes da vida das pessoas, guiando-as para os lugares e pessoas certas, mesmo quando tudo parece desfavorável. A presença de Boaz e a bondade que ele demonstra em relação a Rute são evidências desse trabalho divino.

Assim, podemos concluir que Rute 2:1-3 apresenta importantes lições teológicas sobre a providência divina, a graça e a bondade que Deus pode mostrar através das pessoas que Ele coloca em nossas vidas. Também nos ensina a importância de permanecermos fiéis a Deus e confiar em Seu plano, mesmo em situações difíceis.

II. A generosidade de Boaz (2:4-17)

Naquele exato momento, Boaz chegou de Belém e saudou os ceifeiros: “O Senhor esteja com vocês! ” Eles responderam: “O Senhor te abençoe! ”
Boaz perguntou ao capataz dos ceifeiros: “A quem pertence aquela moça?” O capataz respondeu: “É uma moabita que voltou de Moabe com Noemi. Ela me pediu que a deixasse recolher e juntar espigas entre os feixes, após os ceifeiros. Ela chegou cedo e está de pé até agora. Só sentou-se um pouco no abrigo”. Disse então Boaz a Rute: “Ouça bem, minha filha, não vá colher noutra lavoura, nem se afaste daqui. Fique com minhas servas. Preste atenção onde os homens estão ceifando, e vá atrás das moças que vão colher. Darei ordem aos rapazes para que não toquem em você. Quando tiver sede, beba da água dos potes que os rapazes encheram”. Ela se inclinou e, prostrada rosto em terra, exclamou: “Por que achei favor a seus olhos, a ponto de o senhor se importar comigo, uma estrangeira? ” Boaz respondeu: “Contaram-me tudo o que você tem feito por sua sogra, depois que você perdeu o marido: como deixou seu pai, sua mãe e sua terra natal para viver com um povo que pouco conhecia. O Senhor lhe retribua o que você tem feito! Que você seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio! ” E disse ela: “Continue eu a ser bem acolhida, meu senhor! O senhor me deu ânimo e encorajou sua serva — e eu sequer sou como uma de suas servas! ” Na hora da refeição, Boaz lhe disse: “Venha cá! Pegue um pedaço de pão e molhe-o no vinagre”. Quando ela se sentou junto aos ceifeiros, Boaz lhe ofereceu grãos tostados. Ela comeu até ficar satisfeita e ainda sobrou. Quando ela se levantou para recolher, Boaz deu estas ordens a seus servos: “Mesmo que ela recolha entre os feixes, não a repreendam! Pelo contrário, quando estiverem colhendo, tirem para ela algumas espigas dos feixes e deixem-nas cair para que ela as recolha, e não a impeçam”. E assim Rute colheu na lavoura até o entardecer. Depois debulhou o que tinha ajuntado: quase uma arroba de cevada. (Rute 2:4-17)

O capítulo 2 do livro de Rute continua a apresentar os eventos providenciais que moldam a vida de Rute e de sua sogra, Noemi. Neste trecho, Boaz começa a mostrar bondade e favor a Rute, fornecendo-lhe mais do que o necessário para colher os restos dos campos.

Boaz é apresentado como um homem de fé e suas ações em relação a Rute mostram a influência de sua fé em sua vida. Ele cumprimenta seus trabalhadores com a bênção “O Senhor esteja com vocês” e sua equipe responde com a mesma bênção. Essa interação reflete a presença de Deus na vida de Boaz e sua dedicação em viver uma vida que glorifica a Deus.

A atenção de Boaz a Rute é notável. Ele se interessa por ela e pergunta sobre sua identidade e origem, mostrando um desejo genuíno de conhecê-la melhor. Ele garante que ela possa colher em segurança em seu campo e lhe fornece água para beber. Essas ações mostram a bondade e a generosidade de Boaz, bem como a presença da providência divina em sua vida.

