O Espírito Santo de Deus Em 11 VERDADES

O Espírito Santo de Deus

O Espírito Santo de Deus é maravilhoso. Ele é o selo da nossa redenção, quem nos dirige, ensina, e intercede por nós junto ao coração de Deus Pai. O Espírito de Deus é extremamente importante para a existência da humanidade. Quando ele for tirado, o anticristo se manifestará e governará o mundo. Todo cristão deve … Leia mais

Entendendo o Reino de Deus – 5 Características

O Reino de Deus

O reino de Deus é proclamado no início do ministério de Jesus Cristo e embora fosse continuamente aguardado pelos judeus, a expectativa deles não era correta. Eles esperavam que este Reino se manifestasse na Terra, de forma visível. Mas estavam enganados! O Senhor Jesus revelou o reino de Deus de uma maneira diferente. 

Neste estudo, você vai ver como a Bíblia o apresenta e como se dá o seu desenvolvimento em nossos dias. Lendo até o final, você colherá bons frutos!

O Que é o Reino de Deus na Bíblia? 

O domínio apresentado por Jesus está em constante expansão. Ele cresce sobre a Terra de forma quase imperceptível (Lucas 13:20,21). A visão bíblica de reino, no entanto, é um pouco diferente da visão terrena. Para a língua portuguesa o significado é:

  1. país, estado governado por um rei ou rainha; monarquia.

abs. o reino de Portugal (em relação ao Brasil colonial e a outras ex-colônias) ☞ inicial maiúsc.

  1. o conjunto dos súditos de uma monarquia (Pesquisa Google).

Para a Bíblia, no entanto, o Reino de Deus não possui a mesma conotação. Embora Jesus seja o Rei , esse reino não possui domínio total nesta Terra, ainda (João 18:36).

O Reino Está Dentro de Nós 

O Reino dos céus está dentro de cada um de nós e é revelado pelo Espírito Santo, que é o selo da justificação (Lucas 17:20,21). Ou seja, para ser um cidadão deste Reino é necessário nascer de novo e receber a graça de Deus, por meio da fé. Para entrar no Reino dos céus é necessário ser como criança.

Para isso, devemos ter um coração purificado pelo sacrifício de Jesus na cruz, não é mérito humano. É exclusivamente a manifestação da graça de Deus.

Jesus traçou o perfil do cidadão do Reino dos céus no Sermão da montanha (Ver Estudo Sobre as Bem-aventuranças). Ele destaca que o nosso interior e as nossas atitudes são elementos fundamentais na manifestação do domínio de Deus em nossas vidas.

O Reino de Deus na Terra 

O Senhor Jesus embora sendo Deus, veio em carne e nos revelou de forma perfeita, quem Deus é. Ele começou o seu ministério dizendo que o tempo determinado, havia chegado. E por isso, exortava a todos ao arrependimento (Marcos 1:15). Ou seja, Cristo inaugurou o Reino de Deus na Terra.

Como rei e senhor do reino, ele mesmo veio anunciar a redenção. Portanto, o Reino dos céus entre nós se manifesta com a vinda de Jesus e a manifestação do poder de Deus por intermédio dele.

Uma outra evidência da manifestação desse reino, são os contínuos desajustes da humanidade e da natureza. Guerras, epidemias, doenças, ganância, distúrbios na sexualidade. São elementos que asseguram, cada vez mais a manifestação definitiva do reino (Lucas 21.31). 

O Reino Não é Comida

O apóstolo Paulo descreve de forma fantástica, quais são as características do Reino de Deus: justiça, paz, e alegria (Romanos 14:17).

Enquanto os imperadores e autoridades romanas eram reverenciados com banquetes diversos e fabulosos, ostentando poder e riqueza, o Reino dos céus se revela muito mais relevante.

Assim como os seus cidadãos, o reino possui características de caráter que o tornam um lugar melhor do que nos nossos sonhos. Elas são desenvolvidas dentro de cada um dos santos pelos dons do Espírito Santo.

