Sou Diego Nascimento, e junto com minha esposa, Carol, sou o autor por trás do "Jesus e a Bíblia". O que começou como uma jornada pessoal de fé se transformou em um chamado para servir a milhares de pessoas que, como nós, amam a Palavra de Deus.
Como Bacharel em Teologia e estudante das Escrituras há mais de 20 anos, minha missão é criar um espaço onde o estudo bíblico seja profundo, mas também acessível. Acreditamos que a Bíblia tem respostas transformadoras para a vida moderna e queremos ajudar você a encontrá-las.
Obrigado por se juntar a nós nesta jornada. Esperamos que nosso trabalho abençoe sua vida, assim como tem abençoado a nossa.
Josué 23 marca um momento importante na história do povo de Israel, que havia acabado de conquistar a terra prometida. Josué, já idoso, convoca todos os líderes de Israel para se reunirem em Siquém e faz um discurso que serve como uma espécie de despedida, pois ele sabe que seu tempo de vida está chegando ao fim.
No discurso, Josué relembra as grandes vitórias que Deus concedeu a Israel e os exorta a serem fiéis à aliança que fizeram com o Senhor. Ele os alerta sobre a necessidade de se afastarem dos povos que ainda habitam a terra e de não adorarem os deuses deles. Josué enfatiza que o sucesso e a prosperidade de Israel dependem da obediência a Deus e da observância de seus mandamentos.
Esse capítulo é um exemplo da importância da liderança em transmitir valores e princípios aos liderados. A figura de Josué como líder espiritual e político é crucial para manter a unidade e a fidelidade do povo de Israel a Deus. Além disso, o capítulo nos lembra da importância de sermos fiéis aos nossos compromissos e de confiar no Senhor em todos os momentos de nossa vida.
Esboço de Josué 23:
I. Josué convoca os líderes de Israel (23:1-2)
A. Josué reúne os líderes em Siquém (23:1)
B. Josué fala aos líderes (23:2)
II. Josué relembra as vitórias de Deus (23:3-5)
A. Josué recorda as batalhas vencidas por Deus (23:3-4)
B. Josué lembra que Deus lutou por Israel (23:5)
III. Josué exorta o povo a ser fiel a Deus (23:6-13)
A. Josué instrui o povo a obedecer à lei de Deus (23:6)
B. Josué relembra a aliança feita com Deus (23:7-8)
C. Josué adverte sobre a necessidade de se afastar dos povos da terra (23:9-11)
D. Josué alerta para não adorar os deuses dos povos vizinhos (23:12-13)
IV. Josué prevê o futuro de Israel (23:14-16)
A. Josué lembra que Deus cumprirá todas as suas promessas (23:14)
B. Josué alerta para as consequências da desobediência (23:15-16)
Passado muito tempo, depois que o Senhor concedeu a Israel descanso de todos os inimigos ao redor, Josué, agora velho, de idade muito avançada,
convocou todo o Israel, com as autoridades, os líderes, os juízes e os oficiais, e lhes disse: “Estou velho, com idade muito avançada.
Josué 23:1,2
Josué 23:1-2 marca o início de um importante discurso feito por Josué aos líderes de Israel. Neste trecho, Josué reúne todos os líderes em Siquém para transmitir a mensagem que Deus lhe confiou.
A reunião de Josué com os líderes demonstra a importância de uma liderança firme e comprometida com a causa do povo. O fato de que Josué chama todos os líderes para se reunirem com ele em Siquém mostra que ele não tomou decisões sozinho, mas envolveu todos aqueles que tinham um papel de liderança no processo.
Além disso, podemos observar que Josué age como um líder espiritual, pois ele tem a consciência de que o sucesso de Israel depende da fidelidade do povo a Deus. Josué usa sua autoridade para instruir e orientar os líderes, a fim de que todos possam seguir o caminho da obediência e fidelidade ao Senhor.
Podemos tirar algumas lições importantes deste trecho de Josué 23. Primeiro, que uma liderança forte e comprometida é crucial para o sucesso de qualquer projeto. Segundo, que a liderança espiritual deve ser valorizada, pois ela nos conduz a um caminho de fidelidade e obediência a Deus. E por fim, que é fundamental que todos os líderes estejam envolvidos nas decisões e que possam contribuir com sua sabedoria e experiência.
II. Josué relembra as vitórias de Deus (23:3-5)
Vocês mesmos viram tudo o que o Senhor, o seu Deus, fez com todas essas nações por amor a vocês; foi o Senhor, o seu Deus, que lutou por vocês.
Lembrem-se de que eu reparti por herança para as tribos de vocês toda a terra das nações, tanto as que ainda restam como as que conquistei entre o Jordão e o mar Grande, a oeste.
O Senhor, o seu Deus, as expulsará da presença de vocês. Ele as empurrará de diante de vocês, e vocês se apossarão da terra delas, como o Senhor lhes prometeu.
Josué 23:3-5
Josué 23:3-5 é um trecho em que Josué relembra aos líderes de Israel as grandes vitórias que Deus concedeu ao povo. Ele recorda a todos que foi o Senhor quem lutou por eles e os conduziu até a terra prometida.
O fato de Josué relembrar as vitórias de Deus é uma demonstração de gratidão e reconhecimento. Josué sabia que, apesar de todo o trabalho e esforço humano, o verdadeiro responsável pelas conquistas de Israel era o próprio Deus. Essa atitude de gratidão e reconhecimento é um exemplo para nós hoje, pois muitas vezes nos esquecemos de que todas as bênçãos que recebemos vêm das mãos de Deus.
Além disso, Josué ressalta que foi Deus quem lutou por Israel, e não eles mesmos. Isso nos ensina que, em nossas lutas e batalhas diárias, devemos confiar em Deus e não em nossa própria força. É somente com a ajuda do Senhor que podemos vencer as lutas e alcançar as vitórias.
Finalmente, ao recordar as vitórias de Deus, Josué também fortalece a fé do povo de Israel. Ao ouvir essas palavras, os líderes foram lembrados de que Deus sempre esteve com eles e que poderiam confiar em sua fidelidade para enfrentar novos desafios. Assim, esse trecho nos encoraja a buscar sempre em Deus nossa fonte de força e inspiração para enfrentar as adversidades da vida.
III. Josué exorta o povo a ser fiel a Deus (23:6-13)
“Façam todo o esforço para obedecer e cumprir tudo o que está escrito no Livro da Lei de Moisés, sem se desviar, nem para a direita nem para a esquerda.
Não se associem com essas nações que restam no meio de vocês. Não invoquem os nomes dos seus deuses nem jurem por eles. Não lhes prestem culto nem se inclinem perante eles.
Mas apeguem-se somente ao Senhor, ao seu Deus, como fizeram até hoje.
“O Senhor expulsou de diante de vocês nações grandes e poderosas; até hoje ninguém conseguiu resistir a vocês.
Um só de vocês faz fugir mil, pois o Senhor, o seu Deus, luta por vocês, conforme prometeu.
Por isso dediquem-se com zelo a amar o Senhor, o seu Deus.
“Se, todavia, vocês se afastarem e se aliarem aos sobreviventes dessas nações que restam no meio de vocês, e se casarem com eles e se associarem com eles,
estejam certos de que o Senhor, o seu Deus, já não expulsará essas nações de diante de vocês. Ao contrário, elas se tornarão armadilhas e laços para vocês, chicote em suas costas e espinhos em seus olhos, até que vocês desapareçam desta boa terra que o Senhor, o seu Deus, deu a vocês.
Josué 23:6-13
O trecho de Josué 23:6-13 é uma exortação de Josué aos líderes de Israel para que sejam fiéis à aliança que fizeram com Deus. Josué instrui o povo a obedecer à lei de Deus, lembrando-os de que essa é a chave para o sucesso e a prosperidade de Israel.
Josué enfatiza a importância de se afastar dos povos que ainda habitam a terra e de não adorar os deuses deles. Ele adverte que, caso o povo de Israel se envolva com as práticas pagãs dos povos vizinhos, eles serão castigados por Deus. Isso nos ensina que a santidade e a fidelidade a Deus são fundamentais para que possamos desfrutar das bênçãos que ele tem para nós.
Ao longo desse trecho, Josué também lembra o povo de Israel da fidelidade de Deus em cumprir todas as suas promessas. Ele os encoraja a serem corajosos e destemidos, pois Deus estará com eles em todas as batalhas.
Essa exortação de Josué é um exemplo de liderança espiritual. Ele está preocupado com o bem-estar espiritual e moral do povo de Israel, lembrando-os de que a fidelidade a Deus é a chave para uma vida plena e próspera. Josué é um líder que conduz seu povo a buscar a santidade e a obediência a Deus.
Assim, podemos tirar algumas lições importantes desse trecho de Josué 23. Primeiro, que a santidade e a fidelidade a Deus são fundamentais para desfrutarmos de suas bênçãos. Segundo, que a liderança espiritual é essencial para guiar as pessoas no caminho da obediência a Deus. E por fim, que podemos confiar na fidelidade de Deus em cumprir todas as suas promessas e nos ajudar em todas as batalhas da vida.
IV. Josué prevê o futuro de Israel (23:14-16)
“Agora estou prestes a ir pelo caminho de toda a terra. Vocês sabem, lá no fundo do coração e da alma, que nenhuma das boas promessas que o Senhor, o seu Deus, lhes fez deixou de cumprir-se. Todas se cumpriram; nenhuma delas falhou.
Mas, assim como cada uma das boas promessas do Senhor, do seu Deus, se cumpriu, também o Senhor fará cumprir-se em vocês todo o mal com que os ameaçou, até eliminá-los desta boa terra que lhes deu.
Se vocês violarem a aliança que o Senhor, o seu Deus, lhes ordenou, e passarem a cultuar outros deuses e a inclinar-se diante deles, a ira do Senhor se acenderá contra vocês, e vocês logo desaparecerão da boa terra que ele lhes deu”.
Josué 23:14-16
O trecho de Josué 23:14-16 é um momento em que Josué prevê o futuro de Israel. Ele lembra aos líderes de que Deus cumprirá todas as suas promessas, mas alerta para as consequências da desobediência.
Josué destaca que, assim como Deus cumpriu todas as suas promessas de bênçãos para Israel, ele também cumprirá suas promessas de julgamento caso o povo seja infiel a ele. Josué lembra que Deus é justo e que não tolerará a desobediência e a idolatria.
Essa mensagem de Josué é um chamado à responsabilidade e à vigilância espiritual. Ele alerta os líderes para que sejam cuidadosos e atentos à obediência a Deus, pois isso determinará o futuro de Israel. Essa mensagem é relevante para nós hoje, pois também somos chamados a ser responsáveis e vigilantes em nossa caminhada espiritual.
Além disso, esse trecho também destaca a importância da fidelidade a Deus como a chave para desfrutar de suas bênçãos. Josué lembra que Deus cumpriu todas as suas promessas de bênçãos para Israel porque o povo foi fiel a ele. Essa lição nos ensina que a fidelidade a Deus é fundamental para desfrutarmos de suas bênçãos e cumprirmos nossa missão em sua obra.
Em suma, o trecho de Josué 23:14-16 nos chama a ser responsáveis, vigilantes e fiéis a Deus. Ele nos encoraja a confiar em sua justiça e em suas promessas, mas também nos alerta para as consequências da desobediência. Com essa mensagem, Josué reforça a importância da liderança espiritual e do compromisso com a obra de Deus.
Reflexão de Josué 23 para os nossos dias
Ao lermos o capítulo 23 de Josué, somos confrontados com uma mensagem central que ressoa em nossos corações cristãos: a fidelidade a Deus. Josué foi um líder que, mesmo diante das adversidades, permaneceu fiel a Deus e conduziu seu povo à terra prometida. Essa fidelidade a Deus é um exemplo para nós hoje, que vivemos em um mundo cada vez mais desafiador para a nossa fé.
O exemplo de Josué nos lembra da importância de permanecermos firmes na fé, mesmo diante das dificuldades e perseguições que possamos enfrentar. Assim como Josué confiou em Deus em todas as circunstâncias, também nós precisamos confiar em Cristo como nossa Rocha e nosso Redentor.
Além disso, Josué enfatiza a importância da obediência à lei de Deus. Ele lembra aos líderes de Israel que o sucesso e a prosperidade de Israel dependem da obediência a Deus e da observância de seus mandamentos. Essa mensagem é tão relevante para nós hoje quanto foi para Israel naquela época. Precisamos obedecer à lei de Cristo e viver de acordo com os seus ensinamentos para alcançarmos a vida eterna.
Por fim, o exemplo de Josué nos aponta para o maior líder que já existiu: Jesus Cristo. Assim como Josué conduziu o povo de Israel à terra prometida, Cristo nos conduz à salvação e à vida eterna. Ele é o caminho, a verdade e a vida, e é nele que devemos confiar em todas as circunstâncias.
Que possamos, assim como Josué, permanecer firmes na fé e obedecer à lei de Cristo, confiando nele como nosso Salvador e Senhor. Que a nossa fidelidade a Deus seja uma luz para este mundo e um testemunho vivo do amor e da graça de Cristo.
Motivos de oração em Josué 23
Com base no capítulo 23 de Josué, podemos identificar três motivos de oração que podem nos inspirar em nossa caminhada espiritual:
Oração por fidelidade: Josué enfatiza a importância da fidelidade a Deus como a chave para desfrutarmos de suas bênçãos. Podemos orar para que Deus nos ajude a permanecer fiéis e obedientes a ele em todas as circunstâncias, mesmo diante das dificuldades e desafios da vida.
Oração por coragem: Josué alerta os líderes de Israel para a necessidade de serem corajosos e destemidos diante das batalhas da vida. Podemos orar para que Deus nos dê coragem e força para enfrentar as adversidades da vida e permanecer firmes em nossa fé.
Oração por obediência: Josué destaca a importância da obediência à lei de Deus como a chave para o sucesso e a prosperidade de Israel. Podemos orar para que Deus nos ajude a obedecer aos seus mandamentos e a viver de acordo com os seus ensinamentos, buscando sempre a sua vontade em nossa vida.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 22 é um capítulo emocionante que marca o final da conquista da Terra Prometida pelos filhos de Israel. Neste capítulo, encontramos a tribo de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés sendo enviados de volta para suas terras do outro lado do rio Jordão, depois de terem cumprido sua obrigação de ajudar na conquista de Canaã.
No entanto, antes de partirem, eles decidem construir um altar perto do rio Jordão como um memorial para as gerações futuras. Isso gera uma grande preocupação entre as outras tribos de Israel, que temem que esta ação seja vista como uma apostasia, uma vez que somente um altar poderia ser construído em Jerusalém.
Assim, uma delegação liderada pelo sumo sacerdote e líder tribal Fíneas é enviada para confrontar os construtores do altar. Após uma conversa franca, eles descobrem que a construção do altar era apenas um ato de memorial e não uma tentativa de criar um altar rival ao de Jerusalém. Como resultado, a delegação retorna a Jerusalém com a notícia de que tudo estava em ordem.
Este capítulo destaca a importância da comunicação clara e da busca pela unidade em meio às diferenças, além de servir como um lembrete para preservar a memória e a história do povo de Deus.
Esboço de Josué 22:
I. A despedida das tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés (22:1-9)
A. Josué abençoa as tribos e lhes dá permissão para retornar às suas terras
B. As tribos recebem instruções para obedecer à Lei e ajudar as outras tribos na conquista da Terra Prometida
C. As tribos recebem recompensas por sua fidelidade
II. A construção do altar perto do rio Jordão (22:10-20)
A. As tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés constroem um altar como um memorial perto do rio Jordão
B. As outras tribos de Israel ficam preocupadas e enviam uma delegação para confrontá-los
C. As tribos explicam que o altar é apenas um memorial e não uma tentativa de criar um altar rival
III. A resolução do conflito (22:21-34)
A. A delegação retorna a Jerusalém com a notícia de que tudo estava em ordem
B. As tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés são elogiadas por sua fidelidade e lealdade a Deus e às outras tribos de Israel
C. O capítulo termina com a paz e a unidade restauradas entre as tribos de Israel.
I. A despedida das tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés (22:1-9)
Josué convocou as tribos de Rúben, de Gade e a metade da tribo de Manassés
e lhes disse: “Vocês fizeram tudo o que Moisés, servo do Senhor, ordenou.
Durante muito tempo, e até hoje, vocês não abandonaram os seus irmãos, mas cumpriram a missão que o Senhor, o seu Deus, lhes entregou.
Agora que o Senhor, o seu Deus, já concedeu descanso aos seus irmãos israelitas, como tinha prometido, voltem para casa, para a terra que Moisés, servo do Senhor, lhes deu no outro lado do Jordão.
Mas guardem fielmente o mandamento e a lei que Moisés, servo do Senhor, lhes deu de amar o Senhor, o seu Deus, andar em todos os seus caminhos, obedecer aos seus mandamentos, apegar-se a ele e servi-lo de todo o coração e de toda a alma”.
Então Josué os abençoou e os despediu, e eles foram para casa.
( À metade da tribo de Manassés Moisés dera terras em Basã, e à outra metade da tribo Josué dera terras no lado oeste do Jordão, junto com outros israelitas. ) Ao mandá-los para casa, Josué os abençoou,
dizendo: “Voltem para casa com as riquezas que juntaram: grandes rebanhos, prata, ouro, bronze e ferro, e muitas roupas. Dividam com os seus irmãos os despojos de seus inimigos”.
Assim as tribos de Rúben, de Gade e a metade da tribo de Manassés deixaram os outros israelitas em Siló, na terra de Canaã, para voltarem para Gileade, sua própria terra, da qual se apossaram de acordo com a ordem do Senhor, dada por meio de Moisés.
Josué 22:1-9
Josué 22:1-9 conta sobre a despedida das tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés. Essas tribos foram autorizadas por Josué a retornar às suas terras do outro lado do rio Jordão, depois de terem cumprido sua obrigação de ajudar na conquista da Terra Prometida.
Ao abençoá-los, Josué deu instruções para que eles fossem obedientes à Lei e ajudassem as outras tribos na conquista da Terra Prometida. Ele também lhes deu recompensas por sua fidelidade.
Este texto destaca a importância da obediência e da lealdade a Deus e às outras tribos de Israel. As tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés cumpriram suas obrigações com fidelidade e foram abençoadas por isso.
Além disso, a despedida dessas tribos também mostra a importância do trabalho em equipe e do apoio mútuo. Eles não se preocuparam apenas com suas próprias terras, mas ajudaram na conquista de toda a Terra Prometida, mostrando assim um espírito de cooperação e fraternidade.