Ao longo deste trecho, Rute mostra-se humilde e agradecida pela bondade de Boaz. Ela se curva diante dele em agradecimento e expressa sua gratidão pela maneira como foi tratada. Essa atitude humilde reflete a forma como devemos responder quando somos abençoados por Deus por meio de outras pessoas.

Podemos ver nesta passagem uma ilustração da forma como Deus pode usar pessoas em nossas vidas para abençoar e sustentar-nos, especialmente em tempos de dificuldades. A presença de Boaz na vida de Rute é um exemplo da bondade e da graça de Deus manifestadas através de outras pessoas. Também podemos aprender com a humildade de Rute e sua atitude de gratidão, buscando imitar essa postura em nossas próprias vidas.

Por fim, podemos concluir que Rute 2:4-17 nos ensina sobre a bondade de Deus manifestada através de outras pessoas, e como devemos responder humildemente a essas bênçãos. Também nos ensina sobre a importância de viver uma vida de fé e dedicação a Deus, seguindo o exemplo de Boaz, que mostra uma dedicação fervorosa a Deus em sua vida.

III. A colheita de Rute (2:18-23)

Carregou-o para o povoado, e sua sogra viu o quanto ela havia recolhido quando Rute trouxe e lhe ofereceu o que havia sobrado da refeição.
“Onde você colheu hoje? “, a sogra lhe perguntou: “Onde trabalhou? Bendito seja aquele que se importou com você! ” Então Rute contou à sogra com quem tinha trabalhado: “O nome do homem com quem trabalhei hoje é Boaz”. E Noemi exclamou: “Seja ele abençoado pelo Senhor, que não deixa de ser leal e bondoso com os vivos e com os mortos! ” E acrescentou: “Aquele homem é nosso parente; é um de nossos resgatadores! ” Continuou Rute, a moabita: “Pois ele mesmo me disse também: ‘Fique com os meus ceifeiros até que terminem toda a minha colheita’ “. E Noemi aconselhou à sua nora Rute: “É melhor mesmo você ir com as servas dele, minha filha. Noutra lavoura poderiam molestá-la”. Assim Rute ficou com as servas de Boaz para recolher espigas, até acabarem as colheitas de cevada e de trigo. Entretanto, ela ficou morando com a sua sogra. (Rute 2:18-23)

Rute 2:18-23 narra o encontro entre Rute e Noemi após Rute ter trabalhado na propriedade de Boaz. Rute trouxe para casa uma grande quantidade de grãos de cevada, e Noemi ficou impressionada e grata. Ao saber que Rute havia trabalhado na propriedade de Boaz, Noemi reconheceu a importância de Boaz e viu uma oportunidade para garantir o futuro de sua família.

Este trecho mostra a fidelidade e a bondade de Rute, que trabalhou incansavelmente para cuidar de sua sogra, e a generosidade de Boaz, que a protegeu e a tratou com respeito e cuidado.

Há também uma mensagem teológica importante aqui. A história de Rute é uma história de redenção e graça divina. Rute, uma moabita, foi acolhida e abençoada pelo povo de Deus em Israel, e encontrou favor aos olhos de Boaz. Ela foi abençoada por sua fidelidade e amor por sua sogra e por sua disposição de trabalhar duro para sustentá-las.

Este trecho também nos mostra a importância da lei de Deus na vida do povo de Israel. A lei de Deus fornecia um meio de proteger e cuidar dos pobres e necessitados, como Rute e Noemi, que eram viúvas e estrangeiras. Boaz cumpriu a lei de Deus ao permitir que Rute colhesse grãos em sua propriedade e ao tratá-la com generosidade e respeito.

Finalmente, este trecho aponta para a esperança de uma redenção maior. O parente mais próximo de Noemi, que poderia agir como o “redentor” de sua família, não agiu conforme a lei e deixou a oportunidade passar para Boaz.

