Os 3 pilares da liderança cristã

Os 3 pilares da liderança cristã

Uma das suas lições mais importantes sobre liderança é o conceito dos “5 níveis de liderança”, que são ensinados por John C. Maxwell, autor e palestrante na área de liderança, é uma autoridade estabelecida no tema e sua obra tem inspirado milhões de pessoas em todo o mundo a desenvolver suas habilidades de liderança.

Segundo Maxwell, a liderança não é algo que se conquista de uma vez por todas, mas sim algo que se constrói gradualmente, à medida que se desenvolve habilidades e relacionamentos. Ele identificou cinco níveis de liderança, que representam diferentes estágios de crescimento e influência:

A primeira é a Liderança por posição – Nesse nível, a liderança é baseada puramente na posição ou cargo ocupado. As pessoas seguem o líder porque precisam ou porque é esperado delas que o façam. O foco está no controle e na autoridade.

A segunda é a Liderança por permissão – Nesse nível, a liderança é baseada na permissão concedida pelos liderados. As pessoas seguem o líder porque querem, porque se identificam com ele ou porque acreditam na visão que ele representa. O foco está na construção de relacionamentos.

A terceira é a Liderança por produção – Nesse nível, a liderança é baseada na produção e nos resultados alcançados. As pessoas seguem o líder porque veem que ele é capaz de entregar o que promete, e porque acreditam que ele pode ajudá-las a alcançar seus objetivos. O foco está no desempenho e na eficácia.

A quarta é a Liderança por desenvolvimento de pessoas – Nesse nível, a liderança é baseada no desenvolvimento das pessoas que o líder lidera. As pessoas seguem o líder porque ele as ajuda a crescer e a se desenvolver, e porque acreditam que ele tem suas melhores intenções em mente. O foco está na formação de equipes e na construção de lideranças.

A quinta é a Liderança por respeito – Nesse nível, a liderança é baseada no respeito e na admiração que as pessoas têm pelo líder. As pessoas seguem o líder porque acreditam em sua visão, em seus valores e em sua integridade. O foco está na construção de uma comunidade de líderes.

Esses cinco níveis de liderança são importantes porque mostram que a liderança não é algo que se conquista de uma vez por todas, mas sim algo que se desenvolve gradualmente, à medida que se constrói relacionamentos, se alcançam resultados e se ajuda as pessoas a crescerem e se desenvolverem. Como líderes, é importante lembrar que a liderança não é sobre nós, mas sim sobre as pessoas que lideramos e as mudanças que queremos ver acontecer no mundo.

Sob essa perspectiva, é importante lembrar que cada cristão é uma liderança, pelo menos de sua própria vida. Infelizmente, muitos de nós temos terceirizado essa liderança e por isso, estamos colhendo resultados tão ruins em nossa jornada de vida.

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“Esforçai-vos”

Veja o que está escrito em Efésios 4.3:

Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. (Efésios 4:3 NVI)

O primeiro aspecto da liderança pessoal cristã é a busca pela unidade. Como cristãos, fomos chamados para viver em comunhão uns com os outros, assim como o corpo de Cristo, que é composto por muitos membros, mas todos trabalhando juntos em harmonia para cumprir o propósito divino.

Infelizmente, a unidade não é algo que sempre vemos na sociedade em que vivemos. Há muitas divisões, conflitos e desunião, tanto dentro como fora das comunidades cristãs. Isso pode acontecer por diferentes motivos, como diferenças de opinião, interesses pessoais, preconceitos ou falta de comunicação de qualidade.

Mas a Bíblia nos chama para ser diferentes, a ordem é para buscar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Isso significa que, como cristãos, devemos estar dispostos a fazer sacrifícios para manter a harmonia e a paz em nossas relações. Devemos ser humildes e colocar os interesses dos outros acima dos nossos próprios, buscando sempre o bem comum.

A busca pela unidade não significa que precisamos concordar em tudo ou ignorar nossas diferenças. Pelo contrário, podemos aprender muito uns com os outros através de nossas diferentes perspectivas e experiências. Mas devemos tratar uns aos outros com amor e respeito, praticando o perdão e a graça em nossas relações.

Além disso, a unidade é importante porque é um testemunho poderoso para o mundo. Quando os cristãos vivem em harmonia uns com os outros, mostramos ao mundo que somos diferentes, que somos capazes de superar as diferenças e trabalhar juntos para um propósito maior. Isso pode ser um convite para outras pessoas se unirem a nós na busca pela verdade e pelo amor de Deus.