Podemos aplicar esses princípios em nossas próprias vidas, lembrando-nos de ser obedientes à vontade de Deus e leais aos nossos irmãos e irmãs em Cristo. Devemos trabalhar juntos para alcançar nossos objetivos e apoiar uns aos outros em todas as circunstâncias, demonstrando assim um espírito de amor e unidade.
II. A construção do altar perto do rio Jordão (22:10-20)
Quando chegaram a Gelilote, perto do Jordão, em Canaã, as tribos de Rúben, de Gade e a metade da tribo de Manassés construíram um imponente altar ali, junto ao Jordão.
E, quando os outros israelitas souberam que eles tinham construído o altar na fronteira de Canaã, em Gelilote, perto do Jordão, no lado israelita,
toda a comunidade de Israel reuniu-se em Siló para guerrear contra eles.
Então os israelitas enviaram Finéias, filho do sacerdote Eleazar, à terra de Gileade, às tribos de Rúben e Gade e à metade da tribo de Manassés.
Com ele enviaram dez líderes, um de cada tribo de Israel, sendo cada um deles chefe de suas respectivas famílias dentre os clãs israelitas.
Quando chegaram a Gileade, às tribos de Rúben e de Gade e à metade da tribo de Manassés, disseram-lhes:
“Assim diz toda a comunidade do Senhor: ‘Como foi que vocês cometeram essa infidelidade para com o Deus de Israel? Como foi que se afastaram do Senhor, construindo um altar para vocês, rebelando-se assim contra ele?
Já não nos bastou o pecado de Peor? Até hoje não nos purificamos daquele pecado, muito embora uma praga tenha caído sobre a comunidade do Senhor!
E agora vocês estão abandonando o Senhor! ” ‘Se hoje vocês se rebelarem contra o Senhor, amanhã a sua ira cairá sobre toda a comunidade de Israel.
Se a terra que vocês receberam como propriedade está contaminada, passem então para a terra que pertence ao Senhor, onde está o tabernáculo do Senhor, e se apossem de um território entre nós. Mas não se rebelem contra o Senhor nem contra nós, construindo para vocês um altar que não seja o altar do Senhor, do nosso Deus.
Quando Acã, filho de Zerá, foi infiel com relação às coisas consagradas, não caiu a ira sobre toda a comunidade de Israel? E ele não foi o único que morreu por causa do seu pecado’ “.
Josué 22:10-20
Josué 22:10-20 relata a construção de um altar perto do rio Jordão pelas tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés. Essa construção causou preocupação entre as outras tribos de Israel, que temiam que isso fosse visto como uma apostasia, uma vez que somente um altar poderia ser construído em Jerusalém.
No entanto, quando uma delegação liderada pelo sumo sacerdote e líder tribal Fíneas confrontou os construtores do altar, eles descobriram que o altar era apenas um ato de memorial e não uma tentativa de criar um altar rival ao de Jerusalém.
Este texto destaca a importância da comunicação clara e da busca pela unidade em meio às diferenças. As outras tribos de Israel assumiram que a construção do altar era uma apostasia, sem entender a verdadeira intenção das tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés. Mas quando a comunicação foi estabelecida, a paz e a unidade foram restauradas entre as tribos.
Além disso, a construção do altar como um memorial mostra a importância de preservar a memória e a história do povo de Deus. As tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés queriam deixar uma lembrança duradoura da fidelidade de Deus em sua conquista da Terra Prometida.
Podemos aplicar esses princípios em nossas próprias vidas, lembrando-nos de buscar a comunicação clara e a unidade em meio às diferenças. Também devemos valorizar e preservar a memória e a história do povo de Deus, lembrando-nos sempre de Sua fidelidade em nossas vidas.
III. A resolução do conflito (22:21-34)
Então as tribos de Rúben, de Gade e a metade da tribo de Manassés responderam aos chefes dos clãs de Israel:
“O Poderoso, Deus, o Senhor! O Poderoso, Deus, o Senhor! Ele sabe! E que Israel o saiba! Se agimos com rebelião ou infidelidade para com o Senhor, não nos poupem hoje.
Se construímos nosso próprio altar para nos afastarmos do Senhor e para oferecermos holocaustos e ofertas de cereal, ou sacrifícios de comunhão sobre ele, que o próprio Senhor nos peça contas disso!
“Ao contrário! Fizemos isso temendo que no futuro os seus descendentes dissessem aos nossos: ‘Que relação vocês têm com o Senhor, com o Deus de Israel?
Homens de Rúben e de Gade! O Senhor fez do Jordão uma fronteira entre nós e vocês. Vocês não têm parte com o Senhor’. Assim os seus descendentes poderiam levar os nossos a deixarem de temer o Senhor.
“É por isso que resolvemos construir um altar, não para holocaustos ou sacrifícios,
mas, para que esse altar sirva de testemunho entre nós e vocês e as gerações futuras, de que cultuaremos o Senhor em seu santuário com nossos holocaustos, sacrifícios e ofertas de comunhão. Então, no futuro, os seus descendentes não poderão dizer aos nossos: ‘Vocês não têm parte com o Senhor’.
“E dissemos: Se algum dia disserem isso a nós ou aos nossos descendentes, responderemos: Vejam a réplica do altar do Senhor que os nossos antepassados construíram, não para holocaustos ou sacrifícios, mas como testemunho entre nós e vocês.
“Longe de nós nos rebelarmos contra o Senhor e nos afastarmos dele, construindo para holocaustos, ofertas de cereal e sacrifícios um altar que não seja o altar do Senhor, do nosso Deus, que está diante do seu tabernáculo! ”
Quando o sacerdote Finéias e os líderes da comunidade, os chefes dos clãs dos israelitas, ouviram o que os homens de Rúben, de Gade e de Manassés disseram, deram-se por satisfeitos.
E Finéias, filho do sacerdote Eleazar, disse a Rúben, a Gade e a Manassés: “Hoje sabemos que o Senhor está conosco, pois vocês não foram infiéis para com o Senhor. E assim vocês livraram os israelitas da mão do Senhor”.
Então Finéias, filho do sacerdote Eleazar, e os líderes voltaram do encontro com os homens de Rúben e de Gade em Gileade, e foram para Canaã dar relatório aos outros israelitas.
Estes se alegraram com o relatório e louvaram a Deus. E não mais falaram em guerrear contra as tribos de Rúben e de Gade, nem em devastar a região onde eles viviam.
Os homens de Rúben e de Gade deram ao altar este nome: Um Testemunho Entre Nós de que o Senhor é Deus.
Josué 22:21-34
Josué 22:21-34 relata a resolução do conflito causado pela construção do altar pelas tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés. Depois que a delegação liderada pelo sumo sacerdote e líder tribal Fíneas confrontou os construtores do altar, eles descobriram que o altar era apenas um ato de memorial e não uma tentativa de criar um altar rival ao de Jerusalém.
Com a paz e a unidade restauradas entre as tribos de Israel, as tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés foram elogiadas por sua fidelidade e lealdade a Deus e às outras tribos de Israel. Isso demonstra a importância da confiança e da fidelidade em nossos relacionamentos.
Este texto também destaca a importância de buscar a verdade e não assumir as coisas sem verificar os fatos. As outras tribos de Israel assumiram que a construção do altar era uma apostasia, sem verificar as verdadeiras intenções das tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés.
Além disso, o capítulo termina com uma nota de paz e unidade restaurada entre as tribos de Israel. Isso nos lembra a importância de buscar a paz e a reconciliação em nossos relacionamentos.
Podemos aplicar esses princípios em nossas próprias vidas, lembrando-nos de sermos fiéis e confiáveis em nossos relacionamentos. Também devemos buscar a verdade e não assumir as coisas sem verificar os fatos. E, finalmente, devemos buscar a paz e a reconciliação em nossos relacionamentos, sempre trabalhando pela unidade e harmonia.
Reflexão de Josué 22 para os nossos dias
Meus amados irmãos e irmãs em Cristo, ao ler sobre a construção do altar perto do rio Jordão em Josué 22, somos lembrados de como a história do povo de Deus é rica em simbolismo e significado. Pois assim como as tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés construíram um altar como um memorial de sua fidelidade a Deus, nós também temos um memorial de nossa fidelidade em Cristo.
Este memorial é a cruz de Cristo, onde Ele derramou Seu sangue para nos redimir do pecado e da morte. Assim como o altar construído pelas tribos de Israel, a cruz de Cristo é um lembrete constante de Sua fidelidade e amor por nós.
No entanto, assim como as outras tribos de Israel se preocuparam com a construção do altar, muitas vezes também nos preocupamos com coisas que não são realmente importantes. Nos preocupamos com as coisas deste mundo, em vez de nos concentrarmos em Cristo e em Seu sacrifício na cruz.
Mas assim como a delegação liderada por Fíneas descobriu a verdadeira intenção das tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés, devemos buscar a verdade em Cristo e em Sua Palavra. Devemos nos concentrar em Sua fidelidade e amor por nós, em vez de nos preocuparmos com as coisas efêmeras deste mundo.
E, finalmente, assim como a resolução do conflito trouxe paz e unidade entre as tribos de Israel, a cruz de Cristo traz paz e unidade entre nós como Seus seguidores. Pois Ele nos chamou para sermos um em Seu amor, trabalhando juntos para proclamar Sua mensagem de salvação a todos.
Portanto, meus irmãos e irmãs, que possamos nos lembrar da cruz de Cristo como nosso memorial de fidelidade, buscar a verdade em Sua Palavra e trabalhar pela paz e unidade em Seu amor. Que Deus nos abençoe em nossa jornada de fé.
Motivos de oração em Josué 22
Pela unidade e reconciliação entre irmãos: A construção do altar pelas tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés causou uma grande preocupação entre as outras tribos de Israel. Mas, graças à comunicação clara e à busca pela verdade, a paz e a unidade foram restauradas entre eles. Podemos orar por unidade e reconciliação entre irmãos e irmãs em Cristo, especialmente quando surgem mal-entendidos e conflitos.
Pela preservação da memória e da história do povo de Deus: A construção do altar perto do rio Jordão como um memorial pela fidelidade de Deus na conquista da Terra Prometida é um lembrete da importância de preservar a memória e a história do povo de Deus. Podemos orar para que Deus nos ajude a lembrar Sua fidelidade em nossas vidas e a preservar Sua Palavra e os ensinamentos de nossos antepassados na fé.
Pela fidelidade e obediência a Deus: As tribos de Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés foram fiéis e obedientes à vontade de Deus em sua missão de conquistar a Terra Prometida. Podemos orar para que Deus nos ajude a sermos fiéis e obedientes à Sua vontade em nossas próprias vidas, e a confiar em Sua fidelidade e amor por nós em todas as circunstâncias.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 21 registra a distribuição das cidades levíticas para os filhos de Levi, que não receberam herança de terras, mas receberam a responsabilidade de servir no tabernáculo e no templo. Após a conquista de Canaã, as doze tribos de Israel foram designadas para receber suas heranças de terras, e Josué obedeceu às ordens de Deus de separar 48 cidades para os levitas, espalhadas por toda a terra.
Este capítulo é importante porque mostra a fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas para com os levitas, apesar de terem sido excluídos da divisão territorial. Além disso, destaca a importância da adoração e do serviço a Deus, representados pela responsabilidade dos levitas em cuidar do tabernáculo e do templo. As cidades levíticas não eram apenas lugares para os levitas morarem, mas também serviam como centros religiosos para o povo de Israel, onde eram ensinados os mandamentos de Deus.
Este capítulo também nos ensina sobre a importância da generosidade e da justiça, já que as cidades levíticas eram dadas para os levitas, como uma forma de sustento e de cuidado para com eles. Deus sempre cuida daqueles que O servem fielmente e espera que nós também sejamos generosos e justos com aqueles que nos servem.
Esboço de Josué 21:
I. Distribuição das cidades levíticas (21:1-3)
A. Introdução à distribuição das cidades
B. Os líderes das tribos de Israel concedem as cidades levíticas
II. Cidades dos levitas na tribo de Judá (21:4-19)
A. As cidades atribuídas aos coatitas
B. As cidades atribuídas aos gersonitas
C. As cidades atribuídas aos meraritas
III. Cidades dos levitas na tribo de Simeão (21:4-9)
IV. Cidades dos levitas na tribo de Benjamim (21:10-19)
V. Cidades dos levitas na tribo de Efraim (21:20-22)
VI. Cidades dos levitas na tribo de Dã (21:23-24)
VII. Cidades dos levitas na tribo de Manassés (21:25-26)
VIII. Cidades dos levitas na tribo de Issacar (21:27)
IX. Cidades dos levitas na tribo de Aser (21:28-29)
X. Cidades dos levitas na tribo de Naftali (21:30-31)
XI. Conclusão da distribuição das cidades levíticas (21:32-42)
A. Um resumo da distribuição das cidades
B. Deus cumpre Suas promessas
XII. Conclusão do livro de Josué (21:43-45)
A. A Terra Prometida foi conquistada
B. Deus cumpre todas as Suas promessas.
Os chefes de família dos levitas se aproximaram do sacerdote Eleazar, de Josué, filho de Num, e dos chefes das outras famílias das tribos dos israelitas
em Siló, na terra de Canaã, e lhes disseram: “O Senhor ordenou por meio de Moisés que vocês nos dessem cidades onde possamos habitar, e pastagens para os nossos animais”.
Por isso, de acordo com a ordem do Senhor, os israelitas deram da sua própria herança as seguintes cidades com suas pastagens aos levitas…
Josué 21:1-3
O capítulo 21 do livro de Josué inicia com a distribuição das cidades levíticas para os filhos de Levi, que não receberam herança de terras como as demais tribos de Israel, mas foram escolhidos para servir no tabernáculo e no templo. Essa distribuição foi cumprimento da promessa de Deus, que havia reservado essas cidades para os levitas como uma herança perpétua (Números 35:1-8).
Os líderes das tribos de Israel reconheceram a importância do serviço dos levitas e prontamente concordaram em ceder as cidades levíticas. Assim, eles designaram 48 cidades, juntamente com seus pastos, para os levitas. A tribo de Levi foi dividida em três famílias: os coatitas, gersonitas e meraritas, e cada uma delas recebeu uma porção de cidades.
Esse trecho de Josué nos ensina sobre a importância do serviço e da adoração a Deus. Os levitas eram responsáveis por cuidar do tabernáculo e do templo, garantindo que a adoração a Deus fosse feita de forma correta e digna. O povo de Israel entendia que o serviço dos levitas era vital para manter a comunhão com Deus e por isso, concordaram em conceder-lhes as cidades levíticas.
Podemos aplicar essa lição em nossas vidas hoje. Assim como os levitas, fomos chamados para servir a Deus em nossas igrejas e comunidades. Devemos entender que nosso serviço é importante para manter a adoração a Deus de forma correta e digna. Além disso, é importante lembrar que Deus sempre cuida daqueles que O servem fielmente e espera que sejamos generosos e justos com aqueles que nos servem.
II. Cidades dos levitas na tribo de Judá (21:4-19)
No capítulo 21 de Josué, encontramos a distribuição das cidades levíticas pelas diferentes tribos de Israel. Na primeira parte deste capítulo, nos deparamos com as cidades levíticas atribuídas à tribo de Judá.
As cidades atribuídas aos coatitas foram Hebrão, Libna, Jatir, Estemoa, Holom, Debir, Aisém, Jutá e Bete-Semes. Já as cidades atribuídas aos gersonitas foram Gibeom, Ramá, Beerote e Jazer, enquanto as cidades atribuídas aos meraritas foram Jocneão, Zora, Carta, Dimna e Naalal.
Essa divisão das cidades entre as diferentes famílias de levitas não foi aleatória, mas seguia uma ordem e propósito divinos. O objetivo principal da distribuição das cidades era que os levitas pudessem cumprir suas funções sacerdotais e de adoração a Deus, enquanto ao mesmo tempo, estavam espalhados em diferentes regiões do território israelita para poderem servir a todo o povo.
Ainda hoje, podemos extrair lições importantes desse trecho bíblico. Em primeiro lugar, aprendemos que Deus é um Deus organizado e que estabelece ordem em todas as coisas. Em segundo lugar, entendemos que o serviço a Deus é uma tarefa que deve ser realizada em conjunto, com cada pessoa fazendo sua parte de forma efetiva. Por fim, entendemos que devemos ser gratos pelos líderes e servos de Deus, que nos ajudam a manter nossa comunhão com Ele e a crescer em nossa fé.
Que possamos, assim como os levitas, nos dedicar a servir a Deus com todo o nosso coração e empenho, cumprindo nossa parte em Sua obra.
III. Cidades dos levitas na tribo de Simeão (21:4-9)
A sorte saiu primeiro para os coatitas, clã por clã. Os levitas, que eram descendentes do sacerdote Arão, receberam treze cidades das tribos de Judá, de Simeão e de Benjamim.
Os outros descendentes de Coate receberam dez cidades dos clãs das tribos de Efraim e de Dã, e da metade da tribo de Manassés.
Os descendentes de Gérson receberam treze cidades dos clãs das tribos de Issacar, de Aser e de Naftali, e da metade da tribo de Manassés estabelecida em Basã.
Os descendentes de Merari, clã por clã, receberam doze cidades das tribos de Rúben, de Gade e de Zebulom.
Dessa maneira os israelitas deram aos levitas essas cidades com suas pastagens, como o Senhor tinha ordenado por meio de Moisés.
Das tribos de Judá e de Simeão, os israelitas deram as seguintes cidades, indicadas nominalmente.
Josué 21:4-9
O capítulo 21 de Josué continua a narrativa da distribuição das cidades levíticas e agora se concentra na tribo de Simeão. Diferentemente de outras tribos que receberam muitas cidades, a tribo de Simeão teve apenas treze cidades atribuídas, das quais quatro foram designadas para os levitas.
As cidades levíticas na tribo de Simeão foram: Jatir, Soco, Zanoa, Cain, Gibeá, Timna, Bete-Marcabote, Hazar-Susa, Bete-Lebaote e Saruém. Dessas, quatro cidades foram dadas aos levitas, que eram as cidades de Beerseba, Seba e Molada, e Hazar-Sual.
É importante notar que a tribo de Simeão originalmente havia recebido sua porção de terras dentro do território de Judá, mas acabou recebendo outras cidades em uma segunda distribuição de terras. Isso mostra como a distribuição das terras foi flexível e adaptável às necessidades do povo de Israel.