Boaz, no entanto, estava disposto a agir como o redentor e a resgatar a família de Noemi da pobreza e da incerteza. Este é um prenúncio da redenção maior que viria através de Jesus Cristo, o nosso Redentor, que veio resgatar-nos da escravidão do pecado e da morte e nos dar uma nova vida em Deus.

IV. Conclusão

A conclusão do capítulo 2 de Rute é um momento de alegria e esperança para Noemi, que começa a ver a providência de Deus agindo em sua vida através da fidelidade de Rute e da bondade de Boaz. Através desses personagens, podemos ver a graça de Deus em ação e aprender lições importantes sobre a fidelidade, a generosidade e a bondade.

Noemi, que havia perdido tudo em Moabe, começa a ver a possibilidade de uma nova vida em Israel. A chegada de Rute, sua nora moabita, pode ser vista como um sinal da providência de Deus em trazer de volta uma descendência para sua família. Através do trabalho de Rute na colheita de Boaz, Noemi começa a ter esperança de que sua sorte possa mudar.

Boaz se mostra como um homem de caráter, que é conhecido e respeitado em sua comunidade. Ele demonstra sua generosidade ao permitir que Rute fique em seu campo para colher e ao garantir que ela seja protegida e bem alimentada. Boaz também é um homem de fé, que invoca a bênção do Senhor sobre seus trabalhadores e sobre Rute.

Rute, por sua vez, é uma mulher de grande fidelidade e humildade. Ela demonstra sua lealdade a Noemi ao deixar sua terra natal para acompanhá-la a Israel, e mostra sua humildade ao aceitar a generosidade de Boaz com gratidão e sem orgulho. Sua conduta exemplar é recompensada por Boaz, que a abençoa e elogia por sua fidelidade e bondade.

Neste capítulo, podemos ver como a providência de Deus trabalha através de pessoas fiéis e bondosas para trazer esperança e alegria a situações difíceis. A fidelidade de Rute e a bondade de Boaz são exemplos para nós de como podemos ser instrumentos da providência de Deus na vida de outras pessoas. Podemos também aprender a confiar na providência de Deus em nossas próprias vidas, mesmo em situações difíceis, sabendo que Ele está sempre presente e atuando em nosso favor.

Reflexão de Rute 2 para os nossos dias

Embora esta história tenha sido escrita há séculos atrás, ainda há muito que podemos aprender e aplicar às nossas vidas.

Assim como Rute, nós também fomos recebidos pela graça de Deus em um lugar onde não tínhamos direito de estar. Somos gentios que foram adotados na família de Deus pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo. E assim como Boaz acolheu Rute com generosidade e bondade, Cristo nos acolhe em sua família com amor e compaixão.

Mas a história de Rute não é apenas sobre sermos recebidos na família de Deus, é também sobre trabalhar com diligência e fidelidade. Rute trabalhou duro na colheita, sem reclamar ou desistir. Ela confiou em Deus e trabalhou para cuidar de si mesma e de sua sogra Noemi.

Da mesma forma, como cristãos, devemos trabalhar com diligência e fidelidade em todas as áreas de nossas vidas, seja no trabalho, na igreja, em nossas famílias ou em nossas comunidades. Devemos confiar em Deus e trabalhar para prover nossas necessidades e as daqueles ao nosso redor.

Além disso, a história de Rute nos ensina sobre a importância da humildade e da gratidão. Rute ficou surpresa com o tratamento generoso de Boaz e expressou sua gratidão por suas palavras e ações. Da mesma forma, devemos ser humildes em nossos relacionamentos com os outros e expressar gratidão por suas bênçãos em nossas vidas.

Por fim, a história de Rute nos aponta para Cristo. Boaz, como um parente próximo, tornou-se o remidor de Rute e sua família, resgatando-os da pobreza e do desespero. Da mesma forma, Cristo é nosso remidor, resgatando-nos da pobreza do pecado e da morte, para nos dar vida abundante e eterna.