Sobre isso, Francis Schaeffer disse o seguinte: “A unidade é essencial para o testemunho cristão. Quando os cristãos estão unidos, o mundo acredita; quando estão divididos, o mundo ri.”

Devemos lembrar que a unidade começa em nós mesmos. Antes de buscarmos a unidade com os outros, precisamos estar em unidade com Deus e com nós mesmos. Isso significa colocar a nossa fé e a nossa vida em ordem, cultivando a nossa relação com Deus através da oração, leitura da Bíblia e prática dos ensinamentos de Jesus. Também significa cuidar da nossa saúde física e mental, aprendendo a amar e respeitar a nós mesmos como filhos e filhas de Deus.

“Brilhe também a vossa luz”

Veja o que está escrito em Mateus 5.16:

Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”. (Mateus 5:16 NVI)

O segundo aspecto da liderança pessoal cristã, é o exemplo. Como cristãos, somos chamados para ser modelos de comportamento para as pessoas ao nosso redor, mostrando através de nossas atitudes a verdade e a beleza do Evangelho.

Ser um exemplo não é uma tarefa fácil. Em um mundo onde muitas vezes somos bombardeados com mensagens que contradizem os valores cristãos, pode ser desafiador manter uma vida que reflita a verdade e a graça de Deus. Mas a Bíblia nos encoraja a sermos luzes em meio à escuridão, para que as pessoas vejam as nossas boas obras e glorifiquem o nosso Pai celestial.

Para ser um exemplo, precisamos viver de acordo com os valores estabelecidos na Bíblia Sagrada. Isso significa buscar a santidade diariamente, praticando a honestidade, a justiça, a compaixão e a bondade em todas as nossas relações. Significa também resistir às tentações do pecado, buscando sempre a vontade de Deus em nossas escolhas e decisões.

Além disso, ser um exemplo também significa ser autêntico, autêntica e transparente. Não somos perfeitos e todos nós falhamos em algum momento. Mas quando reconhecemos nossos erros e buscamos a reparação, estamos mostrando às pessoas que somos honestos e que valorizamos a verdade e a integridade.

Ser um exemplo também envolve o cuidado com as palavras que falamos e com as ações que tomamos. Devemos estar atentos para não ferir ou prejudicar os outros com o que dizemos ou fazemos. Ao invés disso, devemos usar as nossas palavras e ações para encorajar e edificar os outros, mostrando-lhes o amor e a graça de Deus.

Sobre isso, John C. Maxwell disse o seguinte: “O mundo não precisa de mais pregadores, mas de mais exemplos.”

Devemos lembrar que ser um exemplo não é uma tarefa solitária. Precisamos da ajuda de Deus e da comunidade cristã para nos mantermos firmes na fé e para crescermos em santidade. Precisamos estar em comunhão com Deus através da oração, leitura da Bíblia e prática dos ensinamentos de Jesus. Também precisamos de uma comunidade cristã que nos encoraje e nos ajude a crescer em nossas vidas pessoais e em nossas relações.

“Quem se humilha…”

Veja o que está escrito em Mateus 23:12:

Pois todo aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e todo aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. (Mateus 23:12 NVI)

O terceiro aspecto da liderança pessoal cristã é a humildade. Como cristãos, somos chamados para reconhecer que somos falhos e dependentes da graça de Deus em todas as áreas de nossas vidas.

A humildade é uma virtude fundamental na vida cristã, pois nos ajuda a reconhecer que não somos o centro do universo e que precisamos da ajuda de Deus e dos outros para crescermos em nossa fé e em nossos relacionamentos.

Ser humilde significa reconhecer as nossas limitações e fraquezas. Isso não significa que devemos nos depreciar ou diminuir a nossa autoestima, mas sim reconhecer que não somos perfeitos e que precisamos da ajuda de Deus para crescer em santidade e maturidade.

Além disso, ser humilde também significa não buscar a glória pessoal. Muitas vezes, podemos cair na tentação de buscar reconhecimento e prestígio em nossas vidas pessoais e profissionais, mas a Bíblia nos ensina que aquele que se exalta será humilhado, e aquele que se humilha será exaltado.