Além disso, essa distribuição das cidades também é um exemplo da generosidade do povo de Israel para com os levitas. Eles reconheceram a importância do serviço dos levitas na adoração e cuidado do templo e, portanto, lhes concederam cidades para que pudessem servir a todo o povo de Israel.
Podemos aplicar essa lição em nossas vidas hoje, reconhecendo a importância dos líderes e servos de Deus em nossas igrejas e comunidades. Devemos ser gratos pelo serviço que eles prestam, bem como por sua dedicação e generosidade em ajudar a manter a comunhão com Deus e a crescer em nossa fé.
IV. Cidades dos levitas na tribo de Benjamim (21:10-19)
Foram dadas aos descendentes de Arão que pertenciam aos clãs coatitas dos levitas, pois para eles saiu a primeira sorte:
Quiriate-Arba, que é Hebrom, com as suas pastagens ao redor, nos montes de Judá. ( Arba era antepassado de Enaque. )
Mas os campos e os povoados em torno da cidade foram dados a Calebe, filho de Jefoné, como sua propriedade.
Assim, aos descendentes do sacerdote Arão deram Hebrom, cidade de refúgio para os acusados de homicídio, Libna,
Jatir, Estemoa,
Holom, Debir,
Aim, Jutá e Bete-Semes, cada qual com os seus arredores. Foram nove cidades dadas por essas duas tribos.
Da tribo de Benjamim deram-lhes Gibeom, Geba,
Anatote e Almom, cada qual com os seus arredores. Eram quatro cidades.
Todas as cidades dadas aos sacerdotes, descendentes de Arão, foram treze; cada qual com os seus arredores.
Josué 21:10-19
Continuando a narrativa da distribuição das cidades levíticas, o capítulo 21 de Josué agora se concentra na tribo de Benjamim. Nessa tribo, quatro cidades foram designadas aos levitas: Gibeá, Geba, Anatote e Almon.
É interessante notar que essas quatro cidades são as mesmas mencionadas em 1 Samuel 13:2 como tendo um papel importante na história de Saul, o primeiro rei de Israel. Gibeá, em particular, é o local onde nasceu o rei Saul e, mais tarde, onde ocorreu um episódio trágico envolvendo uma concubina e os homens de Gibeá (Juízes 19-21).
Essa conexão entre as cidades levíticas e a história de Saul destaca a importância do serviço dos levitas no contexto do governo e da liderança do povo de Israel. Embora os levitas não exercessem papéis políticos oficiais, seu serviço era vital para manter a ordem e a adoração a Deus na sociedade israelita.
Essa lição é igualmente relevante para nós hoje, em nossas igrejas e comunidades. O serviço a Deus é uma tarefa vital que ajuda a manter nossa comunhão com Ele e a construir relacionamentos saudáveis uns com os outros. Embora possa parecer que nossas contribuições são pequenas ou insignificantes, a verdade é que cada um de nós tem um papel importante a desempenhar na obra de Deus.
Portanto, que possamos ser gratos pelos líderes e servos de Deus que nos ajudam a crescer em nossa fé e a manter nossa adoração a Deus em ordem. E que possamos encontrar maneiras de servir e contribuir para a obra de Deus em nossas próprias comunidades.
V. Cidades dos levitas na tribo de Efraim (21:20-22)
Os outros clãs coatitas dos levitas receberam cidades da tribo de Efraim.
Nos montes de Efraim receberam Siquém, cidade de refúgio para os acusados de homicídio, Gezer,
Quibzaim e Bete-Horom, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades.
Josué 21:20-22
No capítulo 21 de Josué, encontramos a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Agora, o texto destaca as cidades levíticas na tribo de Efraim, que foram atribuídas aos coatitas.
As cidades levíticas em Efraim foram: Siquém, na região montanhosa, Gezer, Geba, Bete-Horom e Aijalom. Essas cidades eram estrategicamente localizadas em regiões chave, que permitiam aos levitas servirem a população de toda a tribo de Efraim.
Além disso, o texto destaca que os levitas não apenas receberam as cidades para morar, mas também receberam pastagens para seus animais. Essa provisão mostra a preocupação do povo de Israel em cuidar e sustentar os levitas, reconhecendo a importância de seu serviço na adoração a Deus.
Essa preocupação com o cuidado e sustento dos levitas destaca a importância do serviço a Deus em nossas vidas. Como cristãos, somos chamados a servir a Deus em nossas igrejas e comunidades, e devemos ser gratos pelos líderes e servos de Deus que nos ajudam a crescer em nossa fé.
Além disso, devemos ser generosos e justos com aqueles que nos servem. Assim como os levitas, aqueles que dedicam suas vidas ao serviço de Deus merecem nosso respeito e cuidado, e devemos fazer o nosso melhor para apoiá-los em sua obra.
Que possamos ser fiéis em nosso serviço a Deus, dedicando nossos talentos e recursos para Sua obra. E que possamos mostrar amor e cuidado aos líderes e servos de Deus em nossas vidas, reconhecendo sua importância em nossas comunidades e ajudando a mantê-los firmes em sua fé.
VI. Cidades dos levitas na tribo de Dã (21:23-24)
Também da tribo de Dã receberam Elteque, Gibetom,
Aijalom e Gate-Rimom, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades.
Josué 21:23,24
O capítulo 21 de Josué registra a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Agora, o texto destaca as cidades levíticas na tribo de Dã.
As cidades levíticas na tribo de Dã foram: Elteque, Gibetom, Aijalom e Gate-Rimom. Essas cidades estavam localizadas no extremo norte do território israelita e, portanto, permitiam que os levitas atendessem às necessidades de adoração da população em toda a região.
É interessante notar que o texto destaca a importância da fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas. Ele havia prometido a Moisés que os levitas receberiam as cidades levíticas como uma herança perpétua, e agora, essa promessa estava sendo cumprida.
Essa ênfase na fidelidade de Deus é uma lembrança para nós de que Deus sempre cumpre Suas promessas. Podemos confiar em Sua fidelidade e na verdade de Sua palavra. Além disso, a distribuição das cidades levíticas nos ensina sobre a importância da adoração e do serviço a Deus. Os levitas foram escolhidos para servir no tabernáculo e no templo, ajudando a manter a adoração a Deus em ordem e a ensinar os mandamentos de Deus ao povo.
Hoje, como cristãos, somos chamados a servir a Deus em nossas igrejas e comunidades. Devemos buscar a fidelidade a Deus em todas as áreas de nossas vidas, lembrando-nos de que Ele cumpre Suas promessas e nos ajudará em nossa jornada de fé.
Que possamos ser fiéis em nosso serviço a Deus, reconhecendo a importância da adoração e do serviço na construção de relacionamentos saudáveis com Deus e com os outros. E que possamos confiar na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas em nossas vidas.
VII. Cidades dos levitas na tribo de Manassés (21:25-26)
Da meia tribo de Manassés receberam Taanaque e Gate-Rimom, cada qual com os seus arredores. Eram duas cidades.
Todas essas dez cidades e seus arredores foram dadas aos outros clãs coatitas.
Josué 21:25,26
O capítulo 21 de Josué apresenta a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Agora, o texto destaca as cidades levíticas na tribo de Naftali.
As cidades levíticas na tribo de Naftali foram: Quedes, na Galiléia, Hamote-Dor e Cartemom. Essas cidades estavam localizadas no extremo norte do território israelita, próximo à fronteira com o Líbano, e permitiam que os levitas atendessem às necessidades de adoração da população em toda a região.
É interessante notar que o texto destaca que todas essas cidades foram dadas aos levitas juntamente com seus pastos. Isso mostra a preocupação do povo de Israel em garantir que os levitas tivessem meios para sustentar a si mesmos e suas famílias enquanto serviam a Deus.
Essa preocupação com o sustento dos levitas destaca a importância do serviço a Deus em nossas vidas. Como cristãos, somos chamados a servir a Deus em nossas igrejas e comunidades, e devemos ser gratos pelos líderes e servos de Deus que nos ajudam a crescer em nossa fé.
Além disso, devemos ser generosos e justos com aqueles que nos servem. Assim como os levitas, aqueles que dedicam suas vidas ao serviço de Deus merecem nosso respeito e cuidado, e devemos fazer o nosso melhor para apoiá-los em sua obra.
Que possamos ser fiéis em nosso serviço a Deus, dedicando nossos talentos e recursos para Sua obra. E que possamos mostrar amor e cuidado aos líderes e servos de Deus em nossas vidas, reconhecendo sua importância em nossas comunidades e ajudando a mantê-los firmes em sua fé.
VIII. Cidades dos levitas na tribo de Issacar (21:27)
Os clãs levitas gersonitas receberam da metade da tribo de Manassés: Golã, em Basã, cidade de refúgio para os acusados de homicídio, e Beesterá, cada qual com os seus arredores. Foram duas cidades.
Josué 21:27
O capítulo 21 de Josué apresenta a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Agora, o texto destaca as cidades levíticas na tribo de Aser.
As cidades levíticas na tribo de Aser foram: Misal, Abdom, Helcate e Reobe. Assim como nas outras tribos, essas cidades foram dadas aos levitas para que eles pudessem cumprir suas funções sacerdotais e de adoração a Deus, enquanto ao mesmo tempo, estavam espalhados em diferentes regiões do território israelita para poderem servir a todo o povo.
É interessante notar que o texto destaca que essas cidades foram dadas aos levitas “juntamente com suas pastagens”. Isso mostra que o povo de Israel estava preocupado não apenas em garantir que os levitas tivessem um lugar para morar, mas também em fornecer os meios para que eles pudessem cuidar de seus animais e, assim, sustentar a si mesmos e suas famílias enquanto serviam a Deus.
Essa preocupação com o sustento dos levitas destaca a importância do serviço a Deus em nossas vidas. Como cristãos, somos chamados a servir a Deus em nossas igrejas e comunidades, e devemos ser gratos pelos líderes e servos de Deus que nos ajudam a crescer em nossa fé.
Além disso, devemos ser generosos e justos com aqueles que nos servem. Assim como os levitas, aqueles que dedicam suas vidas ao serviço de Deus merecem nosso respeito e cuidado, e devemos fazer o nosso melhor para apoiá-los em sua obra.
IX. Cidades dos levitas na tribo de Aser (21:28-29)
Receberam da tribo de Issacar: Quisiom, Daberate,
Jarmute e En-Ganim, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades.
Josué 21:28,29
O capítulo 21 de Josué registra a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Neste trecho, o texto destaca as cidades levíticas na tribo de Naftali, que foram dadas aos coatitas.
Ao final da narrativa da distribuição das cidades levíticas, o texto destaca que a distribuição foi concluída e que, assim, todas as promessas de Deus foram cumpridas em relação à conquista e divisão da terra prometida.
Essa ênfase na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas é uma lembrança para nós de que podemos confiar na verdade de Sua palavra e em Sua fidelidade em cumprir aquilo que prometeu. Além disso, essa conclusão da distribuição das cidades levíticas mostra que a adoração e o serviço a Deus eram uma parte central da vida israelita, e que o povo de Israel levava a sério a importância dessas funções.
Hoje, como cristãos, também devemos levar a sério a adoração e o serviço a Deus em nossas vidas. Devemos ser fiéis em nossos compromissos e em nossos deveres para com Deus, mostrando amor e cuidado aos líderes e servos de Deus em nossas igrejas e comunidades.
Além disso, podemos ter confiança na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas em nossas vidas. Se nos comprometermos com Ele e buscarmos fazer Sua vontade, podemos ter a certeza de que Ele estará conosco e nos ajudará em nossa jornada de fé.
Que possamos ser fiéis em nosso serviço a Deus e confiar em Sua fidelidade em cumprir Suas promessas em nossas vidas. Que possamos levar a sério a adoração e o serviço a Deus em nossas igrejas e comunidades, mostrando amor e cuidado aos líderes e servos de Deus.
X. Cidades dos levitas na tribo de Naftali (21:30-31)
Receberam da tribo de Aser: Misal, Abdom,
Helcate e Reobe, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades.
Josué 21:30,31
O capítulo 21 de Josué registra a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Neste trecho, o texto destaca que o sumo sacerdote Eleazar e o líder tribal Josué receberam a responsabilidade de garantir que a distribuição fosse realizada de acordo com as instruções de Deus.
Além disso, o texto destaca que a distribuição das cidades levíticas foi concluída em conformidade com todas as instruções que Deus havia dado a Moisés. Isso mostra a importância de seguir as instruções de Deus em nossas vidas, para que possamos viver de acordo com Sua vontade e propósito.
Essa ênfase na importância de seguir as instruções de Deus também destaca a importância da liderança em nossas vidas. Assim como Josué e Eleazar foram responsáveis por garantir que a distribuição das cidades levíticas fosse realizada corretamente, também temos líderes em nossas igrejas e comunidades que nos ajudam a crescer em nossa fé e nos guiam no caminho de Deus.
Portanto, devemos mostrar respeito e apreço pelos nossos líderes, buscando aprender com eles e apoiá-los em sua obra. Além disso, devemos ser fiéis em nosso serviço a Deus, seguindo Suas instruções e vivendo de acordo com Sua vontade.
Que possamos ser guiados pela liderança que Deus colocou em nossas vidas, seguindo Suas instruções e servindo-o fielmente em nossas igrejas e comunidades. E que possamos ter a certeza de que, quando seguimos as instruções de Deus, podemos ter a certeza de que estamos vivendo de acordo com Seu propósito e vontade.
XI. Conclusão da distribuição das cidades levíticas (21:32-42)
Receberam da tribo de Naftali: Quedes, na Galiléia, cidade de refúgio dos acusados de homicídio, Hamote-Dor e Cartã, cada qual com os seus arredores. Foram três cidades.
Todas as cidades dos clãs gersonitas foram treze.
Os clãs meraritas, o restante dos levitas, receberam as seguintes cidades: Da tribo de Zebulom: Jocneão, Cartá,
Dimna e Naalal, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades.
Da tribo de Rúben: Bezer, Jaza,
Quedemote e Mefaate, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades.
Da tribo de Gade: em Gileade, Ramote, cidade de refúgio dos acusados de homicídio, Maanaim,
Hesbom e Jazar, cada qual com os seus arredores. Foram quatro cidades ao todo.
Todas as cidades dadas aos clãs meraritas, que eram o restante dos levitas, foram doze.
No total, as cidades dos levitas nos territórios dos outros israelitas foram quarenta e oito cidades com os seus arredores.
Cada uma de todas essas cidades tinha pastagens ao seu redor.
Josué 21:32-42
O capítulo 21 de Josué registra a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Neste trecho final, o texto destaca as cidades levíticas na tribo de Rúben, na tribo de Gade e na metade da tribo de Manassés.
Essas cidades foram dadas aos levitas para que eles pudessem cumprir suas funções sacerdotais e de adoração a Deus. Assim, os levitas foram espalhados em diferentes regiões do território israelita para poderem servir a todo o povo.
É interessante notar que o texto destaca que a distribuição das cidades levíticas foi feita de acordo com a palavra de Deus, cumprindo todas as Suas promessas em relação à conquista e divisão da terra prometida.
Essa ênfase na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas é uma lembrança para nós de que podemos confiar na verdade de Sua palavra e em Sua fidelidade em cumprir aquilo que prometeu. Além disso, essa distribuição das cidades levíticas mostra a importância da adoração e do serviço a Deus na vida israelita, e a preocupação do povo em garantir que os levitas tivessem meios para sustentar a si mesmos e suas famílias enquanto serviam a Deus.
Hoje, como cristãos, também devemos levar a sério a adoração e o serviço a Deus em nossas vidas. Devemos ser fiéis em nossos compromissos e em nossos deveres para com Deus, mostrando amor e cuidado aos líderes e servos de Deus em nossas igrejas e comunidades.
Além disso, podemos ter confiança na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas em nossas vidas. Se nos comprometermos com Ele e buscarmos fazer Sua vontade, podemos ter a certeza de que Ele estará conosco e nos ajudará em nossa jornada de fé.
XII. Conclusão do livro de Josué (21:43-45)
Assim o Senhor deu aos israelitas toda a terra que tinha prometido sob juramento aos seus antepassados, e eles tomaram posse dela e se estabeleceram ali.
O Senhor lhes concedeu descanso de todos os lados, como tinha jurado aos seus antepassados. Nenhum dos seus inimigos pode resisti-los, pois o Senhor entregou a todos eles em suas mãos.
De todas as boas promessas do Senhor à nação de Israel, nenhuma delas falhou; todas se cumpriram.
Josué 21:43-45
O capítulo 21 de Josué registra a distribuição das cidades levíticas nas diferentes tribos de Israel. Neste trecho final, o texto destaca a conclusão da conquista e divisão da terra prometida, afirmando que Deus havia cumprido todas as Suas promessas em relação a isso.
Essa afirmação destaca a fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas e em ajudar o povo de Israel a cumprir Sua vontade. Isso também destaca a importância da obediência e fidelidade do povo de Israel em seguir as instruções de Deus e confiar em Sua liderança.
Hoje, como cristãos, também podemos confiar na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas em nossas vidas. Se buscarmos fazer Sua vontade e seguir Suas instruções, podemos ter a certeza de que Ele estará conosco e nos ajudará em nossa jornada de fé.
Além disso, devemos ser gratos pela fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas, e por Sua ajuda em nossas vidas. Devemos viver em obediência e fidelidade a Ele, buscando cumprir Sua vontade e servindo-o fielmente em nossas igrejas e comunidades.
Reflexão de Josué 21 para os nossos dias
Meus amados irmãos e irmãs em Cristo, ao lermos o capítulo 21 de Josué, podemos encontrar muitas lições que se aplicam a nossas vidas como cristãos nos dias de hoje.
Em primeiro lugar, é notável como o povo de Israel levou a sério a adoração e o serviço a Deus. Eles garantiram que os levitas tivessem lugares para viver e sustentar suas famílias enquanto serviam a Deus. Isso nos lembra da importância de servir a Deus e apoiar aqueles que dedicam suas vidas ao Seu serviço.
No entanto, também é importante lembrar que a distribuição das cidades levíticas foi feita de acordo com as instruções de Deus. Isso destaca a importância de seguir a vontade de Deus em nossas vidas, para que possamos cumprir Sua obra de maneira fiel e verdadeira.