Que possamos aprender com a história de Rute e aplicar essas verdades às nossas próprias vidas. Que possamos ser recebidos pela graça de Deus, trabalhar com diligência e fidelidade, ser humildes e gratos e confiar em Cristo como nosso redentor e salvador. Que Deus abençoe a todos nós.

Motivos de oração em Rute 2

  1. Gratidão por Deus guiar e cuidar de suas vidas: Rute e Noemi foram guiadas por Deus em sua jornada, desde sua saída de Moabe até chegarem a Belém. Em Rute 2, vemos como Deus continuou a cuidar delas, fornecendo-lhes um campo onde Rutepoderia colher alimento para sustentar a si e a Noemi. Assim, podemos orar em gratidão por Deus nos guiar e cuidar de nossas vidas, mesmo quando passamos por dificuldades.
  2. Pela provisão divina em nossas necessidades: Assim como Rute e Noemi tiveram suas necessidades supridas por meio do trabalho de Rute no campo de Boaz, podemos orar por Deus para que nos proporcione as coisas que precisamos em nossas vidas. Podemos orar por trabalho e sustento, por ajuda financeira em momentos de dificuldade ou por providência em outras áreas da vida.
  3. Para termos corações generosos e acolhedores: Boaz é um exemplo de generosidade e acolhimento em Rute 2. Ele mostrou a Rute graça e bondade, permitindo que ela colhesse em seu campo e até mesmo fornecendo-lhe comida e proteção. Podemos orar para que Deus nos ajude a ter corações generosos e acolhedores como o de Boaz, para que possamos ser bênçãos para aqueles que estão ao nosso redor.

 

A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)

Rute 1 Estudo: Encontrando Força em Deus

Rute - Bíblia de Estudo Online

Rute 1 começa com uma breve contextualização temporal, mencionando a época em que os eventos aconteceram, durante o período dos Juízes. O clima era sombrio e tenso, e uma fome obrigou uma família a deixar a cidade de Belém e se mudar para uma terra estrangeira.

Mas essa situação acabou se tornando uma oportunidade para Deus demonstrar Sua graça, e a história mostra como Ele providenciou para suprir as necessidades dessa família. O capítulo também apresenta um panorama da religião na época, com destaque para a adoração dos deuses cananeus Baal e Astarote, que eram tidos como controladores da fertilidade da terra.

Embora a idolatria fosse comum entre os israelitas, o livro de Rute mostra como a confiança em Deus e Sua providência pode trazer bênçãos, e termina com uma transição para a esperança e o favor de Deus.

Esboço de Rute 1

I. Introdução (1:1-5)
A. Contexto histórico (1:1)
B. Elimeleque e sua família em Moabe (1:2-3)
C. Morte de Elimeleque e seus filhos (1:3-5)

II. Orfa e Rute decidem voltar com Noemi (1:6-18)
A. Noemi decide voltar para Belém (1:6-7)
B. Noemi encoraja suas noras a ficarem em Moabe (1:8-13)
C. Orfa decide ficar em Moabe (1:14)
D. Rute insiste em acompanhar Noemi (1:15-18)

III. Chegada de Noemi e Rute em Belém (1:19-22)
A. As mulheres de Belém reconhecem Noemi (1:19)
B. Noemi se lamenta por sua situação (1:20-21)
C. Chegada de Noemi e Rute coincide com o início da colheita (1:22)

Estudos de Rute 1 em vídeo

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I. Introdução (Rute 1.1-5)

Na época dos juízes houve fome na terra. Um homem de Belém de Judá, com a mulher e os dois filhos, foi viver por algum tempo nas terras de Moabe.
O homem chamava-se Elimeleque, sua mulher Noemi e seus dois filhos Malom e Quiliom. Eram efrateus de Belém de Judá. Chegaram a Moabe, e lá ficaram.
Morreu Elimeleque, marido de Noemi, e ela ficou sozinha, com seus dois filhos. Eles se casaram com mulheres moabitas, uma chamada Orfa e a outra Rute. Depois de terem morado lá por quase dez anos, morreram também Malom e Quiliom, e Noemi ficou sozinha, sem os dois filhos e o seu marido. (Rute 1:1-5)

O livro de Rute é um dos livros históricos do Antigo Testamento da Bíblia. Ele conta a história de Rute, uma mulher moabita que se casa com um homem israelita e se converte ao Deus de Israel. Rute 1:1-5 apresenta o contexto histórico da história e introduz os personagens principais.