A justiça descrita por Paulo é, além de retidão e pureza de caráter, a manifestação da justiça graciosa de Deus para com os herdeiros do reino. Ou seja, os cidadãos do Reino de Deus embora sejam pessoas justas, são antes de tudo justificados pela graça do Rei.

A paz que há no Reino dos céus é fruto do senhorio de Cristo e da regeneração dos cidadãos do reino. Há paz no íntimo dos remidos, logo há paz no reino. Seus cidadãos não são movidos pela ganância, poder nem ansiedade.

A alegria é igualmente produzida em cada cidadão deste domínio, como resultado da atuação do Espírito Santo que governa o Reino dos céus.

Não é uma alegria circunstancial. Ela é fruto do relacionamento dos súditos com o rei Jesus. Essa alegria é permanente, quero dizer, mesmo em meio as mais duras lutas, a alegria permanece sendo manifestada na esperança (Atos 5:41).

O Que Significa Reino de Deus Para os Cristãos?

Para nós cristãos, o Reino de Deus significa ‘Lar’. É a nossa casa. Na Terra somos peregrinos e forasteiros (I Pedro 2.11), somos errantes como os hebreus no deserto em direção a Canaã. O Reino dos céus para os cristãos é esperança. Não como Papai Noel, branca de neve ou Harry Potter. É algo real! (Ver João 14.1-3)

Para os cristãos é uma realidade futura e uma realidade presente (Tito 2:13).

Conclusão

O Reino dos céus é a manifestação do poder de Deus, revelado por Jesus. É um reino que se manifesta de forma gradativa a humanidade. Está em constante crescimento.

Ao revelá-lo, o Senhor Jesus, desejou que ele se manifestasse aqui na Terra assim como no céu (Mateus 6.10). Ou seja, o desejo do Senhor é que sejamos completamente restaurados e que vivamos de forma justa e limpa diante de Deus.

É um lugar onde há justiça, paz e alegria de forma constante, abundante. Isso porque é algo que flui do rei para os cidadãos do reino. Essa comunicação é feita pelo Espírito Santo, que a todos ministra.

Por fim, o que você acha? Gostaria de conhecer a sua opinião. Deixe seu comentário. Diga o que você pensa sobre o assunto. Não esqueça de compartilhar este estudo bíblico com seus amigos e parentes.

Deus abençoe!

Como o Reino de Deus aponta para Cristo?

O Reino de Deus não é uma ideia abstrata: ele está diretamente ligado a Jesus. O ministério de Cristo começou com o anúncio: “o tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus; arrependei-vos e crede no evangelho” (Marcos 1.15). Onde Jesus reina, ali está o Reino. Por isso Ele podia dizer que o reino de Deus estava no meio dos seus ouvintes (Lucas 17.21).

Cristo é o Rei que inaugurou o Reino na sua primeira vinda e o consumará na sua volta. Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus (Mateus 6.33) é, portanto, submeter-se ao senhorio de Jesus e viver sob o seu governo de amor e justiça. Entrar no Reino é nascer de novo e reconhecer Cristo como Rei. Todo o Reino aponta para Ele.

Perguntas frequentes sobre o Reino de Deus

O que é o Reino de Deus?

É o governo e o reinado de Deus sobre tudo, exercido de modo especial no coração e na vida daqueles que se submetem a Ele. Não é um lugar geográfico, mas o senhorio de Deus que transforma pessoas e o mundo.

Onde está o Reino de Deus?

Jesus ensinou que o Reino está entre nós e dentro de nós, ou seja, começa no coração submisso a Deus. Ele se manifesta onde a vontade de Deus é feita e o seu governo é reconhecido.

O Reino de Deus já chegou ou é futuro?

Os dois. O Reino já foi inaugurado com a vinda de Jesus e está presente agora, mas ainda aguarda a sua plenitude, quando Cristo voltar e reinar de forma completa e visível.

Como entrar no Reino de Deus?

Jesus disse que é preciso nascer de novo e crer no evangelho. Entrar no Reino é arrepender-se dos pecados, crer em Cristo e submeter-se ao seu senhorio, recebendo a vida que só Ele dá.