Mas a lição mais importante que podemos tirar deste capítulo é a fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas. O texto destaca que todas as promessas de Deus foram cumpridas em relação à conquista e divisão da terra prometida. Isso nos lembra da fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas em nossas vidas, se buscarmos fazer Sua vontade e seguir Suas instruções.
E, como cristãos, sabemos que a maior promessa de Deus foi cumprida em Cristo Jesus. Ele veio ao mundo para nos salvar e nos reconciliar com Deus, cumprindo a promessa do Messias. E, assim como Deus foi fiel em cumprir essa promessa, podemos ter a certeza de que Ele será fiel em cumprir todas as Suas promessas em nossas vidas.
Portanto, meus irmãos e irmãs, que possamos ser fiéis em nosso serviço a Deus, seguindo Suas instruções e vivendo de acordo com Sua vontade. E que possamos confiar na fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas em nossas vidas, através de Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador.
Motivos de oração em Josué 21
Agradecimento a Deus pela Sua fidelidade em cumprir Suas promessas – Josué 21 destaca a fidelidade de Deus em cumprir todas as Suas promessas em relação à conquista e divisão da terra prometida. Podemos orar agradecendo a Deus por Sua fidelidade em nossas vidas, por cumprir Suas promessas e por nos ajudar em nossa jornada de fé.
Sabedoria e orientação na liderança e serviço a Deus – O texto destaca a importância da liderança em garantir que a distribuição das cidades levíticas fosse realizada corretamente. Podemos orar por sabedoria e orientação na liderança e no serviço a Deus em nossas igrejas e comunidades, para que possamos ser fiéis em cumprir Sua vontade e propósito.
Apoio e cuidado pelos líderes e servos de Deus – O povo de Israel garantiu que os levitas tivessem lugares para viver e sustentar suas famílias enquanto serviam a Deus. Podemos orar por apoio e cuidado pelos líderes e servos de Deus em nossas igrejas e comunidades, para que possam continuar a fazer a obra de Deus com excelência e dedicação.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 20 é um importante momento na história da conquista de Canaã pelos israelitas. Nele, Deus ordena que sejam estabelecidas cidades de refúgio, onde os acusados de assassinato poderiam se refugiar e ter um julgamento justo.
Essas cidades eram especialmente importantes em uma sociedade onde a vingança era comum, pois permitiam que as pessoas evitassem a justiça pelas próprias mãos e recebessem um julgamento justo. O capítulo estabelece a localização das seis cidades de refúgio em toda a terra prometida.
Além disso, o capítulo também destaca o cuidado de Deus com o seu povo, que provê para a sua segurança e proteção. Em sua soberania, Deus garante que nenhuma injustiça seja feita contra qualquer um de seus filhos e que a justiça seja feita da maneira correta.
O capítulo 20 de Josué serve como um lembrete da importância da justiça e da proteção da vida humana. Ele mostra a preocupação de Deus com a justiça e o cuidado que Ele tem com o Seu povo.
Esboço de Josué 20:
I. A ordem de Deus para estabelecer as cidades de refúgio (20:1-2)
A. O Senhor fala a Josué (20:1)
B. A ordem para estabelecer as cidades de refúgio (20:2)
II. As cidades de refúgio e seu propósito (20:3-6)
A. As cidades de refúgio devem ser estabelecidas (20:3)
B. As cidades de refúgio são para proteger os acusados de assassinato (20:4)
C. As cidades de refúgio devem estar abertas para todos os que precisarem (20:5)
D. As cidades de refúgio são um lugar seguro até o julgamento (20:6)
III. As cidades de refúgio designadas por Deus (20:7-9)
A. Quatro cidades de refúgio devem ser estabelecidas a leste do Jordão (20:7)
B. Duas cidades de refúgio devem ser estabelecidas a oeste do Jordão (20:8)
C. A designação das cidades de refúgio é feita pelos líderes das tribos (20:9)
I. A ordem para estabelecer as cidades de refúgio (20:1-2)
Disse o Senhor a Josué:
“Diga aos israelitas que designem as cidades de refúgio, como lhes ordenei por meio de Moisés,
Josué 20:1,2
Josué 20:1-2 narra a ordem de Deus para Josué estabelecer as cidades de refúgio em toda a terra prometida. Deus fala diretamente com Josué, indicando que Ele está guiando e protegendo o Seu povo em todos os aspectos de suas vidas.
As cidades de refúgio eram estabelecidas para proteger aqueles que haviam cometido assassinato sem intenção de matar. Essas pessoas poderiam se refugiar nessas cidades e ter um julgamento justo, longe daqueles que poderiam tentar vingar o crime. A criação das cidades de refúgio era um sinal da preocupação de Deus com a justiça e com a proteção da vida humana.
Essa ordem de Deus para estabelecer as cidades de refúgio também mostra que Ele é um Deus de misericórdia e graça. Embora o assassinato fosse um crime grave, Deus providenciou um lugar de segurança para aqueles que cometeram esse erro. Isso também nos lembra que Deus não é um Deus de punição, mas de restauração. Ele sempre busca o melhor para o Seu povo, mesmo quando eles cometem erros.
Por fim, essa passagem nos lembra que Deus é um Deus que se importa com a justiça e a proteção da vida humana. Ele é um Deus de misericórdia e graça que nos oferece segurança e proteção em todas as áreas da nossa vida.
II. As cidades de refúgio e seu propósito (20:3-6)
para que todo aquele que matar alguém sem intenção e acidentalmente possa fugir para lá e proteger-se do vingador da vítima.
“Quando o homicida involuntário fugir para uma dessas cidades, terá que colocar-se junto à porta da cidade e expor o caso às autoridades daquela cidade. Eles o receberão e lhe darão um local para morar entre eles.
Caso o vingador da vítima o persiga, eles não o entregarão, pois matou seu próximo acidentalmente, sem maldade e sem premeditação.
Todavia, ele terá que permanecer naquela cidade até comparecer a julgamento perante a comunidade e até morrer o sumo sacerdote que estiver servindo naquele período. Então poderá voltar para a sua própria casa, à cidade de onde fugiu”.
Josué 20:3-6
O texto de Josué 20:3-6 descreve o propósito e as características das cidades de refúgio estabelecidas por ordem de Deus. Essas cidades eram um lugar seguro para aqueles que acidentalmente cometeram assassinato e precisavam de proteção contra a vingança da família da vítima.
Em primeiro lugar, as cidades de refúgio eram estabelecidas para proteger aqueles que cometeram assassinato sem intenção. Isso mostra a preocupação de Deus com a justiça e com a proteção da vida humana. Em vez de permitir que a vingança fosse tomada pelas próprias mãos, Deus providenciou um lugar de segurança para aqueles que cometiam esse erro.
Além disso, essas cidades eram um lugar de justiça, onde os acusados poderiam ter um julgamento justo. Essa era uma parte fundamental da lei mosaica, e Deus estava garantindo que a justiça fosse feita de maneira justa e equitativa.
As cidades de refúgio também eram abertas para todos que precisassem delas, independentemente de sua origem étnica ou social. Isso reflete o caráter de Deus, que é justo e imparcial em todos os aspectos de Sua natureza.
Por fim, as cidades de refúgio eram um lugar seguro até o julgamento, o que mostra que Deus se importa com a segurança de Seu povo. Ele sempre providencia um lugar seguro para Seus filhos, onde eles podem encontrar proteção e refúgio em tempos difíceis.
Essa passagem nos lembra que Deus é um Deus de justiça e misericórdia. Ele se preocupa com a proteção da vida humana e sempre providencia um lugar seguro para Seus filhos.
III. As cidades de refúgio designadas por Deus (20:7-9)
Assim eles separaram Quedes, na Galiléia, nos montes de Naftali, Siquém, nos montes de Efraim, e Quiriate-Arba, que é Hebrom, nos montes de Judá.
No lado leste do Jordão, perto de Jericó designaram Bezer, no planalto desértico da tribo de Rúben; Ramote, em Gileade, na tribo de Gade; e Golã, em Basã, na tribo de Manassés.
Qualquer israelita ou estrangeiro residente que matasse alguém sem intenção, poderia fugir para qualquer dessas cidades para isso designadas e escapar do vingador da vítima, antes de comparecer a julgamento perante a comunidade.
Josué 20:7-9
Josué 20:7-9 descreve a designação das cidades de refúgio por Deus em toda a terra prometida. Quatro dessas cidades foram estabelecidas a leste do Jordão e duas a oeste do rio.
A designação específica das cidades de refúgio por Deus mostra Sua preocupação com a segurança e a justiça em toda a terra prometida. Isso também demonstra o cuidado que Ele tem com o Seu povo, oferecendo-lhes um lugar de refúgio em todas as regiões da terra que estavam para habitar.
Além disso, a escolha de cidades em ambas as margens do rio Jordão indica que Deus não mostrava preferência por uma tribo ou região específica. Ele estava preocupado em fornecer segurança e justiça para todo o Seu povo, independentemente de sua localização geográfica.
A designação das cidades de refúgio também foi feita pelos líderes das tribos, que eram responsáveis por estabelecer essas cidades. Isso mostra que Deus trabalha através de Seus líderes para estabelecer Sua vontade e plano na terra. Ele usa pessoas para cumprir Seus propósitos e designa líderes para guiar Seu povo.
Por fim, a designação das cidades de refúgio por Deus é um lembrete de que Ele está sempre preocupado em fornecer segurança e justiça para Seus filhos. Ele designa lugares de refúgio para nos proteger em tempos de dificuldade e usa líderes para cumprir Seus propósitos na terra.
Essa passagem nos lembra que Deus é um Deus que se preocupa com Seu povo e providencia um lugar seguro para nós, independentemente de nossa localização geográfica ou circunstâncias.
Reflexão de Josué 20 para os nossos dias
Ao ler Josué 20, somos lembrados da importância da justiça e da proteção da vida humana. Deus ordenou a Josué que estabelecesse cidades de refúgio em toda a terra prometida, onde aqueles que acidentalmente cometessem assassinato pudessem se refugiar e receber um julgamento justo. Essas cidades de refúgio eram um sinal do cuidado de Deus com Seu povo e Sua preocupação com a justiça e a proteção da vida humana.
Em um mundo onde a injustiça e a violência são comuns, essa mensagem é particularmente relevante para os nossos dias. Como cristãos, devemos ser defensores da justiça e da proteção da vida humana, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que sempre se preocupou com os mais vulneráveis em nossa sociedade.
Além disso, a criação das cidades de refúgio também nos lembra do papel de Cristo como nosso refúgio e protetor. Assim como as cidades de refúgio ofereciam segurança para aqueles que precisavam dela, Cristo é nosso refúgio seguro em tempos de dificuldade e perigo. Ele nos protege da ira de Deus e nos oferece um lugar seguro em Seu amor e graça.
Finalmente, a designação das cidades de refúgio também destaca a importância do papel dos líderes em nossas vidas. Como cristãos, devemos seguir líderes que se preocupam com a justiça e a proteção da vida humana, guiados pelo exemplo de Cristo, nosso líder supremo.
Que possamos ser defensores da justiça e da proteção da vida humana em nossos dias, confiando em Cristo como nosso refúgio e protetor, e seguindo líderes que são guiados pelo amor e pela vontade de Deus. Que o exemplo de Deus ao estabelecer as cidades de refúgio nos inspire a buscar a justiça e a proteção da vida humana em todas as áreas de nossas vidas, para a glória de Deus e o bem-estar de Seu povo.
Motivos de oração em Josué 20
Agradecimento por Deus fornecer cidades de refúgio para aqueles que acidentalmente cometem assassinato: Podemos orar em gratidão por Deus prover um lugar seguro para aqueles que cometeram erros sem intenção de matar. Podemos agradecer a Deus por Sua preocupação com a justiça e com a proteção da vida humana e por Sua providência em estabelecer cidades de refúgio para proteger aqueles que precisam.
Oração pela justiça em nossa sociedade: Podemos orar pela justiça em nossas sociedades, assim como Deus se preocupa com a justiça e estabeleceu as cidades de refúgio para garantir que a justiça fosse feita de maneira justa e equitativa. Podemos orar por líderes justos que trabalham para garantir que a justiça seja feita em todas as áreas da sociedade e pela proteção da vida humana em nossas comunidades.
Oração pela segurança em tempos de dificuldade: Podemos orar por segurança e proteção em nossas vidas, assim como Deus providenciou um lugar seguro para aqueles que precisavam de proteção em tempos de perigo. Podemos orar por refúgio e proteção em nossas vidas diárias, confiando em Cristo como nosso refúgio seguro em tempos de dificuldade e perigo.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 19 é um registro detalhado da divisão da terra de Canaã entre as tribos de Israel, seguindo as instruções dadas por Deus a Moisés. Neste capítulo, são apresentados os lotes atribuídos às tribos de Simeão, Zebulom, Issacar, Aser, Naftali e Dã.
Cada tribo recebeu uma porção de terra de acordo com sua população e herança. O capítulo começa com a tribo de Simeão, que recebeu uma porção dentro da terra de Judá, por não ter um território próprio. Em seguida, são apresentados os lotes atribuídos às tribos restantes, com detalhes sobre suas fronteiras e cidades incluídas em cada porção de terra.
Além disso, é mencionado que a cidade de Jericó foi reconstruída por Hiel, um homem de Beteel, que pagou um preço terrível pela desobediência a uma maldição proferida pelo profeta Elias.
Em suma, o capítulo 19 de Josué é importante porque registra a distribuição da terra prometida por Deus às tribos de Israel, cumprindo-se assim as promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó.
Esboço de Josué 19:
I. Distribuição da Terra para a Tribo de Simeão (19:1-9)
A. O lote de Simeão dentro do território de Judá (19:1-5)
B. As cidades do lote de Simeão (19:6-9)
II. Distribuição da Terra para a Tribo de Zebulom (19:10-16)
A. As fronteiras do lote de Zebulom (19:10-12)
B. As cidades do lote de Zebulom (19:13-16)
III. Distribuição da Terra para a Tribo de Issacar (19:17-23)
A. As fronteiras do lote de Issacar (19:17-20)
B. As cidades do lote de Issacar (19:21-23)
IV. Distribuição da Terra para a Tribo de Aser (19:24-31)
A. As fronteiras do lote de Aser (19:24-26)
B. As cidades do lote de Aser (19:27-31)
V. Distribuição da Terra para a Tribo de Naftali (19:32-39)
A. As fronteiras do lote de Naftali (19:32-34)
B. As cidades do lote de Naftali (19:35-39)
VI. Distribuição da Terra para a Tribo de Dã (19:40-48)
A. As fronteiras do lote de Dã (19:40-46)
B. As cidades do lote de Dã (19:47-48)
VII. Conclusão (19:49-51)
A. O término da distribuição da terra (19:49-50)
B. O destino de Josué (19:51)
I. Distribuição da Terra para a Tribo de Simeão (19:1-9)
Na segunda vez, a sorte saiu para a tribo de Simeão, clã por clã. A herança deles ficava dentro do território de Judá.
Eles receberam: Berseba ou Seba, Moladá,
Hazar-Sual, Balá, Ázen,
Eltolade, Betul, Hormá,
Ziclague, Bete-Marcabote, Hazar-Susa,
Bete-Lebaote e Saruém. Eram treze cidades com os seus povoados;
Aim, Rimom, Eter e Asã, quatro cidades com os seus povoados,
e todos os povoados ao redor dessas cidades, até Baalate-Beer, que é Ramá, no Neguebe. Essa foi a herança da tribo dos simeonitas, clã por clã.
A herança dos simeonitas foi tirada de Judá, pois Judá recebera mais terras do que precisava. Assim os simeonitas receberam a sua herança dentro do território de Judá.
Josué 19:1-9
O capítulo 19 de Josué descreve a distribuição da terra prometida por Deus às tribos de Israel. No primeiro parágrafo deste capítulo, encontramos a distribuição da terra para a tribo de Simeão.
A tribo de Simeão foi a menor dentre as tribos de Israel, sendo seu lote recebido dentro do território de Judá. Isso ocorreu porque a tribo de Simeão não tinha território próprio o suficiente para a sua população.
O lote atribuído à tribo de Simeão incluía cidades importantes, como Berseba, Seba, Moladá, Hazar-Sual, Bala, Asem, Eltolade, Beteul e Horma. Todas essas cidades eram habitadas anteriormente pelos cananeus e foram conquistadas pelos israelitas, cumprindo-se assim as promessas de Deus para o povo de Israel.
É interessante observar que a tribo de Simeão não possuía um território próprio, mas mesmo assim teve uma porção de terra destinada a ela. Isso nos mostra que Deus sempre cumpre suas promessas, mesmo que não seja da maneira que imaginamos.
Podemos também observar a importância da obediência dos israelitas às instruções de Deus, pois foi isso que lhes permitiu conquistar a terra prometida. Além disso, o registro das fronteiras e cidades do lote atribuído a cada tribo demonstra o cuidado de Deus em detalhar cada aspecto da distribuição da terra.
Concluindo, este capítulo nos ensina sobre a fidelidade de Deus em cumprir suas promessas e sobre a importância da obediência do seu povo.
II. Distribuição da Terra para a Tribo de Zebulom (19:10-16)
Na terceira vez, a sorte saiu para Zebulom, clã por clã. A fronteira da sua herança ia até Saride.
De lá ia para o oeste, chegava a Maralá, alcançava Dabesete, e se estendia até o ribeiro próximo a Jocneão.
De Saride fazia uma curva para o leste, para o lado do nascente, em direção ao território de Quislote-Tabor, prosseguia até Daberate e subia para Jafia.
Depois continuava para o leste, até Gate-Hefer e Ete-Cazim, chegava a Rimom e fazia uma curva na direção de Neá.
Do norte a fronteira voltava até Hanatom e terminava no vale de Iftá-El.
Aí também estavam Catate, Naalal, Sinrom, Idala e Belém. Eram doze cidades com os seus povoados.
Essas cidades com os seus povoados foram a herança de Zebulom, clã por clã.
Josué 19:10-16
O capítulo 19 do livro de Josué apresenta a distribuição da terra prometida por Deus às tribos de Israel. No segundo parágrafo deste capítulo, encontramos a descrição da porção de terra atribuída à tribo de Zebulom.
As fronteiras do lote de Zebulom foram cuidadosamente descritas, incluindo o monte Carmelo, o vale de Jezreel, o monte Tabor e o rio Jordão. A tribo de Zebulom recebeu uma porção de terra fértil, ideal para a agricultura e a criação de animais.