No versículo 1, lemos que a história acontece no tempo dos juízes, um período de instabilidade política e religiosa em Israel, quando a nação era governada por líderes temporários, chamados juízes. Durante esse período, a fome assolou Belém, a cidade de Judá, fazendo com que uma família israelita, Elimeleque, sua esposa Noemi e seus dois filhos Malom e Quiliom, migrasse para Moabe em busca de alimento.

No versículo 2, descobrimos que Elimeleque morreu em Moabe, deixando Noemi viúva com seus dois filhos. Os filhos de Noemi, Malom e Quiliom, se casaram com mulheres moabitas, Rute e Orfa. No entanto, depois de dez anos, ambos os filhos de Noemi também morreram, deixando Noemi sem filhos e sem marido na terra estrangeira.

No versículo 3, Noemi decide voltar para a sua terra natal de Belém, onde ela tem parentes. Ela encoraja suas noras a ficarem em Moabe e se casarem novamente, mas Rute decide seguir Noemi para Judá. A relação de Rute com Noemi é notável, porque Noemi não tem nada a oferecer a Rute em termos de segurança financeira ou proteção. No entanto, Rute insiste em ficar com Noemi, mostrando uma lealdade incomum para uma nora.

No versículo 4, aprendemos que Noemi encorajou Rute a retornar para Moabe, mas Rute responde com uma declaração de compromisso com Noemi e o Deus de Israel. Ela diz: “Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.”

O versículo 5 conclui a introdução da história de Rute, notando que Noemi e Rute viajaram juntas para Belém. A narrativa apresenta a coragem e a determinação de Rute em acompanhar Noemi para um país estrangeiro, onde ela seria uma estrangeira. Mas, o que mais impressiona é a sua decisão de seguir o Deus de Israel, mesmo que isso signifique abandonar sua própria cultura e religião.

Em termos teológicos, a história de Rute 1:1-5 ensina sobre a fidelidade e o amor sacrificial. Noemi, mesmo após perder o marido e seus filhos, ainda tem alguém que se preocupa com ela – sua nora Rute. A determinação e a coragem de Rute são motivadas por sua fidelidade a Noemi e a Deus de Israel. Ela toma a decisão de seguir Noemi, porque sabe que é o certo a fazer e porque quer ser leal a Deus.

II. Orfa e Rute decidem voltar com Noemi (Rute 1:6-18)

Quando Noemi soube em Moabe que o Senhor viera em auxílio do seu povo, dando-lhe alimento, decidiu voltar com suas duas noras para a sua terra.
Assim ela, com as duas noras, partiu do lugar onde tinha morado. Enquanto voltavam para a terra de Judá, Noemi disse às duas noras: “Vão! Voltem para a casa de suas mães! Que o Senhor seja leal com vocês, como vocês foram leais com os falecidos e comigo. O Senhor conceda que cada uma de vocês encontre segurança no lar doutro marido”. Então deu-lhes beijos de despedida. Mas elas começaram a chorar bem alto e lhe disseram: “Não! Voltaremos com você para junto de seu povo!” Disse, porém, Noemi: “Voltem, minhas filhas! Por que viriam comigo? Poderia eu ainda ter filhos, que viessem a ser seus maridos? Voltem, minhas filhas! Vão! Estou velha demais para ter outro marido. E mesmo que eu pensasse que ainda há esperança para mim — ainda que eu me casasse esta noite e depois desse à luz filhos, iriam vocês esperar até que eles crescessem? Ficariam sem se casar à espera deles? De jeito nenhum minhas filhas! Para mim é mais amargo do que para vocês, pois a mão do Senhor voltou-se contra mim! ” Elas então começaram a choram bem alto de novo. Depois Orfa deu um beijo de despedida em sua sogra, mas Rute ficou com ela. Então Noemi a aconselhou: “Veja, sua concunhada está voltando para o seu povo e para o seu deus. Volte com ela! ” Rute, porém, respondeu: “Não insistas comigo que te deixe e não mais a acompanhe. Aonde fores irei, onde ficares ficarei! O teu povo será o meu povo e o teu Deus será o meu Deus!
Onde morreres morrerei, e ali serei sepultada. Que o Senhor me castigue com todo o rigor, se outra coisa que não a morte me separar de ti! ” Quando Noemi viu que Rute estava de fato decidida a acompanhá-la, não insistiu mais. (Rute 1:6-18)