Como o Reino de Deus se relaciona com Cristo?

Jesus anunciou e inaugurou o Reino (Marcos 1.15) e é o próprio Rei. Buscar o Reino (Mateus 6.33) é submeter-se a Ele, e o Reino se cumprirá plenamente na sua volta.

Referências

  • Bíblia Sagrada. Versão Almeida Revista e Corrigida (ARC). Marcos 1.15; Lucas 17.20-21.
  • LADD, George Eldon. O Evangelho do Reino.

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A Multiplicação de Pães e Peixes Em 4 VERDADES

Multiplicação de Pães e Peixes - Jesus e a Bíblia

A multiplicação de pães e peixes é uma maravilhosa manifestação do caráter generoso de Deus. É um lado que precisamos conhecer. O nosso Deus é amor e esse amor se manifesta também por meio de sua generosidade. A multiplicação no deserto evidencia esse cuidado por nós.

Neste estudo bíblico você verá de forma detalhada como a Bíblia nos inspira, através desses milagres, a confiar em Deus e descansar em seu infalível e maravilhoso cuidado.

1. Cinco Pães e Dois Peixinhos

A vida é muito interessante. A maioria de nós tem apenas o suficiente ou menos que isso, para sobreviver. O relatório das Nações Unidas Para Comércio e Desenvolvimento, revela algo mais profundo:

De acordo com o documento, o número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia nos 49 países mais pobres do mundo – principalmente em África – mais do que duplicou nos últimos 30 anos, chegando a 307 milhões, o que equivale a 65% da população. As estimativas são de que este número pode chegar a 420 milhões em 2015. (Primeira Linha)

Ou seja, há pessoas que vivem em situação muito mais difícil que a nossa.

A resposta dos discípulos não era uma desculpa sem fundamento (Mateus 14:17). Em seus dias a Palestina estava debaixo do governo de Roma e o povo era profundamente explorado.

Os pobres trabalhavam para sustentar uma minoria de ricos. O povo que estava ali, no deserto, para ouvir as palavras de Jesus viviam uma profunda escassez espiritual e financeira.

Portanto, “tudo o que temos aqui…”, significa que as pessoas que se dispuseram a estar perto de Jesus Cristo, praticamente haviam dado tudo o que tinham.

A atitude dele é o que nos conforta. Ele se importa!

A despeito de tudo o que temos vivido, se estivermos dando o nosso melhor para estar perto de Jesus, os nossos recursos jamais acabarão.

2. A Primeira Multiplicação de Pães e Peixes

Ao saber que Jesus Cristo estava no deserto, as multidões se dirigiram para lá. Elas queriam estar com Ele. Afinal, estar perto dele é estar perto da graça de Deus.

É um lugar onde podemos encontrar: descanso, consolo, paz, respostas. Estar perto de Jesus Cristo é extremamente prazeroso.

Como diz a canção interpretada por Tom Carfi:

O melhor lugar do mundo

É aos pés do Salvador

É ali onde a esperança traz alívio ao sofredor

É ali onde me encontro com a fonte do amor

O melhor lugar do mundo

É aos pés do salvador

As pessoas que viram a primeira multiplicação de pães e peixes sentiam isso. Para elas não havia um outro lugar para estar. A companhia de Jesus Cristo era a mais preciosa.

No entanto, quando a comida acabou, os discípulos aconselharam o Senhor Jesus a mandar a multidão embora. A resposta dele surpreendeu – Não! Vocês devem fazer isso! (Mateus 14:19-21).

Como ser generosos quando não temos nem o suficiente?

A multiplicação de pães e peixes nos ensina. Pegue o que você tem e coloque nas mãos de Jesus Cristo. Nas mãos dele o pouco se torna abundante. Os cinco pães e dois peixinhos se tornaram em um grande banquete (Mateus 14:20,21). 

Da próxima vez que seus recursos não forem o suficiente. Leve-os até o Senhor Jesus. Ele vai dar um jeito!