O lote atribuído à tribo de Zebulom também incluía várias cidades importantes, como Saride, Quisom, Ebez, Remete, Hamom e Caná, onde Jesus realizou seu primeiro milagre, transformando água em vinho em um casamento.
A distribuição da terra para a tribo de Zebulom nos ensina sobre o cuidado de Deus com seu povo, pois a porção de terra atribuída a eles era adequada às suas necessidades e condições. Também podemos observar que a prosperidade da tribo de Zebulom estava relacionada à sua localização estratégica, próxima a importantes rotas comerciais.
Por fim, podemos aprender com a tribo de Zebulom sobre a importância da dedicação ao trabalho e à produtividade. A terra fértil que receberam exigia esforço e dedicação para ser cultivada e produzir frutos. Da mesma forma, Deus nos chama a sermos produtivos em todas as áreas da nossa vida, usando nossos talentos e habilidades para sua glória.
III. Distribuição da Terra para a Tribo de Issacar (19:17-23)
Na quarta vez, a sorte saiu para Issacar, clã por clã.
Seu território abrangia: Jezreel, Quesulote, Suném,
Hafaraim, Siom, Anaarate,
Rabite, Quisiom, Ebes,
Remete, En-Ganim, En-Hadá e Bete-Pazes.
A fronteira chegava a Tabor, Saazima e Bete-Semes, e terminava no Jordão. Eram dezesseis cidades com os seus povoados.
Essas cidades com os seus povoados foram a herança da tribo de Issacar, clã por clã.
Josué 19:17-23
O capítulo 19 de Josué descreve a distribuição da terra prometida por Deus às tribos de Israel. No terceiro parágrafo deste capítulo, encontramos a descrição da porção de terra atribuída à tribo de Issacar.
O lote atribuído à tribo de Issacar era localizado próximo ao mar da Galileia e ao rio Jordão, e era conhecido por sua fertilidade. As fronteiras deste lote incluíam as cidades de Jarmute, En-Ganim, En-Hadá, Bete-Pazzez e o Vale de Jizreel.
Assim como as outras tribos, Issacar também recebeu uma porção de terra que correspondia às suas necessidades e condições. A terra fértil atribuída a eles permitia o cultivo de diversos produtos agrícolas, o que os tornava capazes de sustentar sua população e gerar riquezas.
É interessante observar que a tribo de Issacar foi chamada de “jumentos fortes” (19:14), indicando que eles eram trabalhadores dedicados e incansáveis. Essa característica era importante, pois a prosperidade da tribo estava diretamente ligada ao seu trabalho árduo e produtivo.
Podemos aprender com a tribo de Issacar sobre a importância da dedicação e do trabalho árduo em nossas vidas. Deus nos chama a sermos produtivos em tudo o que fazemos, usando nossos dons e habilidades para Sua glória. Além disso, podemos confiar que Deus suprirá todas as nossas necessidades, assim como Ele fez com a tribo de Issacar ao lhes conceder uma porção de terra fértil.
IV. Distribuição da Terra para a Tribo de Aser (19:24-31)
Na quinta vez, a sorte saiu para Aser, clã por clã.
Seu território abrangia: Helcate, Hali, Béten, Acsafe,
Alameleque, Amade e Misal. A oeste a fronteira alcançava o Carmelo e Sior-Libnate.
De lá virava para o leste em direção a Bete-Dagom, alcançava Zebulom e o vale de Iftá-El, e ia para o norte, para Bete-Emeque e Neiel, passando por Cabul, à esquerda,
Ebrom, Reobe, Hamom e Caná, até Sidom, a grande.
Depois a fronteira voltava para Ramá e ia para a cidade fortificada de Tiro, virava na direção de Hosa e terminava no mar, na região de Aczibe,
Umá, Afeque e Reobe. Eram vinte e duas cidades com os seus povoados.
Essas cidades com os seus povoados foram a herança da tribo de Aser, clã por clã.
Josué 19:24-31
No quarto parágrafo do capítulo 19 de Josué, encontramos a descrição da porção de terra atribuída à tribo de Aser.
A tribo de Aser recebeu uma porção de terra na região norte de Canaã, nas proximidades do mar Mediterrâneo. Seu lote incluía as cidades de Tiro, Sidom, Aczibe, Helba, Afeque e Reobe.
Essa região era conhecida por sua prosperidade e riqueza, graças à sua localização estratégica, próxima a importantes rotas comerciais. Isso possibilitou que a tribo de Aser se envolvesse em atividades comerciais e se beneficiasse dos recursos naturais da região, como as florestas que forneciam madeira para a construção de navios.
É interessante observar que a tribo de Aser não se envolveu em conflitos militares significativos, o que sugere que a prosperidade da tribo era resultado de sua habilidade em aproveitar as oportunidades comerciais ao invés de se envolver em guerras.
Podemos aprender com a tribo de Aser sobre a importância de reconhecer as oportunidades que Deus coloca em nosso caminho e aproveitá-las de forma sábia e estratégica. Além disso, essa tribo nos ensina sobre a importância da paz e do comércio como meio de promover a prosperidade, em vez de recorrer à violência e à guerra.
Em resumo, a porção de terra atribuída à tribo de Aser era uma bênção de Deus, que lhes proporcionou uma vida próspera e pacífica.
V. Distribuição da Terra para a Tribo de Naftali (19:32-39)
Na sexta vez, a sorte saiu para Naftali, clã por clã.
Sua fronteira ia desde Helefe e do Carvalho de Zaanim, passava por Adami-Neguebe e Jabneel, e ia até Lacum, terminando no Jordão.
Voltando para o oeste, a fronteira passava por Aznote-Tabor e ia para Hucoque. Atingia Zebulom ao sul, Aser a oeste e o Jordão a leste.
As cidades fortificadas eram Zidim, Zer, Hamate, Racate, Quinerete,
Adamá, Ramá, Hazor,
Quedes, Edrei, En-Hazor,
Irom, Migdal-El, Horém, Bete-Anate e Bete-Semes. Eram dezenove cidades com os seus povoados.
Essas cidades com os seus povoados foram a herança da tribo de Naftali, clã por clã.
Josué 19:32-39
No quinto parágrafo do capítulo 19 de Josué, encontramos a descrição da porção de terra atribuída à tribo de Naftali.
O lote de Naftali era localizado na região noroeste de Canaã, próximo ao mar da Galileia. Suas fronteiras incluíam as cidades de Bet-Leém, Cafaraim, Hamom, Quiriataim e Naalol.
Assim como as outras tribos, Naftali também recebeu uma porção de terra que correspondia às suas necessidades e condições. A terra atribuída a eles era fértil e adequada para a agricultura, além de estar em uma localização estratégica, próxima a importantes rotas comerciais.
A porção de terra atribuída à tribo de Naftali também incluía as cidades de Cafaraim e Hamom, que eram importantes centros religiosos. A cidade de Cafaraim era conhecida como o lugar de nascimento de José, e Hamom era o local onde o profeta Jonas nasceu.
Podemos aprender com a tribo de Naftali sobre a importância de reconhecer a presença e o cuidado de Deus em nossas vidas. Assim como Deus cuidou da tribo de Naftali, concedendo-lhes uma porção de terra fértil e uma localização estratégica, Ele também cuida de nós e nos abençoa de acordo com as nossas necessidades e condições.
Além disso, podemos aprender com as cidades religiosas de Cafaraim e Hamom sobre a importância de manter uma vida espiritual saudável e ativa, reconhecendo a importância da fé em Deus em nossas vidas.
Em resumo, a porção de terra atribuída à tribo de Naftali era uma bênção de Deus, que lhes proporcionou condições favoráveis para uma vida próspera e espiritualmente significativa.
VI. Distribuição da Terra para a Tribo de Dã (19:40-48)
Na sétima vez, a sorte saiu para Dã, clã por clã.
O território da sua herança abrangia: Zorá, Estaol, Ir-Semes,
Saalabim, Aijalom, Itla,
Elom, Timna, Ecrom,
Elteque, Gibetom, Baalate,
Jeúde, Bene-Beraque, Gate-Rimom,
Me-Jarcom e Racom, e a região defronte de Jope.
Mas a tribo de Dã teve dificuldade para tomar posse do seu território. Por isso atacaram Lesém, conquistaram-na, passaram-na ao fio da espada e a ocuparam. Estabeleceram-se em Lesém e lhe deram o nome de Dã, por causa do seu antepassado.
Essas cidades com os seus povoados foram a herança da tribo de Dã, clã por clã.
Josué 19:40-48
No sexto parágrafo do capítulo 19 de Josué, encontramos a descrição da porção de terra atribuída à tribo de Dã.
A tribo de Dã recebeu uma porção de terra localizada na região noroeste de Canaã, próxima ao mar Mediterrâneo. Seu lote incluía as cidades de Zorá, Estaol, Ir-Semes, Saalabim, Aijalom e Gate-Rimom.
Apesar de ter recebido uma porção de terra significativa, a tribo de Dã encontrou dificuldades para conquistar a região, devido à presença dos filisteus na área. Isso levou a tribo a buscar um novo território, que foi conquistado mais tarde, na região próxima à cidade de Laís.
Essa mudança de localização da tribo de Dã sugere que a distribuição da terra nem sempre era um processo perfeito, e que a tribo precisou se adaptar e buscar novas oportunidades para se estabelecer.
Podemos aprender com a tribo de Dã sobre a importância da adaptabilidade e da flexibilidade diante das circunstâncias da vida. Assim como a tribo precisou buscar um novo território, nós também precisamos estar abertos a novas oportunidades e mudanças em nossas vidas, confiando que Deus nos guiará em direção ao melhor caminho.
Além disso, podemos aprender com a história da tribo de Dã sobre a importância da perseverança e da fé em Deus diante das dificuldades e desafios que enfrentamos em nossas vidas.
Em resumo, a porção de terra atribuída à tribo de Dã foi um desafio para a tribo, mas também uma oportunidade para aprender e crescer em sua fé e confiança em Deus.
VII. Conclusão (19:49-51)
Quando terminaram de dividir a terra em territórios delimitados, os israelitas deram a Josué, filho de Num, uma herança no meio deles,
como o Senhor tinha ordenado. Deram-lhe a cidade que ele havia pedido, Timnate-Sera, nos montes de Efraim, onde ele reconstruiu a cidade e se estabeleceu.
Foram esses os territórios que o sacerdote Eleazar, Josué, filho de Num, e os chefes dos clãs das tribos de Israel repartiram por sorteio em Siló, na presença do Senhor, à entrada da Tenda do Encontro. E assim terminaram de dividir a terra.
Josué 19:49-51
No último parágrafo do capítulo 19 de Josué, encontramos a conclusão da distribuição da terra prometida por Deus às tribos de Israel.
Este parágrafo relata que Josué distribuiu a terra de acordo com as instruções de Deus, cumprindo assim as promessas feitas ao povo de Israel. As tribos receberam suas porções de terra de acordo com suas necessidades e condições, e foram capazes de se estabelecer e prosperar na nova terra.
Além disso, este parágrafo também relata que Josué recebeu uma porção de terra em Timnate-Sera, conforme a palavra do Senhor.
Podemos aprender com esta conclusão sobre a fidelidade de Deus em cumprir suas promessas, mesmo diante das adversidades e desafios. Deus cumpriu sua promessa de levar o povo de Israel para a terra prometida, mesmo que isso tenha exigido a conquista de territórios ocupados por outros povos.
Também podemos aprender sobre a importância da obediência às instruções de Deus, assim como Josué distribuiu a terra de acordo com as orientações divinas. A obediência às instruções de Deus é fundamental para a nossa vida cristã, e nos leva a receber as bênçãos que Ele tem preparado para nós.
Por fim, podemos aprender sobre a importância de reconhecer e agradecer a Deus por Suas bênçãos. Josué reconheceu a bênção de Deus ao receber sua porção de terra em Timnate-Sera, e nós também devemos reconhecer e agradecer a Deus por todas as bênçãos que Ele tem derramado em nossas vidas.
Em resumo, este parágrafo conclui a distribuição da terra prometida por Deus, e nos ensina sobre a fidelidade, obediência e gratidão a Deus.
Reflexão de Josué 19 para os nossos dias
Essa distribuição de terra foi um cumprimento das promessas de Deus ao Seu povo, que havia sido libertado da escravidão no Egito e conduzido por Moisés pelo deserto.
Assim como o povo de Israel foi guiado por Deus para a terra prometida, nós também fomos guiados por Cristo para uma nova vida em Deus. Jesus nos libertou da escravidão do pecado e nos conduziu a uma nova vida em Deus, onde podemos experimentar a plenitude das bênçãos de Deus.
Além disso, assim como cada tribo recebeu uma porção de terra que correspondia às suas necessidades e condições, Deus também nos concede as bênçãos que são adequadas para nós. Cada um de nós recebe dons e habilidades específicas para serem usados em Seu serviço, e Ele nos guia para as oportunidades que são mais adequadas para nós.
Mas assim como a tribo de Dã teve que se adaptar e buscar novas oportunidades para se estabelecer, nós também precisamos estar abertos a mudanças em nossas vidas. Às vezes, Deus nos leva a caminhos que não esperávamos, mas que são melhores para nós. Precisamos estar dispostos a seguir a vontade de Deus, mesmo que isso signifique deixar para trás nossas próprias expectativas e planos.
Por fim, assim como Josué distribuiu a terra de acordo com as instruções de Deus, também precisamos ser obedientes às instruções de Cristo em nossas vidas. A obediência a Deus é fundamental para uma vida cristã plena e bem-sucedida, e nos leva a receber as bênçãos que Ele tem preparado para nós.
Que possamos seguir o exemplo de Josué e dos filhos de Israel, sendo fiéis e obedientes a Deus em todas as áreas de nossas vidas. Que possamos reconhecer as bênçãos que Ele nos concedeu e estar dispostos a seguir a vontade de Deus, mesmo quando isso significa deixar para trás nossos próprios planos e expectativas. Que a graça e a misericórdia de Deus estejam conosco sempre.
Motivos de oração em Josué 19
Agradecer a Deus pelas bênçãos recebidas: Podemos orar a Deus em agradecimento pelas bênçãos que Ele tem derramado em nossas vidas, assim como Ele concedeu aos filhos de Israel uma porção de terra que correspondia às suas necessidades e condições.
Pedir sabedoria e direção em nossas vidas: Assim como as tribos de Israel receberam porções de terra específicas que eram adequadas para elas, podemos orar a Deus para que Ele nos conceda sabedoria e direção em nossas vidas, para que possamos usar nossos dons e habilidades de forma eficaz em Seu serviço.
Pedir força e perseverança diante dos desafios: A história da tribo de Dã nos ensina sobre a importância da perseverança e da fé em Deus diante das dificuldades e desafios que enfrentamos em nossas vidas. Podemos orar a Deus pedindo força e perseverança para superar esses desafios e enfrentar as adversidades com fé e confiança em Sua providência.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Em Josué 18, o foco é a distribuição da terra entre as tribos de Israel. Depois de conquistar grande parte da terra prometida, Josué convoca os líderes das sete tribos que ainda não haviam recebido sua porção de terra para organizarem a divisão.
Ele instrui que três homens de cada tribo sejam enviados para mapear a terra e apresentar um relatório.
O capítulo também destaca o papel dos sacerdotes e levitas na distribuição da terra, além da preocupação com a justiça na divisão. A tribo de Judá é destacada como a primeira a receber sua porção de terra.
A leitura deste capítulo oferece uma visão interessante sobre a organização política e social do povo de Israel na época, bem como sobre as práticas de justiça e liderança. Também nos lembra da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas ao povo de Israel.
Esboço de Josué 18
I. Convocação para a distribuição da terra (18:1-6)
A. Reunião dos líderes das tribos de Israel em Siló (18:1)
B. Josué instrui as tribos a enviar homens para mapear a terra (18:2-4)
C. Josué exorta as tribos a tomarem posse da terra e a descansarem nela (18:5-6)
II. Os homens enviados para mapear a terra (18:7-10)
A. Josué envia homens de cada tribo para mapear a terra (18:7)
B. Eles descrevem a terra e voltam para Josué (18:8-10)
III. Distribuição da terra (18:11-28)
A. A terra é dividida em sete partes (18:11-13)
B. A tribo de Benjamim recebe sua herança (18:14-20)
C. A tribo de Simeão recebe sua herança (18:21-28)
I. Convocação para a distribuição da terra (18:1-6)
Toda a comunidade dos israelitas reuniu-se em Siló e ali armou a Tenda do Encontro. A terra foi dominada por eles;
mas, sete tribos ainda não tinham recebido a sua herança.
Então Josué disse aos israelitas: “Até quando vocês vão negligenciar a posse da terra que o Senhor, o Deus dos seus antepassados, lhes deu?
Escolham três homens de cada tribo, e eu os enviarei. Eles vão examinar a terra e mapeá-la, conforme a herança de cada tribo. Depois voltarão a mim.
Dividam a terra em sete partes. Judá ficará em seu território ao sul, e a tribo de José em seu território ao norte.
Depois que fizerem um mapa das sete partes da terra, tragam-no para mim, e eu farei sorteio para vocês na presença do Senhor, do nosso Deus.
Josué 18:1-6
O capítulo 18 de Josué começa com a convocação dos líderes das tribos de Israel para uma reunião em Siló. Josué instrui as tribos a enviarem homens para mapear a terra restante e apresentarem um relatório detalhado para que a distribuição da terra possa ser feita.
É interessante notar que, embora Israel já tenha conquistado muita terra, ainda havia partes da terra prometida que precisavam ser tomadas. E assim, Josué convoca as tribos para tomarem posse da terra que Deus havia prometido a elas.
Podemos extrair algumas lições valiosas desses versículos. Em primeiro lugar, Josué mostra que a posse da terra não acontece automaticamente, mas requer esforço e trabalho. As tribos precisam enviar homens para mapear a terra e fazer um relatório detalhado para que a distribuição possa ser feita de maneira justa e adequada.
Em segundo lugar, a distribuição da terra só pode acontecer quando as tribos obedecem às instruções de Deus. Josué exorta as tribos a tomarem posse da terra e a descansarem nela, mas apenas quando seguem as ordens de Deus é que a posse é garantida.
Por fim, podemos ver que a distribuição da terra é um ato de justiça. Cada tribo recebe sua porção de acordo com o que Deus havia prometido, e a distribuição é feita com o objetivo de garantir que nenhuma tribo seja prejudicada ou deixada de fora.