O livro de Rute é uma história comovente de fidelidade, amor e redenção. A história começa com Noemi, sua sogra e duas noras, Rute e Orfa, que eram todas viúvas. Noemi, que perdeu o marido e seus dois filhos, decidiu retornar para sua terra natal em Belém, enquanto as noras ainda eram jovens e tinham mais chances de encontrar um novo marido. No entanto, Noemi encorajou suas noras a ficarem em Moabe, a terra de seus pais, onde poderiam ter uma chance de recomeçar suas vidas.

No entanto, Rute se recusou a deixar Noemi e disse: “Não me instes para que te abandone e deixe de seguir-te. Porque aonde quer que tu fores, irei eu também, e onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada. Que o SENHOR me castigue com todo o rigor, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti!” (Rute 1:16-17).

O compromisso de Rute com Noemi era notável e mostra sua fidelidade e amor. Ela estava disposta a deixar sua terra natal, sua família e amigos para seguir Noemi, uma viúva sem recursos ou esperança de um futuro melhor. Seu compromisso com Noemi era tão forte que ela prometeu se tornar parte do povo de Noemi e adotar o Deus de Noemi como seu próprio Deus.

Essa decisão de Rute foi uma escolha de vida significativa. Ela escolheu deixar sua antiga vida e seguir Noemi, sem saber o que o futuro lhes reservava. Sua escolha de abandonar tudo o que era familiar e confortável para ela mostrou sua coragem e sua disposição de seguir a Deus. Isso é um exemplo para nós hoje, pois mostra que, muitas vezes, seguir a Deus pode significar deixar para trás tudo o que é confortável e familiar para nós.

Além disso, a resposta de Rute revela a graça e a fidelidade de Deus. Ela escolheu se juntar ao povo de Deus e adotar o Deus de Noemi como seu próprio Deus. Ela experimentou a provisão de Deus quando conheceu Boaz e foi capaz de colher nas terras dele. Essa história de redenção mostra como Deus é capaz de transformar nossas vidas quando escolhemos seguir sua vontade, assim como Rute escolheu seguir a vontade de Deus.

Portanto, podemos aprender muito com a história de Rute. Podemos aprender a importância do compromisso, da fidelidade e da coragem em seguir a Deus, mesmo quando isso significa deixar para trás tudo o que é familiar e confortável para nós. Podemos aprender que, quando escolhemos seguir a vontade de Deus, ele nos leva a lugares inesperados e nos dá mais do que poderíamos imaginar.

III. Chegada de Noemi e Rute em Belém (1:19-22)

Prosseguiram, pois, as duas até Belém. Ali chegando, todo o povoado ficou alvoroçado por causa delas. “Será que é Noemi? “, perguntavam as mulheres.
Mas ela respondeu: “Não me chamem Noemi, chamem-me Mara, pois o Todo-poderoso tornou minha vida muito amarga! De mãos cheias eu parti; mas de mãos vazias o Senhor me trouxe de volta. Por que me chamam Noemi? O Senhor colocou-se contra mim! O Todo-poderoso me trouxe desgraça! ” Foi assim que Noemi voltou das terras de Moabe, com sua nora Rute, a moabita. Elas chegaram a Belém no início da colheita da cevada. (Rute 1:19-22)

Rute 1:19-22 é um trecho importante do livro de Rute, que descreve a chegada de Noemi e Rute em Belém e a reação das pessoas da cidade à sua chegada. Neste trecho, vamos explorar o significado desses versículos e sua aplicação para nossas vidas hoje.