Devemos reconhecer que todas as nossas habilidades e conquistas são dádivas de Deus e que devemos usá-las para glorificá-lo e ajudar os outros. Devemos evitar a busca por poder e controle, mas sim buscar servir aos outros com amor e compaixão.

Ser humilde também envolve estar aberto ao aprendizado e ao crescimento. Ninguém sabe tudo e todos nós temos algo a aprender. Devemos estar dispostos a ouvir os outros e a receber críticas construtivas, reconhecendo que sempre há espaço para melhorias em nossas vidas.

Sobre isso, C.S Lewis disse o seguinte: “A verdadeira humildade é não pensar menos de si mesmo, mas pensar menos em si mesmo.”

A humildade também nos ajuda a ser mais compreensivos e empáticos uns com os outros. Quando reconhecemos as nossas próprias limitações e fraquezas, ficamos mais inclinados a ter misericórdia e compaixão pelos outros, reconhecendo que eles também têm suas próprias lutas e desafios.

No ritmo de Deus

No ritmo de Deus

O ritmo é um elemento fundamental da música, que se refere à organização dos sons em unidades de tempo. Ele é criado pela combinação de diferentes durações de notas e pausas, que são agrupadas em compassos e batidas. Em outras palavras, o ritmo é a batida ou pulsação que se repete ao longo da música, que guia os movimentos do corpo e dá estrutura à composição.

O ritmo musical é formado por diferentes elementos, como a melodia, harmonia e timbre, que são organizados em um padrão rítmico específico. O ritmo pode variar de acordo com o estilo musical e a cultura em que está inserido, sendo influenciado por fatores como a história, a geografia e a tradição musical de cada região.

Além disso, o ritmo também é importante na composição musical, pois ajuda a criar estrutura e coesão na música, guiando a transição entre diferentes seções da composição e dando a sensação de continuidade e coesão.

Assim como o ritmo é um elemento fundamental da música, o plano de Deus é fundamental para a vida do cristão. O plano de Deus é a organização e estrutura que ele tem para a nossa vida, guiando-nos em direção aos seus propósitos e dando a sensação de continuidade e coesão em nossa jornada cristã.

Assim como o ritmo dá estrutura e coesão à música, o plano de Deus dá estrutura e coesão à nossa vida, guiando-nos em direção aos seus propósitos e ajudando-nos a superar os desafios e adversidades que enfrentamos em nossa caminhada cristã.

Assim como o ritmo é responsável por conectar a música com o nosso corpo e movimento, o plano de Deus é responsável por conectar a nossa vida com o propósito e vontade de Deus, guiando-nos em direção aos seus propósitos e dando-nos a sensação de continuidade e direção em nossa caminhada cristã.

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Descansando no ritmo de Deus

Veja o que está escrito em Êxodo 33:14:

Respondeu o Senhor: “Eu mesmo o acompanharei, e lhe darei descanso”. (Êxodo 33:14 NVI)

O ritmo de Deus é marcado pela paz e pelo descanso. Quando seguimos o ritmo do Senhor, encontramos descanso e paz em meio às adversidades e desafios da vida.

O Senhor nos convida a descansar em seu ritmo, na maneira como ele conduz a nossa vida. Quando seguimos o ritmo de Deus, ele nos guia e nos conduz, nos mostrando o caminho a seguir e nos dando a força e a paz necessárias para enfrentar as dificuldades.

O maestro Gustav Mahler disse: “O ritmo não é apenas uma marca de tempo, é a vida que pulsa através da música”.

As palavras do maestro Gustav Mahler destacam a importância do ritmo na música e como ele dá vida à composição. Da mesma forma, a direção de Deus para a vida do cristão é como um ritmo que nos guia e nos dá vida. Quando seguimos a direção de Deus, encontramos a vitalidade e a força que só Ele pode nos dar. Assim como o ritmo na música nos ajuda a seguir o compasso e a organização das notas, a direção de Deus nos ajuda a seguir o caminho que ele preparou para nós, nos guiando em direção aos seus planos e propósitos para a nossa vida. E assim como a música ganha vida através do ritmo, nossa vida também ganha vida e significado quando seguimos a direção de Deus.

Podemos trabalhar com mais eficiência, nos relacionar melhor com os outros e lidar com as pressões da vida com mais facilidade”. A paz que encontramos no ritmo de Deus nos ajuda a ser mais eficazes em todas as áreas da nossa vida.