Em resumo, o início do capítulo 18 de Josué nos lembra da importância de seguir as instruções de Deus, trabalhar duro e ser justo na distribuição daquilo que Ele nos prometeu.
II. Os homens enviados para mapear a terra (18:7-10)
Mas os levitas nada receberão entre vocês, pois o sacerdócio do Senhor é a herança deles. Gade, Rúben e a metade da tribo de Manassés já receberam a sua herança no lado leste do Jordão, dada a eles por Moisés, servo do Senhor”.
Quando os homens estavam de partida para mapear a terra, Josué os instruiu: “Vão examinar a terra e façam uma descrição dela. Depois voltem, e eu farei um sorteio para vocês aqui em Siló, na presença do Senhor”.
Os homens partiram e percorreram a terra. Descreveram-na num rolo, cidade por cidade, em sete partes, e retornaram a Josué, ao acampamento de Siló.
Josué fez então um sorteio para eles em Siló, na presença do Senhor, e ali distribuiu a terra aos israelitas, conforme a porção devida a cada tribo.
Josué 18:7-10
No capítulo 18 de Josué, após convocar os líderes das tribos de Israel para uma reunião em Siló e instruí-los a enviar homens para mapear a terra, Josué envia esses homens para realizar a tarefa. Os versículos 7 a 10 descrevem a missão desses homens e a forma como eles realizaram seu trabalho.
Josué escolhe três homens de cada tribo para mapear a terra e apresentar um relatório. É importante notar que a escolha de três homens de cada tribo sugere que a missão é uma tarefa coletiva, e que todos os membros da tribo devem estar envolvidos no processo de tomar posse da terra.
Os homens partem para realizar a tarefa, e Josué os instrui a descrever a terra com precisão, incluindo seus recursos naturais e a topografia do terreno. Essa descrição detalhada era importante para que a distribuição da terra pudesse ser feita com justiça.
Os homens cumprem sua tarefa e voltam para Josué em Siló, apresentando um relatório detalhado. Esses versículos destacam a importância de seguir as instruções de Deus e de Josué, trabalhar com diligência e apresentar um relatório preciso para que a distribuição da terra possa ser feita de forma justa.
Podemos extrair algumas lições valiosas desses versículos. Em primeiro lugar, é importante lembrar que a tomada de posse da terra requer esforço e trabalho. Não é suficiente apenas desejar ou reivindicar a terra; é necessário trabalhar duro para obter a posse daquilo que Deus nos prometeu.
Em segundo lugar, a descrição detalhada da terra pelos homens mostra a importância de termos um entendimento completo daquilo que Deus nos deu. É essencial que conheçamos a fundo a terra que nos foi dada, suas características e recursos, para que possamos usá-la da melhor forma possível e garantir que nenhuma tribo seja prejudicada.
Por fim, esses versículos nos lembram da importância de trabalhar em equipe e seguir as instruções de nossos líderes. Quando trabalhamos juntos, seguimos as orientações e apresentamos um relatório preciso, podemos garantir que a distribuição da terra seja justa e adequada.
III. Distribuição da terra (18:11-28)
Saiu a sorte para a tribo de Benjamim, clã por clã. O território sorteado ficava entre as tribos de Judá e José:
No lado norte a sua fronteira começava no Jordão, passava pela encosta norte de Jericó e prosseguia para o oeste, para a região montanhosa, terminando no deserto de Bete-Áven.
Dali ia para a encosta sul de Luz, que é Betel, e descia para Atarote-Adar, na montanha que está ao sul de Bete-Horom Baixa.
Da montanha que fica defronte de Bete-Horom, no sul, a fronteira virava para o sul, ao longo do lado ocidental, e terminava em Quiriate-Baal, que é Quiriate-Jearim, cidade do povo de Judá. Esse era o lado ocidental.
A fronteira sul começava no oeste, nos arredores de Quiriate-Jearim, e chegava à fonte de Neftoa.
A fronteira descia até o sopé da montanha que fica defronte do vale de Ben-Hinom, ao norte do vale de Refaim. Depois, prosseguia, descendo pelo vale de Hinom ao longo da encosta sul da cidade dos jebuseus e chegava até En-Rogel.
Fazia então uma curva para o norte, ia para En-Semes, continuava até Gelilote, que fica defronte da subida de Adumim, e descia até a Pedra de Boã, nome filho de Rúben.
Prosseguia para a encosta norte de Bete-Arabá, e daí descia para a Arabá.
Depois ia para a encosta norte de Bete-Hogla e terminava na baía norte do mar Salgado, na foz do Jordão, no sul. Essa era a fronteira sul.
O Jordão delimitava a fronteira oriental. Essas eram as fronteiras que demarcavam por todos os lados a herança dos clãs de Benjamim.
A tribo de Benjamim, clã por clã, recebeu as seguintes cidades: Jericó, Bete-Hogla, Emeque-Queziz,
Bete-Arabá, Zemaraim, Betel,
Avim, Pará, Ofra,
Quefar-Amonai, Ofni e Geba. Eram doze cidades com os seus povoados.
Gibeom, Ramá, Beerote,
Mispá, Quefira, Mosa,
Requém, Irpeel, Tarala,
Zela, Elefe, Jebus, que é Jerusalém, Gibeá e Quiriate. Eram catorze cidades com os seus povoados. Essa foi a herança dos clãs de Benjamim.
Josué 18:11-28
Os versículos 11 a 28 do capítulo 18 de Josué descrevem a distribuição da terra entre as tribos de Israel, que ocorre após a realização da missão de mapeamento da terra pelos homens enviados por Josué. Esse processo de distribuição é crucial para que cada tribo possa receber sua porção de terra, de acordo com o que Deus havia prometido.
O capítulo começa descrevendo a divisão da terra em sete partes, com a tribo de Judá sendo a primeira a receber sua herança. A descrição detalhada da distribuição da terra mostra que cada tribo recebeu uma porção de terra adequada às suas necessidades e tamanho.
Alguns aspectos interessantes da distribuição da terra descrita nesses versículos são: a importância do papel dos sacerdotes e levitas na distribuição; a preocupação com a justiça na divisão da terra; e a inclusão de cidades de refúgio para proteção dos inocentes.
Podemos extrair algumas lições valiosas desses versículos. Em primeiro lugar, a distribuição da terra é uma demonstração da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas ao povo de Israel. Deus havia prometido a eles uma terra, e agora estava cumprindo essa promessa.
Em segundo lugar, a justiça é um elemento importante na distribuição da terra. Cada tribo recebe uma porção de terra adequada às suas necessidades, para que nenhuma tribo seja prejudicada ou deixada de fora. Além disso, os sacerdotes e levitas têm um papel importante na distribuição, garantindo que a justiça seja feita.
Por fim, a inclusão de cidades de refúgio na distribuição da terra mostra que Deus se preocupa com a proteção dos inocentes. Essas cidades são um lugar seguro para aqueles que acidentalmente causaram a morte de outra pessoa, garantindo que não sejam punidos injustamente.
Em resumo, a distribuição da terra descrita nos versículos 11 a 28 do capítulo 18 de Josué nos lembra da fidelidade de Deus em cumprir suas promessas, da importância da justiça na distribuição daquilo que Deus nos deu e da proteção que Ele oferece aos inocentes.
Reflexão de Josué 18 para os nossos dias
Assim como as tribos de Israel, somos chamados a tomar posse daquilo que Deus nos prometeu. Em Cristo, temos uma herança eterna e inabalável, que nos foi prometida pelo próprio Deus. Essa herança inclui a vida eterna, o perdão dos pecados e a presença constante do Espírito Santo em nossas vidas.
No entanto, assim como as tribos de Israel, precisamos trabalhar duro e lutar para tomar posse dessa herança. Precisamos ser diligentes em seguir as instruções de Deus e em mapear a terra que nos foi dada. Isso envolve estudar a Palavra de Deus, buscar a santidade e a justiça, e estar em comunhão com nossos irmãos e irmãs em Cristo.
Assim como a distribuição da terra entre as tribos de Israel exigiu justiça e consideração pelas necessidades de cada tribo, também precisamos ser justos e considerados com nossos irmãos e irmãs em Cristo. Precisamos nos unir como uma só igreja, trabalhando juntos para cumprir a vontade de Deus em nossas vidas.
Por fim, a inclusão das cidades de refúgio na distribuição da terra nos lembra do sacrifício de Cristo na cruz. Ele é a nossa cidade de refúgio, onde podemos encontrar perdão e salvação. É através de Sua morte e ressurreição que podemos ter acesso à nossa herança em Cristo.
Portanto, meus amados, assim como as tribos de Israel tomaram posse de sua herança, vamos trabalhar diligentemente para tomar posse daquilo que Deus nos prometeu em Cristo. Vamos ser justos e considerados com nossos irmãos e irmãs em Cristo, e lembrar sempre do sacrifício de Jesus na cruz como nossa cidade de refúgio. Que o Espírito Santo nos guie e nos fortaleça em nossa jornada de fé.
Motivos de oração em Josué 18
Agradecimento pela fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas – Podemos orar para agradecer a Deus por Sua fidelidade em cumprir Suas promessas ao povo de Israel. Assim como Deus cumpriu Suas promessas no passado, podemos confiar que Ele também cumprirá as promessas que fez em nossas vidas.
Sabedoria na tomada de decisões – Josué e as tribos de Israel precisaram tomar várias decisões ao mapear a terra e distribuir as heranças. Podemos orar por sabedoria em nossas próprias decisões e escolhas na vida, para que possamos seguir a vontade de Deus e tomar decisões que honrem a Ele e abençoem nossas vidas e as vidas daqueles ao nosso redor.
Unidade e justiça na igreja – A distribuição da terra entre as tribos de Israel destaca a importância da unidade e justiça. Podemos orar por unidade e justiça em nossa igreja, para que possamos trabalhar juntos para cumprir a vontade de Deus e abençoar nossa comunidade. Ore por um coração generoso e compassivo, que busca sempre a justiça e a paz para todos os irmãos em Cristo.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 17 conta sobre a distribuição da terra de Canaã entre as tribos de Israel. A primeira metade do capítulo se concentra na tribo de Manassés, que recebeu uma porção de terra grande o suficiente para duas tribos. Porém, a tribo de Manassés não ficou satisfeita com sua porção, e pediu mais terras a Josué.
A segunda metade do capítulo descreve a resposta de Josué à solicitação da tribo de Manassés. Ele aconselha a tribo a se esforçar e lutar para conquistar mais terras, em vez de apenas pedir mais. Josué também reconhece que a tribo de Efraim tem direito a mais terras do que lhe foi dada, e encoraja-os a tomar o que é deles.
Este capítulo destaca a importância da perseverança e da luta para alcançar nossos objetivos, ao invés de apenas pedir por mais. Também mostra a importância de reconhecer e respeitar os direitos dos outros, e encorajar uns aos outros a alcançar seus objetivos.
Esboço de Josué 17:
I. A distribuição da terra para Manassés (17:1-6)
A. A grande porção de terra dada a Manassés
B. A insatisfação de Manassés com sua porção
C. A resposta de Josué à solicitação de Manassés
II. A resposta de Josué a Efraim (17:7-13)
A. Efraim recebe uma porção de terra menor do que merecia
B. Josué encoraja Efraim a tomar mais terras
III. A terra de Manassés e seus limites (17:14-18)
A. A porção de terra dada a Josué como líder de Israel
B. A porção de terra dada a Manassés e seus limites
C. A insatisfação de Manassés com suas fronteiras
D. A resposta de Josué à insatisfação de Manassés
E. A divisão final da terra de Canaã entre as tribos de Israel
Estas foram as terras distribuídas à tribo de Manassés, filho mais velho de José. Foram entregues a Maquir, filho mais velho de Manassés. Maquir, pai de Gileade, guerreiro valente, recebeu Gileade e Basã.
Também foram dadas terras para os clãs dos outros filhos de Manassés: Abiezer, Heleque, Asriel, Siquém, Héfer e Semida. Esses são os filhos homens de Manassés, filho de José, de acordo com os seus clãs.
Zelofeade, porém, filho de Héfer, neto de Gileade, bisneto de Maquir, trineto de Manassés, não teve nenhum filho, mas somente filhas. Seus nomes eram Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
Elas foram ao sacerdote Eleazar, a Josué, filho de Num, e aos líderes, e disseram: “O Senhor ordenou a Moisés que nos desse uma herança entre os nossos parentes”. Josué deu-lhes então uma herança entre os irmãos de seu pai, de acordo com a ordem do Senhor.
A tribo de Manassés recebeu dez quinhões de terra, além de Gileade e Basã, que ficam a leste do Jordão,
pois tanto as descendentes de Manassés como os filhos dele receberam herança. A terra de Gileade ficou para os outros descendentes de Manassés.
Josué 17:1-6
O capítulo 17 de Josué descreve a distribuição da terra de Canaã entre as tribos de Israel. Na primeira parte deste capítulo, vemos a distribuição da terra para a tribo de Manassés. Esta tribo recebeu uma porção de terra grande o suficiente para duas tribos, pois Manassés era composta de duas metades, lideradas pelos filhos de José.
Apesar de receber uma grande porção de terra, a tribo de Manassés ficou insatisfeita com sua porção e pediu a Josué por mais terras. Josué então os questiona: “Se vocês são um povo tão grande e forte, por que estão insatisfeitos com sua porção de terra?” (versículo 14).
Josué, então, oferece a Manassés uma opção: eles poderiam conquistar mais terras para si mesmos lutando contra os cananeus, ou poderiam contentar-se com a porção de terra que já receberam. Mas, ele os alerta que a luta para conquistar novas terras seria árdua e exigiria muito esforço.
Este episódio nos ensina que, às vezes, a insatisfação com o que temos pode levar-nos a pedir mais, sem considerar se realmente precisamos disso ou não. Além disso, nem sempre as coisas que queremos são fáceis de conseguir e muitas vezes exigem muito esforço e perseverança.
Josué incentiva Manassés a lutar para conquistar mais terras, o que nos ensina que devemos estar dispostos a lutar pelos nossos sonhos e objetivos, em vez de apenas esperar que as coisas caiam do céu. Precisamos trabalhar arduamente para alcançar nossos objetivos e não ficar insatisfeitos com o que temos.
II. A resposta de Josué a Efraim (17:7-13)
O território de Manassés estendia-se desde Aser até Micmetá, a leste de Siquém. A fronteira ia dali para o sul, chegando até o povo que vivia em En-Tapua.
As terras de Tapua eram de Manassés, mas a cidade de Tapua, na fronteira de Manassés, pertencia aos efraimitas.
Depois a fronteira descia até o ribeiro de Caná. Ao sul do ribeiro havia cidades pertencentes a Efraim que ficavam em meio às cidades de Manassés, mas a fronteira de Manassés ficava ao norte do ribeiro e terminava no mar.
Do lado sul a terra pertencia a Efraim; do lado norte, a Manassés. O território de Manassés chegava até o mar e alcançava Aser, ao norte, e Issacar, a leste.
Em Issacar e Aser, Manassés tinha também Bete-Seã, Ibleã e as populações de Dor, En-Dor, Taanaque e Megido, com os seus respectivos povoados. A terceira da lista é Nafote.
Mas os manassitas não conseguiram expulsar os habitantes dessas cidades, pois os cananeus estavam decididos a viver naquela região.
Entretanto, quando os israelitas se fortaleceram, submeteram os cananeus a trabalhos forçados, mas não os expulsaram totalmente.
Josué 17:7-13
A segunda parte do capítulo 17 de Josué descreve a distribuição da terra para a tribo de Efraim. Efraim recebeu uma porção de terra menor do que a de Manassés, apesar de ser uma das tribos mais proeminentes em Israel.
Josué reconheceu que a porção de terra dada a Efraim era menor do que merecia, e encorajou-os a lutar para conquistar mais terras para si mesmos. Josué diz a Efraim que eles eram guerreiros fortes e corajosos, e que eles deveriam tomar mais terras dos cananeus.
Este episódio nos ensina a importância de reconhecer e respeitar os direitos dos outros, mesmo que isso signifique que tenhamos que abrir mão de nossos próprios interesses. Josué reconheceu que Efraim merecia mais terras, e encorajou-os a lutar por isso. Isso nos ensina que, às vezes, precisamos apoiar e encorajar aqueles que estão sendo prejudicados ou não estão recebendo o que merecem.
Além disso, Josué elogiou a força e a coragem de Efraim, reconhecendo que eles eram capazes de conquistar mais terras se lutassem por isso. Isso nos ensina a importância de reconhecer as habilidades e qualidades dos outros, e incentivá-los a usá-las para alcançar seus objetivos.
Em resumo, esta parte do capítulo 17 de Josué nos ensina sobre a importância de reconhecer e respeitar os direitos dos outros, encorajar e apoiar aqueles que precisam de ajuda, e reconhecer as habilidades e qualidades dos outros para incentivá-los a alcançar seus objetivos.
III. A terra de Manassés e seus limites (17:14-18)
Os descendentes de José disseram então a Josué: “Por que nos deste apenas um quinhão, uma só porção de herança? Somos um povo numeroso, e o Senhor nos tem abençoado ricamente”.
Respondeu Josué: “Se vocês são tão numerosos, e se os montes de Efraim têm pouco espaço para vocês, subam, entrem na floresta e limpem o terreno para vocês na terra dos ferezeus e dos refains”.
Os descendentes de José responderam: “Os montes não são suficientes para nós; além disso todos os cananeus que vivem na planície possuem carros de ferro, tanto os que vivem em Bete-Seã e seus povoados como os que vivem no vale de Jezreel”.
Josué, porém, disse à tribo de José, a Efraim e a Manassés: “Vocês são numerosos e poderosos. Vocês não terão apenas um quinhão.
Os montes cobertos de floresta serão de vocês. Limpem o terreno, e será de vocês, até os seus limites mais distantes. Embora os cananeus possuam carros de ferro e sejam fortes, vocês poderão expulsá-los”.
Josué 17:14-18
A terceira parte do capítulo 17 de Josué narra a resposta de Josué à insatisfação da tribo de Manassés com sua porção de terra. Manassés achava que sua porção de terra não era suficiente para eles, apesar de ter recebido uma grande porção de terra.
Josué então oferece a Manassés uma porção de terra adicional na região montanhosa de Canaã, mas com a condição de que eles teriam que conquistá-la por si mesmos. Isso exigiria muito esforço e coragem de Manassés, pois essa porção de terra era habitada por cananeus fortes e experientes.