O primeiro aspecto que podemos destacar é a importância da comunidade em nossas vidas. Quando Noemi e Rute chegaram em Belém, as pessoas da cidade reconheceram Noemi e ficaram animadas ao vê-la novamente. Eles perguntaram: “Não é esta Noemi?” (v. 19) e se referiram a ela pelo seu nome. Isso mostra que Noemi era conhecida e querida por muitas pessoas em Belém. Mesmo em sua dor e sofrimento, ela ainda tinha a comunidade para ajudá-la e apoiá-la. Isso é um lembrete para nós de que precisamos uns dos outros e que a comunidade pode nos ajudar a superar momentos difíceis.

O segundo aspecto que podemos destacar é a importância da honestidade e da transparência em nossas relações. Quando Noemi e Rute chegaram em Belém, Noemi disse às pessoas que não a chamassem de Noemi, mas sim de Mara, que significa amarga. Ela explicou que o Senhor havia permitido que ela sofresse muito e que ela se sentia amargurada por causa disso (v. 20). Essa honestidade e transparência foram importantes porque permitiram que as pessoas entendessem o que Noemi estava passando e oferecessem o apoio que ela precisava.

O terceiro aspecto que podemos destacar é a importância da fé em Deus mesmo nos momentos difíceis. Noemi explicou que o Senhor havia permitido que ela sofresse muito (v. 21), mas ela ainda reconheceu que o Senhor era Deus e que ela confiava nele. Ela não perdeu sua fé em Deus, mesmo em meio ao sofrimento e à perda. Isso é um lembrete para nós de que, mesmo quando enfrentamos momentos difíceis, podemos confiar em Deus e em sua fidelidade para nos sustentar.

Em resumo, Rute 1:19-22 destaca a importância da comunidade, da honestidade e da transparência em nossas relações e da fé em Deus, mesmo nos momentos difíceis. Essas são lições importantes que podemos aplicar em nossas vidas hoje, à medida que buscamos crescer em nosso relacionamento com Deus e com os outros.

Reflexão de Rute 1 para os nossos dias

Ao ler o primeiro capítulo de Rute, somos confrontados com uma história de dor e sofrimento. Elimeleque, sua esposa Noemi e seus dois filhos Malom e Quiliom deixaram Belém de Judá e foram para Moabe em busca de comida durante um período de fome. No entanto, Elimeleque e seus dois filhos morreram em Moabe, deixando Noemi sozinha com suas noras, Rute e Orfa.

Noemi decidiu voltar para Belém, e, a princípio, suas noras decidiram acompanhá-la. No entanto, Noemi as incentivou a voltarem para suas casas em Moabe, onde poderiam encontrar um novo marido e recomeçar suas vidas. Orfa decidiu seguir esse conselho e voltou para Moabe, mas Rute se recusou a deixar Noemi e disse: “Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus” (Rute 1:16).

Essa declaração de Rute é um exemplo inspirador de lealdade e amor. Ela escolheu seguir Noemi e se juntar ao povo de Deus em Belém, mesmo que isso significasse deixar sua própria terra e cultura para trás. Isso nos leva a refletir sobre nossa própria disposição de seguir a Cristo, deixando para trás nossos próprios desejos e vontades para seguir a vontade de Deus.

Além disso, a história de Rute também nos lembra que, mesmo em meio à dor e sofrimento, Deus está sempre presente e trabalhando em nossas vidas. Noemi passou por muitas dificuldades, incluindo a perda de seu marido e filhos, mas Deus ainda estava presente em sua vida e acabou usando sua história para trazer bênçãos para ela e para toda a humanidade.