O pastor e escritor Rick Warren também falou sobre a importância de descansar no ritmo de Deus em seu livro “Uma vida com propósitos”, ele diz: “Deus criou o descanso porque sabia que precisaríamos dele. Descansar é uma disciplina espiritual que nos ajuda a nos reconectar com Deus e a recuperar nossas energias”. Quando seguimos o ritmo de Deus, encontramos a paz e o descanso necessários para discernir sua vontade e cumprir o seu propósito em nossa vida.

Que possamos, descansar no ritmo de Deus, confiando nele e encontrando a paz e a força que precisamos para enfrentar os desafios da vida. Que possamos seguir o exemplo de Jesus, que nos convida a aprender dele e encontrar descanso para a nossa alma…

Dançando no ritmo de Deus

Veja o que está escrito em Salmos 149:3:

Louvem eles o seu nome com danças; ofereçam-lhe música com tamborim e harpa. (Salmos 149:3 NVI)

A Bíblia Sagrada nos convida a dançar no ritmo de Deus, encontrando alegria e celebração na adoração e no louvor a ele. Quando seguimos o ritmo de Deus, somos conduzidos por ele em um relacionamento de amor e gratidão.

A dançarina e coreógrafa Martha Graham disse: “A dança é a linguagem escondida da alma”.

A frase de Martha Graham destaca a importância da dança como uma linguagem que expressa a alma e comunica emoções e sentimentos que não podem ser expressos por palavras. Da mesma forma, a direção de Deus para a vida do cristão é como uma linguagem que se comunica com a nossa alma, nos guiando e nos direcionando em direção aos seus planos e propósitos para a nossa vida.

Quando seguimos a direção de Deus, estamos seguindo a linguagem da alma, que é comunicada por meio do Espírito Santo que habita em nós. Essa linguagem nos guia e nos direciona em direção aos caminhos que Deus preparou para nós, nos dando a sabedoria e a orientação que precisamos para vivermos de acordo com a sua vontade.

Assim como a dança pode comunicar emoções e sentimentos profundos que não podem ser expressos por palavras, a direção de Deus para a nossa vida pode nos levar a lugares e situações que não podemos compreender ou explicar racionalmente, mas que nos conectam com a nossa essência mais profunda e com a vontade de Deus para a nossa vida.

A escritora e pregadora Beth Moore disse: “Deus é o coreógrafo da nossa vida. Ele nos conduz e nos guia em uma dança de amor e graça, nos levando em direção aos seus planos e propósitos para a nossa vida”. A adoração é uma forma de viver em comunhão com Deus e de testemunhar a sua presença em nossa vida.

Que possamos, portanto, viver a vida no ritmo de Deus, adorando-o com alegria e gratidão em nossas vidas. Que possamos seguir o exemplo do salmista e louvar o nome do Senhor com danças e instrumentos musicais, celebrando a sua presença em nossas vidas. E que possamos lembrar sempre das palavras de Jesus em João 4:24, adorando a Deus em espírito e em verdade.

Caminhando no ritmo de Deus

Veja o que está escrito em Provérbios 3:5,6:

Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas. (Provérbios 3:5,6 NVI)

O Espírito Santo nos convida a caminhar no ritmo de Deus, seguindo a sua direção e orientação em nossos caminhos.

O maratonista olímpico Haile Gebrselassie disse: “Quando você corre a maratona, você corre contra si mesmo, não contra os outros. O objetivo é terminar, não vencer”.

As palavras de Haile Gebrselassie destacam a importância de focar no objetivo final e não nas comparações com os outros competidores. Da mesma forma, a direção de Deus para a vida do cristão é única e pessoal, e não deve ser comparada com a direção de outros cristãos.

Deus tem um plano específico para cada um de nós, e ele nos conduz em direção aos seus planos e propósitos individualmente. Quando seguimos a direção de Deus para a nossa vida, não precisamos nos comparar com os outros, mas sim focar em seguir a orientação divina que nos guia em direção aos seus planos para nós.

Assim como um maratonista se esforça para terminar a corrida, nós também nos esforçamos para seguir a direção de Deus em nossa vida, sabendo que o nosso objetivo final é cumprir a vontade de Deus e alcançar a plenitude e a realização em nossa caminhada com ele.