Essa resposta de Josué destaca a importância da perseverança e da luta para alcançar nossos objetivos. Às vezes, precisamos trabalhar duro e enfrentar desafios para alcançar o que queremos, e não podemos simplesmente esperar que as coisas caiam do céu. Além disso, a oferta de Josué para Manassés conquistar a porção adicional de terra enfatiza a importância de assumir a responsabilidade por nossas próprias vidas e decisões.
Outra lição que podemos aprender deste episódio é a importância de sermos gratos pelo que temos. Manassés havia recebido uma porção de terra grande o suficiente para duas tribos, mas ainda assim não estava satisfeito. Isso nos ensina que, às vezes, é fácil perder de vista o que temos e concentrar-se apenas no que queremos.
Por fim, a resposta de Josué a Manassés enfatiza a importância de reconhecer nossas próprias capacidades e limitações. Josué reconheceu que Manassés era uma tribo forte e capaz de conquistar mais terras, mas ele também alertou-os que a luta seria difícil. Isso nos ensina a importância de ter uma visão realista de nossas próprias habilidades e limitações, e trabalhar dentro desses limites para alcançar nossos objetivos.
Reflexão de Josué 17 para os nossos dias
Ao ler o capítulo 17 do livro de Josué, somos confrontados com a importância da perseverança e da luta para alcançar nossos objetivos. Em nossos dias, muitos de nós somos tentados a buscar o caminho mais fácil, pedindo por mais do que precisamos ou esperando que as coisas caiam do céu sem esforço da nossa parte.
Mas o exemplo da tribo de Manassés nos lembra que a insatisfação com o que temos pode nos levar a buscar mais, sem considerar se realmente precisamos disso ou não. Jesus nos ensinou que devemos buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça, confiando que Deus irá nos suprir com tudo o que precisamos (Mateus 6:33).
Além disso, a resposta de Josué a Efraim nos ensina a importância de reconhecer e respeitar os direitos dos outros. Jesus nos ensinou a amar nosso próximo como a nós mesmos, e isso inclui apoiar e encorajar aqueles que precisam de ajuda, e reconhecer as habilidades e qualidades dos outros para incentivá-los a alcançar seus objetivos.
E finalmente, a resposta de Josué a Manassés nos lembra que devemos ser gratos pelo que temos e trabalhar dentro de nossas capacidades e limitações para alcançar nossos objetivos. Jesus nos ensinou que, em todas as coisas, devemos dar graças ao Pai, e confiar que Ele irá nos guiar e nos fortalecer em nossas lutas.
Portanto, meus irmãos e irmãs, que possamos seguir o exemplo de Jesus e confiar em Deus para suprir nossas necessidades, respeitar e apoiar aqueles que precisam de ajuda, e ser gratos pelo que temos enquanto lutamos com perseverança e coragem para alcançar nossos objetivos. Que Deus nos abençoe e nos guie em nossa jornada.
Motivos de oração em Josué 17
Agradecer a Deus pelas bênçãos recebidas: Podemos orar para agradecer a Deus pela generosidade e fidelidade em nos abençoar, assim como fez com a tribo de Manassés ao conceder-lhes uma porção de terra grande o suficiente para duas tribos. Devemos agradecer a Deus por todas as bênçãos que Ele tem nos concedido em nossas vidas e reconhecer que tudo o que temos vem Dele.
Pedir a Deus por perseverança e coragem: Como vimos em Josué 17, a conquista de novas terras exigia perseverança e coragem da parte dos israelitas. Da mesma forma, em nossas vidas, muitas vezes enfrentamos desafios que exigem essas mesmas qualidades. Podemos orar a Deus para nos dar a perseverança e a coragem necessárias para enfrentar esses desafios e continuar seguindo em frente.
Pedir a Deus para nos ajudar a reconhecer e respeitar os direitos dos outros: Em Josué 17, vemos que Josué reconheceu o direito da tribo de Efraim a uma porção de terra maior do que a que lhes foi concedida. Podemos orar a Deus para nos ajudar a sermos mais sensíveis e atentos aos direitos e necessidades dos outros, e a nos preocuparmos em ajudá-los e apoiá-los em suas lutas e desafios.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 16 descreve a divisão da terra de Canaã entre as tribos de Efraim e Manassés, duas das doze tribos de Israel. A distribuição de terras foi feita por sorteio, sob a liderança de Josué e dos líderes das tribos.
O capítulo começa com a fronteira entre Efraim e Manassés sendo estabelecida. A tribo de Efraim recebeu sua herança ao norte da fronteira, incluindo a cidade de Siquém, enquanto a tribo de Manassés recebeu sua herança ao sul, com a cidade de Betel. No entanto, apesar de terem recebido suas terras, ambas as tribos não conseguiram expulsar os habitantes cananeus que lá viviam, permitindo que eles permanecessem em suas terras.
Um ponto interessante é que a tribo de Efraim, embora fosse uma das tribos mais importantes, não recebeu uma herança contígua, mas sim terras espalhadas por toda a região central de Canaã. Por outro lado, Manassés recebeu uma grande porção de terras a leste do Jordão.
Este capítulo é importante porque mostra como Deus cumpriu sua promessa de dar a terra de Canaã aos filhos de Israel. Também enfatiza a importância da fidelidade das tribos em expulsar os cananeus da terra que lhes foi dada.
Esboço de Josué 16
I. A Fronteira entre Efraim e Manassés é Estabelecida (16:1-4)
A. Sorteio para definir as fronteiras (16:1-2)
B. A fronteira estabelecida (16:3-4)
II. Herança de Efraim (16:5-9)
A. Território recebido (16:5-7)
B. Incapacidade de expulsar os cananeus (16:9)
III. Herança de Manassés (16:10)
A. Território recebido
B. Incapacidade de expulsar os cananeus
I. A Fronteira entre Efraim e Manassés é Estabelecida (16:1-4)
As terras distribuídas aos descendentes de José iam desde o Jordão, perto de Jericó, a leste das águas de Jericó, e daí subiam pelo deserto até a serra que vai de Jericó a Betel.
De Betel, que é Luz, iam para o território dos arquitas, em Atarote,
desciam para o oeste, até o território dos jafletitas, chegando à região de Bete-Horom Baixa, e prosseguiam até Gezer, terminando no mar.
Assim os descendentes de Manassés e Efraim, filhos de José, receberam a sua herança.
Josué 16:1-4
Josué 16:1-4 relata a definição das fronteiras entre as tribos de Efraim e Manassés. A divisão das terras em Canaã foi feita por sorteio, sob a liderança de Josué e dos líderes das tribos.
O texto começa afirmando que a tribo de José (ou seja, a tribo de Efraim e Manassés) recebeu uma porção de terras além do Jordão, ao leste. Esta porção era uma recompensa por causa da coragem e fidelidade de José, que foi vendido como escravo pelos seus irmãos, mas acabou se tornando governador do Egito.
O sorteio das fronteiras é descrito em detalhes. As tribos de Efraim e Manassés receberam seus territórios de acordo com a sorte. O texto destaca que os limites foram determinados “desde o Jordão, pelo lado oriental”, o que implica que as terras eram em grande parte montanhosas. A fronteira entre as duas tribos começa em Atarote-Adar, que ficava perto de Bet-Horom, e segue em direção a Micmetá, que ficava ao norte de Siquém.
É interessante notar que, embora as tribos tenham recebido terras por sorteio, a distribuição foi feita de acordo com a vontade de Deus. Josué e os líderes das tribos não tomaram decisões arbitrárias, mas confiaram na providência divina para a distribuição das terras.
O capítulo termina com a declaração de que “não expulsaram os cananeus que habitavam em Gezer”. Esta afirmação é significativa porque a conquista total da terra era essencial para a sobrevivência de Israel como nação. A incapacidade de expulsar os cananeus da terra que Deus havia prometido foi uma falha significativa por parte das tribos de Efraim e Manassés.
Em resumo, Josué 16:1-4 destaca a importância de confiar na vontade de Deus e na providência divina na distribuição da terra de Canaã. Também ressalta a importância da obediência em expulsar os cananeus e conquistar completamente a terra que lhes foi dada.
II. Herança de Efraim (16:5-9)
Este era o território de Efraim, clã por clã: A fronteira da sua herança ia de Atarote-Adar, a leste, até Bete-Horom Alta,
e prosseguia até o mar. De Micmetá, ao norte, fazia uma curva para o leste, até Taanate-Siló, e, passando por ela, ia até Janoa, a leste.
Depois descia de Janoa para Atarote e Naarate, encostava em Jericó e terminava no Jordão.
De Tapua a fronteira seguia rumo oeste até o ribeiro de Caná e terminava no mar. Essa foi a herança da tribo dos efraimitas, clã por clã,
que incluía todas as cidades com os seus povoados, separadas para os efraimitas na herança dos manassitas.
Josué 16:5-9
Josué 16:5-9 descreve a herança da tribo de Efraim. Esta tribo foi uma das mais importantes de Israel, mas não recebeu uma porção contígua de terras. Em vez disso, suas terras foram espalhadas por toda a região central de Canaã.
O texto começa descrevendo a fronteira de Efraim, que começa em Atarote-Adar e segue para o leste em direção a Micmetá. De lá, a fronteira se curva para o sul em direção a Taanate-Siló, que ficava ao leste de Siquém. De lá, a fronteira segue para o oeste em direção ao Jordão e termina no mar.
Embora Efraim tenha recebido uma herança importante, o texto destaca que a tribo não conseguiu expulsar os cananeus que lá viviam. Em vez disso, eles foram submetidos a trabalhos forçados, tornando-se escravos de Efraim. Isso foi uma falha significativa por parte da tribo, uma vez que Deus havia ordenado a expulsão completa dos cananeus da terra de Canaã.
O texto também destaca a importância da lealdade e da obediência à vontade de Deus. A conquista total da terra era essencial para a sobrevivência de Israel como nação e a desobediência às ordens de Deus resultou em problemas futuros.
Em resumo, Josué 16:5-9 destaca a importância da obediência à vontade de Deus e a conquista completa da terra que lhes foi dada. Também destaca a importância da lealdade e fidelidade, uma vez que as consequências da desobediência podem ser significativas.
III. Herança de Manassés (16:10)
Os cananeus de Gezer não foram expulsos, e até hoje vivem no meio do povo de Efraim, mas são sujeitos a trabalhos forçados.
Josué 16:10
Josué 16:10 relata a herança da tribo de Manassés. Esta tribo recebeu uma grande porção de terras a leste do Jordão, incluindo a cidade de Betel.
A fronteira de Manassés é descrita como começando em Atarote-Adar, como a fronteira de Efraim, e seguindo para o leste em direção a Micmetá. De lá, a fronteira segue para o norte em direção a Taanate-Siló, que ficava ao leste de Siquém. De lá, a fronteira segue para o oeste em direção ao Jordão e termina no mar.
No entanto, o texto destaca que Manassés também falhou em expulsar os cananeus da terra que lhes foi dada. Como resultado, os cananeus continuaram a viver em suas terras e se tornaram um empecilho para a tribo de Manassés.
Esta falha em expulsar os cananeus da terra foi uma desobediência à ordem de Deus e teve consequências significativas para as tribos de Israel. Isso mostra a importância da obediência e lealdade a Deus na conquista da terra de Canaã.
Em resumo, Josué 16:10 destaca a importância da obediência à vontade de Deus na conquista da terra de Canaã e a consequência da desobediência. Também ressalta que a falha em expulsar os cananeus da terra que lhes foi dada teve um impacto significativo nas tribos de Israel.
Reflexão de Josué 16 para os nossos dias
Em Josué 16, vemos a distribuição da terra de Canaã entre as tribos de Efraim e Manassés. Ambas as tribos receberam uma porção de terras importantes, mas falharam em expulsar os cananeus da terra, desobedecendo assim à ordem de Deus.
Isso nos leva a uma reflexão sobre a nossa própria vida. Muitas vezes, como cristãos, podemos receber bênçãos e promessas de Deus, mas falhamos em obedecer completamente à Sua vontade. Como as tribos de Efraim e Manassés, podemos permitir que o pecado e a desobediência persistam em nossa vida, impedindo a bênção completa de Deus em nossas vidas.
No entanto, há uma esperança para nós. Através de Jesus Cristo, podemos ser perdoados e renovados em nossa fé e obediência a Deus. Como cristãos, somos chamados a seguir o exemplo de Cristo em Sua obediência ao Pai e a buscar a Sua vontade em todas as coisas. Devemos lutar contra o pecado e a desobediência, buscando a Sua graça e poder para nos capacitar a cumprir Sua vontade.
Que possamos aprender com a história das tribos de Efraim e Manassés e buscar a obediência a Deus em todas as áreas de nossas vidas. Que possamos nos lembrar do sacrifício de Jesus Cristo por nós e seguir o Seu exemplo de obediência ao Pai. Que a graça e o poder de Deus estejam conosco em nossa caminhada de fé. Que Deus nos abençoe.
Motivos de oração em Josué 16
Oração por obediência à vontade de Deus: Josué 16 destaca a importância da obediência à vontade de Deus na conquista da terra de Canaã. Podemos orar para que Deus nos ajude a obedecer completamente à Sua vontade em nossa vida, lutando contra o pecado e buscando a Sua graça e poder para cumprir Seus mandamentos.
Oração por perdão e renovação: Assim como as tribos de Efraim e Manassés falharam em expulsar os cananeus da terra que lhes foi dada, também podemos falhar em nossa obediência a Deus. Podemos orar para que Deus nos perdoe e nos renove em nossa fé e obediência a Ele, buscando a Sua graça e poder para mudar nossos corações e seguir Sua vontade.
Oração por fidelidade e lealdade: Josué 16 também destaca a importância da fidelidade e lealdade a Deus na conquista da terra de Canaã. Podemos orar para que Deus nos ajude a permanecer fiéis e leais a Ele em todas as áreas de nossas vidas, buscando Sua vontade e seguindo o exemplo de Cristo em Sua obediência ao Pai.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 15 é um dos capítulos mais extensos do livro, e descreve a distribuição das terras entre as tribos de Judá e Simeão. É importante notar que a tribo de Judá era a maior e mais poderosa das tribos de Israel, e por isso recebeu a maior porção de terra.
O capítulo começa com a descrição das fronteiras da terra de Judá, que se estendiam desde o deserto de Zim até a fronteira com Edom. Em seguida, é feita a divisão da terra entre as famílias da tribo, com destaque para a cidade de Hebrom, que foi dada a Calebe em reconhecimento pela sua fidelidade a Deus.
O capítulo também menciona a cidade de Jerusalém, que na época ainda estava nas mãos dos jebuseus e não foi conquistada pelos israelitas até o tempo de Davi. Além disso, há menção de outras cidades importantes da região, como Betel e Berseba.
Em resumo, o capítulo 15 de Josué é um registro detalhado da distribuição da terra de Canaã entre as tribos de Judá e Simeão, e serve como um importante documento histórico da conquista de Israel sobre a terra prometida.
Esboço de Josué 15
I. Distribuição da terra de Canaã para a tribo de Judá (15:1-12)
A. Descrição das fronteiras da terra de Judá (15:1-4)
B. Divisão da terra entre as famílias de Judá (15:5-12)
II. As cidades de Judá (15:13-63)
A. Cidades ao sul da tribo de Judá (15:13-19)
B. Cidades no vale (15:20-33)
C. Cidades na região montanhosa (15:34-47)
D. Cidades no deserto (15:48-60)
E. Cidades na região costeira (15:61-62)
F. Cidades dos jebuseus (15:63)
I. Distribuição da terra de Canaã para a tribo de Judá (15:1-12)
As terras distribuídas à tribo de Judá, clã por clã, estendiam-se para o sul até a fronteira com Edom, até o deserto de Zim, no extremo sul.
Sua fronteira sul começava na ponta de terra do extremo sul do mar Salgado,
passava pelo sul da subida de Acrabim, prosseguia até Zim e daí até o sul de Cades-Barnéia. Depois passava por Hezrom, indo até Adar e fazia uma curva em direção a Carca.
Dali continuava até Azmom, indo até o ribeiro do Egito e terminando no mar. Essa é a fronteira sul deles.
A fronteira oriental é o mar Salgado, até a foz do Jordão. A fronteira norte começava na enseada, na foz do Jordão,
subia até Bete-Hogla e passava ao norte de Bete-Arabá, até a Pedra de Boã, filho de Rúben.
A fronteira subia então do vale de Acor até Debir, e virava para o norte, na direção de Gilgal, que fica defronte da subida de Adumim, ao sul do ribeiro. Passava pelas águas de En-Semes, indo até En-Rogel.
Depois subia pelo vale de Ben-Hinom, ao longo da encosta sul da cidade dos jebuseus, isto é, Jerusalém. Dali subia até o alto da montanha, a oeste do vale de Hinom, no lado norte do vale de Refaim.
Do alto da montanha a fronteira prosseguia para a fonte de Neftoa, ia para as cidades do monte Efrom e descia na direção de Baalá, que é Quiriate-Jearim.
De Baalá fazia uma curva em direção ao oeste, até o monte Seir, prosseguia pela encosta norte do monte Jearim, isto é Quesalom; em seguida continuava descendo até Bete-Semes e passava por Timna.
Depois ia para a encosta norte de Ecrom, virava na direção de Sicrom, continuava até o monte Baalá e chegava a Jabneel, terminando no mar.
A fronteira ocidental era o litoral do mar Grande. Eram essas as fronteiras que demarcavam Judá por todos os lados, de acordo com os seus clãs.
Josué 15:1-12
Josué 15:1-12 é um relato detalhado da distribuição da terra de Canaã para a tribo de Judá, a maior e mais poderosa das tribos de Israel. Este capítulo descreve as fronteiras da terra de Judá e a divisão da terra entre as famílias da tribo.
A descrição das fronteiras da terra de Judá começa com a fronteira sul, que se estendia desde o deserto de Zim até Cades-Barneia. A partir daí, a fronteira se estendia até Hebrom, que se tornaria uma cidade importante para a tribo de Judá. A fronteira então seguia em direção ao Mar Mediterrâneo, incluindo as cidades costeiras de Asdode, Ecrom e Gaza.
A divisão da terra entre as famílias da tribo de Judá começa com a tribo de Judá se estabelecendo em Hebrom, que foi dada a Calebe em reconhecimento pela sua fidelidade a Deus. Em seguida, é feita a divisão da terra entre as outras famílias da tribo de Judá, incluindo os clãs de Judá e Simeão.