3. A Segunda Multiplicação de Pães e Peixes

“Quantos pães vocês têm? “, perguntou Jesus. “Sete”, responderam eles, “e alguns peixinhos”. Ele ordenou à multidão que se assentasse no chão.

Depois de tomar os sete pães e os peixes e dar graças, partiu-os e os entregou aos discípulos, e os discípulos à multidão.

Todos comeram até se fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de pedaços que sobraram. Os que comeram foram quatro mil homens, sem contar mulheres e crianças. (Mateus 15:32-38)

Não era uma reprise. Ou um compacto de Tv por assinatura do seu programa favorito. Estava realmente acontecendo de novo. Multidão com fome x Recursos insuficientes (Mateus 15:32-38).

Jesus e os discípulos estavam novamente no deserto com uma grande multidão para alimentar e comida insuficiente, até para alimentar o velho Pedro (imagino). Acredito que o Senhor Jesus esperava, ao menos, uma atitude diferente dos discípulos.

Afinal, eles haviam acabado de atravessar o lago de Genesaré e do outro lado, de uma maneira maravilhosa Ela transformou cinco pães e dois peixinhos em um banquete para cerca de 30 mil pessoas. Mas não foi o que aconteceu (Mateus 15:32,33).

Problema antigo, resposta antiga. Os discípulos têm a memória de alguém com Alzheimer. Mal lembram do cardápio do almoço. O Filho de Deus por sua vez, é paciente. Pergunta o que tem na “dispensa” e organiza a multidão. “Todos sentados, por favor” (grifo meu).

A multidão senta, e Jesus ora. Na verdade, Ele dá graças!

Isso mesmo. O momento de insuficiência é para Ele oportunidade para agradecer a Deus. E o Pai gosta do que ouve.

O episódio se repete, dessa vez, no entanto, sete pães e alguns peixinhos alimentam cerca de 20 mil pessoas.

Esplêndido!

Não trate velhos problemas com velhas atitudes. Velhos problemas são uma oportunidade de pôr sua fé em prática. Em algum momento da sua vida você já viu o Senhor Deus resolvê-los, por que temer? É hora de confiar!

4. O Milagre da Multiplicação

Não podemos deixar de perceber que tanto na primeira multiplicação de pães e peixes (Mateus 14.20), como na segunda multiplicação de pães e peixes (Mateus 15.37) recursos insuficientes se transformaram em mais que suficiente.

Na minha opinião esse milagre revela uma parte muito bonita do caráter de Deus. Ele não é mesquinho.

Se você assistiu ao Pato Donald, quando criança, deve lembrar que ele tem um tio: “O tio Patinhas”. Ele é principalmente conhecido pelo seu amor ao dinheiro e por ser profundamente mesquinho. A necessidade das pessoas não o comove.

Nosso Deus não é assim. Ele é extremamente rico. Na verdade, tudo é dele. Acho lindas e apropriado as palavras do rei Davi, sobre isso, ao dizer que tudo o que há no céu e na terra, pertencem a Ele (1 Crônicas 29:11-14).

Fantástico, não é?

Sabia que tudo o que você tem ou terá vem de Deus?

Sabia que seus dízimos e ofertas são uma forma de dizer: “muito obrigado Senhor pelo que tens me dado”?

Pois é, Deus não precisa dos nossos bens, porque tudo é dele. Ele espera ao menos que sejamos gratos.

Além do mais Ele é o Deus da abundância. Ao contrário do que muitos dizem e pensam. Deus não é amante da pobreza. Ele ama os “pobres”, e isso é muito diferente.

O rei Davi teve uma revelação profunda dessa parte do caráter de Deus. O Espírito lhe mostrou que o Senhor prepara mesas, banquetes, até mesmo à vista de nossos inimigos e unge a nossa cabeça, revelando comunhão, parceria e amor para conosco. (Salmos 23.5).

É interessante pensar que o Senhor Deus prepara um banquete para o Salmista. Não um jantar comum. Algo conveniente. Suficiente, apenas. Mas um banquete. Algo elaborado!

E tem mais! Na presença dos inimigos.