De fato, essa história de Rute aponta para o grande plano redentor de Deus para a humanidade, centrado em Jesus Cristo. Assim como Rute escolheu seguir a Deus e se juntar ao povo de Deus em Belém, nós também somos chamados a seguir a Cristo e nos juntar à comunidade de crentes em todo o mundo.

E assim como Noemi, que parecia ter perdido tudo, mas acabou sendo abençoada com uma nora leal e um neto que se tornaria o bisavô do Rei Davi, também podemos confiar que Deus está trabalhando em nossas vidas, mesmo quando passamos por dificuldades e sofrimento.

Em resumo, a história de Rute é uma história de amor, lealdade e redenção, que aponta para a grande história da redenção em Cristo. Que possamos seguir o exemplo de Rute em seguir a Deus e confiar em sua providência, mesmo quando as circunstâncias parecem desesperadoras.

Assim como Noemi, muitas vezes nos encontramos em situações difíceis em que somos tentados a culpar a Deus e a questionar o seu amor e cuidado por nós. Podemos nos sentir abandonados, desesperados e sem esperança. No entanto, assim como Noemi, precisamos lembrar que Deus é soberano e que Ele trabalha todas as coisas para o bem daqueles que O amam (Romanos 8:28).

Além disso, podemos encontrar conforto e encorajamento na história de Rute. Mesmo em meio à dor e ao sofrimento, ela escolheu seguir a Deus e Sua vontade acima de tudo. Ela foi recompensada por sua fidelidade e obediência, sendo abençoada com um marido amoroso e um filho que se tornaria um ancestral de Jesus Cristo.

Isso nos leva a refletir sobre a importância da nossa própria fidelidade e obediência a Deus em meio às nossas lutas. Como cristãos, somos chamados a confiar em Deus, mesmo quando não entendemos os caminhos pelos quais Ele nos leva. Precisamos lembrar que Ele é o nosso refúgio e fortaleza em tempos de dificuldade (Salmo 46:1) e que Ele prometeu nunca nos deixar nem nos abandonar (Hebreus 13:5).

Portanto, como Noemi e Rute, devemos perseverar na fé e na obediência a Deus, sabendo que Ele é fiel e que, em última análise, Ele tem um plano para nós que é para o nosso bem e Sua glória. Podemos confiar nEle em todos os momentos e seguir adiante com coragem e esperança, sabendo que Ele está conosco e nos guiará até o fim.

Motivos de oração em Rute 1

Com base no capítulo 1 de Rute, podemos identificar pelo menos três motivos de oração que podem ser aplicados em nossos dias:

  1. Pela perseverança diante das dificuldades: No verso 13, Rute e Orfa se despedem de Noemi, mas Noemi insiste para que elas voltem para suas casas, pois ela não tem mais filhos para lhes oferecer como maridos. Rute, no entanto, se apega a Noemi e decide ficar com ela. Essa decisão envolveu muitas dificuldades, como a incerteza quanto ao futuro e a possibilidade de ser rejeitada pela sociedade. Podemos orar para que Deus nos ajude a perseverar diante das dificuldades, assim como Rute perseverou.
  2. Pela provisão de Deus: No verso 20, Noemi reconhece que Deus a deixou voltar vazia, sem nada. Ela está triste e sem esperança. No entanto, podemos orar para que Deus nos ajude a confiar em sua provisão e em seu cuidado, mesmo diante das dificuldades e das incertezas.
  3. Pela salvação de pessoas queridas: Noemi tem um papel importante na vida de Rute, pois a ensina sobre o Deus de Israel. Podemos orar para que Deus nos dê oportunidades de influenciar as pessoas ao nosso redor, especialmente aquelas que amamos, e para que essas pessoas sejam salvas e conheçam a Deus como Rute conheceu.

 

A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)

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