Este capítulo é um registro importante da conquista de Israel sobre a terra prometida, e demonstra a fidelidade de Deus em cumprir suas promessas aos israelitas. A distribuição da terra para a tribo de Judá mostra a importância da obediência e fidelidade a Deus, e serve como um lembrete da importância de confiar em Deus em todas as situações.
II. As cidades de Judá (15:13-63)
Conforme a ordem dada pelo Senhor, Josué deu a Calebe, filho de Jefoné, uma porção de terra em Judá, que foi Quiriate-Arba, isto é, Hebrom. Arba era antepassado de Enaque.
Calebe expulsou de Hebrom os três enaquins: Sesai, Aimã e Talmai, descendentes de Enaque.
Dali avançou contra o povo de Debir, anteriormente chamada Quiriate-Sefer.
E Calebe disse: “Darei minha filha Acsa por mulher ao homem que atacar e conquistar Quiriate-Sefer”.
Otoniel, filho de Quenaz, irmão de Calebe, a conquistou; e Calebe lhe deu sua filha Acsa por mulher.
Quando Acsa foi viver com Otoniel, ela o pressionou para que pedisse um campo ao pai dela. Assim que ela desceu do jumento, perguntou-lhe Calebe: “O que você quer? ”
“Quero um presente”, respondeu ela. “Já que me deu terras no Neguebe, dê-me também fontes de água. ” Então Calebe lhe deu as fontes superiores e as inferiores.
Esta é a herança da tribo de Judá, clã por clã:
As cidades que ficavam no extremo sul da tribo de Judá, no Neguebe, na direção da fronteira de Edom, eram: Cabzeel, Eder, Jagur,
Quiná, Dimona, Adada,
Quedes, Hazor, Itnã,
Zife, Telém, Bealote,
Hazor-Hadata, Queriote-Hezrom, que é Hazor,
Amã, Sema, Moladá,
Hazar-Gada, Hesmom, Bete-Pelete,
Hazar-Sual, Berseba, Biziotiá,
Baalá, Iim, Azém,
Eltolade, Quesil, Hormá,
Ziclague, Madmana, Sansana,
Lebaote, Silim, Aim e Rimom. Eram um total de vinte e nove cidades com seus povoados.
Na Sefelá: Estaol, Zorá, Asná,
Zanoa, En-Ganim, Tapua, Enã,
Jarmute, Adulão, Socó, Azeca,
Saaraim, Aditaim, e Gederá ou Gederotaim. Eram catorze cidades com seus povoados.
Zenã, Hadasa, Migdal-Gade,
Dileã, Mispá, Jocteel,
Láquis, Bozcate, Eglom,
Cabom, Laamás, Quitlis,
Gederote, Bete-Dagom, Naamá e Maquedá. Eram dezesseis cidades com seus povoados.
Libna, Eter, Asã,
Iftá, Asná, Nezibe,
Queila, Aczibe e Maressa. Eram nove cidades com seus povoados.
Ecrom, com suas vilas e seus povoados;
de Ecrom até o mar, todas as cidades nas proximidades de Asdode, juntamente com os seus povoados;
Asdode, com suas vilas e seus povoados; e Gaza, com suas vilas e seus povoados, até o ribeiro do Egito e o litoral do mar Grande.
Na região montanhosa: Samir, Jatir, Socó,
Daná, Quiriate-Sana, que é Debir,
Anabe, Estemo, Anim,
Gósen, Holom e Gilo. Eram onze cidades com seus povoados.
Arabe, Dumá, Esã,
Janim, Bete-Tapua, Afeca,
Hunta, Quiriate-Arba, que é Hebrom e Zior. Eram nove cidades com seus povoados.
Maom, Carmelo, Zife, Jutá,
Jezreel, Jocdeão, Zanoa,
Caim, Gibeá e Timna. Eram dez cidades com seus povoados.
Halul, Bete-Zur, Gedor,
Maarate, Bete-Anote e Eltecom. Eram seis cidades com seus povoados.
Quiriate-Baal, que é Quiriate-Jearim e Rabá. Eram duas cidades com seus povoados.
No deserto: Bete-Arabá, Midim, Secacá,
Nibsã, Cidade do Sal e En-Gedi. Eram seis cidades com seus povoados.
Os descendentes de Judá não conseguiram expulsar os jebuseus, que viviam em Jerusalém; até hoje os jebuseus vivem ali com o povo de Judá.
Josué 15:13-63
Josué 15:13-63 descreve as cidades da tribo de Judá, que foram divididas em cinco regiões diferentes: o sul, o vale, a região montanhosa, o deserto e a região costeira.
Na região sul, a tribo de Judá recebeu diversas cidades, incluindo Quiriate-Arba (ou Hebrom), que já havia sido mencionada anteriormente como sendo a cidade dada a Calebe. Também foram mencionadas as cidades de Eder, Jesor, Socó e Azeca.
Na região do vale, a tribo de Judá recebeu diversas cidades, incluindo a cidade de Gate, que havia sido uma cidade importante dos filisteus. Também foram mencionadas as cidades de Gate-Rimom, Aijalom e Zorá.
Na região montanhosa, a tribo de Judá recebeu diversas cidades, incluindo as cidades de Hebrom, Debir e Naamá. A região montanhosa era uma região difícil de se conquistar, mas a tribo de Judá conseguiu estabelecer sua presença nessa região.
Na região do deserto, a tribo de Judá recebeu diversas cidades, incluindo as cidades de Ziclague, Horma e Maom. O deserto era uma região hostil e perigosa, mas a tribo de Judá conseguiu estabelecer sua presença nessa região.
Finalmente, na região costeira, a tribo de Judá recebeu diversas cidades, incluindo as cidades de Asdode, Ecrom e Gaza. Essas cidades costeiras eram importantes por causa do comércio marítimo.
Este capítulo é um registro importante da distribuição da terra para a tribo de Judá, e mostra como os israelitas se estabeleceram em várias regiões diferentes da terra prometida. Além disso, as cidades mencionadas neste capítulo são um lembrete da importância da presença de Deus em todas as áreas da vida, e da necessidade de confiar em Deus em todas as situações.
Reflexão de Josué 15 para os nossos dias
Josué 15 nos apresenta um registro detalhado da distribuição da terra de Canaã para a tribo de Judá. Podemos ver claramente que esta distribuição foi uma bênção do Senhor para o Seu povo escolhido, que confiou em Deus e seguiu as Suas ordens.
No entanto, este capítulo também nos mostra a necessidade de perseverar na obediência a Deus, mesmo quando enfrentamos obstáculos e desafios em nossa caminhada cristã. Assim como a tribo de Judá enfrentou a dificuldade de conquistar Jerusalém, nós também enfrentamos nossos próprios obstáculos em nossa jornada rumo à santidade e comunhão com Deus.
Mas, assim como a tribo de Judá se estabeleceu em sua herança, podemos ter a certeza de que, quando confiamos em Deus e perseveramos em nossa fé, podemos encontrar a paz e alegria que Ele tem reservado para nós. Jesus Cristo é a nossa herança, a rocha eterna em quem podemos confiar e encontrar segurança em meio aos ventos tempestuosos da vida.
Em Jesus, temos a vitória sobre todas as dificuldades e desafios que enfrentamos em nossa caminhada cristã. Ele é o nosso Salvador e Senhor, que nos guia e fortalece em todas as circunstâncias da vida. Portanto, que possamos confiar nele e perseverar em nossa fé, sabendo que, em Cristo, temos a vitória garantida sobre todas as coisas.
Motivos de oração em Josué 15
Gratidão pela provisão de Deus: Ao ler sobre a distribuição da terra para a tribo de Judá em Josué 15, podemos orar em gratidão pela provisão de Deus em nossas próprias vidas. Podemos agradecer a Ele por todas as bênçãos que Ele nos concedeu e pedir a Sua orientação para que possamos utilizar essas bênçãos de forma sábia e em prol do Seu Reino.
Fortalecimento da nossa fé: Josué 15 também nos mostra a importância da perseverança e da confiança em Deus, mesmo quando enfrentamos obstáculos em nossa caminhada cristã. Podemos orar por fortalecimento da nossa fé, para que possamos confiar em Deus em todas as circunstâncias da vida e perseverar em nossa caminhada rumo à santidade e comunhão com Ele.
Conquista da nossa herança em Cristo: Assim como a tribo de Judá se estabeleceu em sua herança, nós também temos uma herança em Cristo Jesus. Podemos orar para que, por meio da fé em Jesus, possamos conquistar tudo aquilo que Ele tem para nós, incluindo a paz, a alegria, a salvação e a vida eterna. Podemos pedir a Deus para nos ajudar a confiar em Jesus e a perseverar em nossa caminhada rumo a essa herança celestial que nos aguarda.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)
Josué 14 nos traz um momento decisivo na história de Israel. Depois de atravessar o rio Jordão e conquistar a cidade de Jericó, Josué divide a terra prometida entre as tribos de Israel. Neste capítulo em particular, encontramos a história de Calebe, um dos espias enviados por Moisés para explorar a terra de Canaã.
Calebe, juntamente com Josué, foi um dos únicos espias que confiou na promessa de Deus de que a terra seria deles e recomendou a sua conquista. Como recompensa pela sua fé e fidelidade, Deus prometeu a Calebe uma porção de terra na região montanhosa de Hebrom, onde habitavam os gigantes.
Neste capítulo, Calebe, já com 85 anos, aparece diante de Josué e pede a terra que lhe foi prometida. Ele demonstra sua força e coragem, dizendo que ainda está pronto para lutar contra os gigantes e conquistar a terra que Deus lhe prometeu. Com isso, Calebe nos ensina a importância da fé e da confiança em Deus, mesmo diante das maiores dificuldades e desafios da vida.
Assim, o capítulo 14 de Josué nos traz uma mensagem de perseverança e confiança em Deus, encorajando-nos a nunca desistirmos daquilo que Ele prometeu, mesmo que pareça impossível aos olhos humanos.
Esboço de Josué 14
I. A herança de Calebe (14:1-5)
A. A divisão da terra de Canaã
B. Calebe pede a Josué a terra que lhe foi prometida
C. Calebe relembra a promessa de Deus
II. A fidelidade de Calebe (14:6-15)
A. Calebe descreve sua missão como espião
B. Calebe confia na promessa de Deus
C. Calebe é recompensado com a terra de Hebrom
D. Calebe expulsa os descendentes de Enaque da sua herança
Foram estas as terras que os israelitas receberam por herança em Canaã, e que o sacerdote Eleazar, Josué, filho de Num, e os chefes dos clãs das tribos dos israelitas repartiram entre eles.
A divisão da herança foi decidida por sorteio entre as nove tribos e meia, como o Senhor tinha ordenado por meio de Moisés,
pois Moisés já tinha dado herança às duas tribos e meia a leste do Jordão. Mas aos levitas não dera herança entre os demais.
Os filhos de José formaram as duas tribos de Manassés e Efraim. Os levitas não receberam porção alguma da terra; receberam apenas cidades onde viver, com pastagens para os seus rebanhos.
Os israelitas dividiram a terra conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés.
Josué 14:1-5
Neste trecho, Josué reúne as tribos de Israel em Siló para a distribuição da terra prometida por Deus. O texto destaca a importância dessa distribuição, pois ela era vista como uma realização da promessa feita a Abraão, Isaque e Jacó. A terra era vista como uma herança divina para o povo de Israel.
No entanto, antes de começar a distribuição, Josué lembra que ainda há terras a serem conquistadas e que é necessário coragem e obediência a Deus para alcançá-las. A importância da obediência é reforçada, pois é ela que garantirá a posse da terra.
Além disso, há uma menção especial ao caso dos levitas. Como não receberiam terras, Josué lhes concede cidades para que habitassem e pastoreassem o povo. É interessante notar que mesmo sem a posse da terra, os levitas eram parte fundamental do plano de Deus para Israel.
Por fim, a distribuição da terra é iniciada. O texto destaca a importância de Deus na escolha e divisão das terras, enfatizando que Ele cumpre suas promessas e concede a cada um segundo a sua vontade.
Podemos aprender com esse trecho que a obediência a Deus é fundamental para alcançarmos nossas promessas. Assim como os israelitas precisavam confiar em Deus para conquistar a terra prometida, nós também precisamos confiar em sua vontade e seguir suas instruções para alcançarmos nossas bênçãos.
II. A fidelidade de Calebe (14:6-15)
Os homens de Judá vieram a Josué em Gilgal, e Calebe, filho do quenezeu Jefoné, lhe disse: “Você sabe o que o Senhor disse a Moisés, homem de Deus, em Cades-Barnéia, sobre mim e sobre você.
Eu tinha quarenta anos quando Moisés, servo do Senhor, enviou-me de Cades-Barnéia para espionar a terra. Eu lhe dei um relatório digno de confiança,
mas os meus irmãos israelitas que foram comigo fizeram o povo desanimar-se de medo. Eu, porém, fui inteiramente fiel ao Senhor, ao meu Deus.
Por isso naquele dia Moisés me jurou: ‘Certamente a terra em que você pisou será uma herança perpétua para você e para os seus descendentes, porquanto você foi inteiramente fiel ao Senhor, ao meu Deus’.
“Pois bem, o Senhor manteve-me vivo, como prometeu. E foi há quarenta e cinco anos que ele disse isso a Moisés, quando Israel caminhava pelo deserto. Por isso aqui estou hoje, com oitenta e cinco anos de idade!
Ainda estou tão forte como no dia em que Moisés me enviou; tenho agora tanto vigor para ir à guerra como naquela época.
Dê-me, pois, a região montanhosa que naquela ocasião o Senhor me prometeu. Na época, você ficou sabendo que os enaquins lá viviam com suas cidades grandes e fortificadas; mas, se o Senhor estiver comigo, eu os expulsarei de lá, como ele prometeu”.
Então Josué abençoou Calebe, filho de Jefoné, e lhe deu Hebrom por herança.
Por isso, até hoje, Hebrom pertence aos descendentes de Calebe, filho do quenezeu Jefoné, pois ele foi inteiramente fiel ao Senhor, ao Deus de Israel.
Hebrom era chamada Quiriate-Arba, em homenagem a Arba, o maior dos enaquins. E a terra teve descanso da guerra.
Josué 14:6-15
Calebe é apresentado como um dos espias enviados por Moisés para explorar a terra de Canaã, juntamente com Josué. Ele é destacado como um homem de fé, que confiou na promessa de Deus e recomendou a conquista da terra. Agora, em sua velhice, Calebe pede a Josué a herança que lhe foi prometida, a terra montanhosa de Hebrom, onde habitavam os gigantes.
Calebe demonstra sua coragem e confiança em Deus, afirmando que ainda está pronto para lutar contra os gigantes e conquistar a terra que Deus lhe prometeu. Ele não se abate com a idade, mas se mantém firme na sua fé e na sua convicção.
Josué atende ao pedido de Calebe e concede-lhe a sua herança. Calebe então expulsa os descendentes de Enaque da sua herança, cumprindo a promessa feita por Deus.
Essa história nos ensina a importância da fé e da confiança em Deus. Assim como Calebe, devemos confiar na promessa de Deus e agir com coragem e determinação, mesmo diante das dificuldades e desafios da vida. Devemos acreditar que Deus é fiel e cumpre suas promessas, e que Ele está conosco em todas as circunstâncias.
Além disso, a história de Calebe nos lembra que nunca é tarde demais para buscarmos as promessas de Deus em nossas vidas. Independentemente da idade ou das circunstâncias, podemos crer em Deus e buscar aquilo que Ele nos prometeu, sabendo que Ele é fiel para cumprir o que prometeu.
Reflexão de Josué 14 para os nossos dias
Assim como Calebe confiou na promessa de Deus e agiu com coragem e determinação para conquistar sua herança, Jesus também confiou na vontade de Deus e agiu com coragem e determinação para conquistar a nossa herança eterna. Ele enfrentou os gigantes do pecado e da morte e nos concedeu a vida eterna em Deus.
Assim como Calebe, que recebeu uma herança como recompensa pela sua fidelidade, nós também recebemos uma herança em Cristo Jesus. Ele nos concedeu o perdão dos pecados, a reconciliação com Deus e a vida eterna em sua presença. Essa herança é fruto da sua morte e ressurreição, que nos libertou do poder do pecado e da morte.
Além disso, assim como Calebe nos ensina a importância da perseverança na fé, Jesus também nos ensina a perseverar na fé e na esperança da nossa herança eterna. Devemos confiar na promessa de Deus em Cristo e perseverar na nossa caminhada, mesmo diante das dificuldades e desafios da vida.
Por fim, assim como a distribuição da terra de Canaã foi uma realização da promessa de Deus a Abraão, Isaque e Jacó, a salvação em Cristo Jesus também é uma realização das promessas de Deus a toda a humanidade. Ele nos amou de tal maneira que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16).
Que possamos confiar em Deus, perseverar na fé e na esperança da nossa herança em Cristo Jesus, sabendo que Ele é fiel para cumprir o que prometeu e que Ele é a nossa rocha e nossa salvação.
Motivos de oração em Josué 14
Com certeza! Aqui estão três motivos de oração que podemos extrair do capítulo 14 de Josué:
Pela coragem e determinação em seguir a vontade de Deus: Assim como Calebe confiou na promessa de Deus e agiu com coragem e determinação para conquistar sua herança, podemos orar para que Deus nos conceda a mesma coragem e determinação em seguir a Sua vontade. Que possamos confiar na Sua promessa e agir com confiança e coragem para alcançar as bênçãos que Ele tem para nós.
Pela perseverança na fé: O exemplo de Calebe nos ensina a importância da perseverança na fé. Mesmo em sua velhice, ele não desistiu de buscar a herança que Deus lhe prometeu. Podemos orar para que Deus nos conceda essa mesma perseverança na nossa caminhada com Ele, para que possamos continuar a confiar em Sua promessa e perseverar na fé, independentemente das dificuldades que possam surgir em nosso caminho.
Pela gratidão pelas bênçãos de Deus: Calebe recebeu uma herança como recompensa por sua fidelidade e perseverança. Da mesma forma, Deus tem nos abençoado com muitas bênçãos em nossas vidas. Podemos orar para que Deus nos ajude a ser gratos por todas as Suas bênçãos, reconhecendo que elas vêm dEle e que devemos sempre confiar em Sua fidelidade para nos guiar em nossa caminhada com Ele.
A versão bíblica utilizada neste estudo é a Nova Versão Internacional (São Paulo: Sociedade Bíblica Internacional, 2001)