Davi esperava celebrar diante das dificuldades. Aquilo que o fez chorar, sentir dor. Agora estes mesmos elementos o veriam celebrar com algo mais que o suficiente, preparado por Deus.

Você serve ao Deus da abundância. Ao Deus que faz mais do que o suficiente. Alegre-se! Pegue o pouco que você tem e consagre a Ele.

Você vai se surpreender com a multiplicação de pães e peixes!

Conclusão

A multiplicação de pães e peixes nos ensina que servimos ao Deus que transforma o insuficiente em mais que suficiente.

Ao observar a liberalidade do Senhor Jesus para com aqueles que esperam e confiam nele, temos esperança!

Vivemos em um mundo de muitas dificuldades, a maioria de nós vive no limite. Saber que há um Deus que se importa com as nossas dificuldades com certeza nos anima. Nos enche de esperança.

Portanto, não se desespere. Acabar com a própria vida não vai resolver. Confie seus poucos recursos na mão do Senhor e espere o Seu favor.

Pois bem, há algo que você gostaria de acrescentar? Gostaria de conhecer sua opinião, deixe seu comentário. Compartilhe este estudo bíblico com pessoas próximas a você, ou que estejam passando por dificuldades nessa área.

Como a multiplicação de pães aponta para Cristo?

O milagre não foi apenas um ato de bondade para saciar a fome de uma multidão; foi um sinal que revela quem Jesus é. Logo depois de multiplicar os pães, Ele declarou: “eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome” (João 6.35). O pão que se multiplicou apontava para Ele mesmo, o único que satisfaz de verdade e para sempre.

Jesus é maior do que Moisés, que deu o maná no deserto, pois Ele é o pão vivo que desceu do céu. A compaixão com que cuidou daquela multidão mostra o seu coração de Salvador, e a abundância que sobrou aponta para a fartura do seu Reino. Diante das nossas faltas, o milagre nos ensina a levar o pouco que temos a Cristo, confiando que Ele supre e transborda.

Perguntas frequentes sobre a multiplicação de pães e peixes

O que foi a multiplicação de pães e peixes?

Foi um milagre em que Jesus, a partir de poucos pães e peixes, alimentou milhares de pessoas, com fartura e sobras. Está entre os poucos milagres relatados nos quatro Evangelhos.

Quantas vezes Jesus multiplicou pães?

Os Evangelhos registram duas multiplicações: a dos cinco mil homens, com cinco pães e dois peixes, e a dos quatro mil, com sete pães e alguns peixinhos. Em ambas, sobrou alimento.

O que o milagre da multiplicação ensina?

Ensina sobre a compaixão de Jesus, o seu poder criador e a suficiência dele diante das nossas faltas. Também nos convida à generosidade e à confiança, entregando o pouco que temos nas mãos do Senhor.

Por que Jesus deu graças antes de multiplicar?

Ao dar graças, Jesus reconheceu o Pai como fonte de toda provisão. Esse gesto nos ensina a agradecer e a confiar em Deus antes mesmo de ver a resposta, sabendo que tudo o que temos vem dele.

Como a multiplicação de pães aponta para Cristo?

Depois do milagre, Jesus se revelou como o pão da vida (João 6.35). O pão multiplicado apontava para Ele, o único que sacia de verdade, maior do que o maná e fonte da fartura do seu Reino.

Referências

  • Bíblia Sagrada. Versão Almeida Revista e Corrigida (ARC). Mateus 14.13-21; João 6.
  • CARSON, D. A. O Comentário de João.

O Crescimento Espiritual e Seu Propósito

Estudo Bíblico Sobre Crescimento Espiritual

Crescimento espiritual é algo indispensável no cristianismo. O Senhor Jesus nunca abriu mão de que os seus discípulos dessem fruto com qualidade. Não é sua intenção fundar um grupo de religiosos, mas sim agentes de mudança. Para isso o crescimento espiritual é um estímulo natural do nosso Senhor. Sendo assim, neste estudo bíblico você vai ver quais … Leia mais

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