Que possamos, portanto, nos concentrar em seguir a direção de Deus para a nossa vida, sem nos compararmos com os outros, mas sim buscando a realização e a plenitude que só ele pode nos dar. E que possamos lembrar sempre das palavras de Paulo em Filipenses 3:13-14, “prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”.

Sobre isso, o pastor e escritor Max Lucado escreveu: “Deus tem um propósito para a sua vida, e ele está sempre ao seu lado, guiando-o e orientando-o em direção aos seus planos. Quando seguimos a direção de Deus, encontramos a paz e a segurança que só ele pode nos dar”.

Quando seguimos a direção de Deus, encontramos a sabedoria e a orientação necessárias para viver de acordo com a sua vontade.

Que possamos, caminhar no ritmo de Deus, seguindo a sua direção e orientação em nossos caminhos. Que possamos confiar em Deus e reconhecê-lo em todos os nossos caminhos, sabendo que ele está sempre ao nosso lado, nos guiando em direção aos seus planos e propósitos para a nossa vida. E que possamos lembrar sempre das palavras de Jesus em João 14:6, seguindo-o como o caminho, a verdade e a vida.

A fidelidade de Deus na ESCASSEZ

A fidelidade de Deus na ESCASSEZ

A Grande Depressão foi um período de crise econômica mundial que teve início em 1929, após a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, também conhecida como “Crash de 1929”. Esse evento ocorreu em outubro daquele ano, quando a especulação desenfreada e a falta de regulamentação levaram à queda dos preços das ações na … Leia mais

Como encontrar significado e direção na vida

Como encontrar significado e direção na vida

A escalada do Monte Everest é um desafio físico e mental que muitas pessoas se propõem a enfrentar. Mas, para além do desafio em si, a escalada do Everest pode ser vista como um exemplo de como o propósito de vida pode motivar e direcionar nossas ações.

Para os alpinistas que se propõem a escalar o Everest, o propósito de alcançar o topo da montanha se torna uma força motivadora que os impulsiona a enfrentar os desafios da jornada. Desde o planejamento da expedição até o treinamento e a subida em si, cada passo é dado com o propósito final em mente.

Assim como na escalada do Everest, encontrar o propósito de vida pode nos ajudar a enfrentar os desafios da vida com mais confiança e determinação. Quando sabemos qual é nosso propósito e para onde estamos caminhando, podemos encontrar motivação e direção para nossas ações.

Mas encontrar o propósito de vida nem sempre é uma tarefa fácil. Assim como os alpinistas que se preparam para a escalada do Everest, pode ser necessário tempo e esforço para descobrir o que realmente nos motiva e nos faz sentir vivos. Muitas vezes, pode ser necessário enfrentar desafios e situações difíceis para descobrir qual é o nosso verdadeiro propósito.

Ao encontrar o propósito de vida, podemos descobrir um senso de significado e propósito que nos guia em nossas ações. Podemos encontrar maneiras de servir aos outros com nossos dons e talentos, de fazer uma diferença positiva no mundo e de encontrar alegria e realização em nossas vidas.

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A importância da confiança em meio à incerteza

Veja o que está escrito em Miquéias 4:12:

Mas elas não conhecem os pensamentos do Senhor; não compreendem o plano daquele que as ajunta como feixes para a eira. (Miquéias 4:12 NVI)

O texto de Miquéias 4:12 é uma importante reflexão sobre a confiança no plano de Deus para nossas vidas. Embora muitas vezes acreditemos que temos o controle e conhecimento sobre o que acontece ao nosso redor, essa passagem nos lembra que não temos a capacidade de compreender completamente o que Deus tem planejado para nós.

Para muitos cristãos, a busca pelo conhecimento do plano de Deus é uma tarefa constante. Procuramos respostas nas Escrituras, em nossas experiências de oração e em comunhão com os irmãos. Mas apesar de nossos esforços, muitas vezes nos encontramos enfrentando incertezas e dúvidas em relação ao futuro.

Aqui, a passagem de Miquéias nos lembra que a falta de compreensão do plano de Deus não é algo a ser temido, mas sim algo a ser abraçado. Afinal, é essa incerteza que nos permite confiar em Deus e em sua sabedoria. Ao invés de tentar controlar e compreender tudo ao nosso redor, somos chamados a entregar nossas vidas nas mãos do Senhor, sabendo que Ele está sempre trabalhando para o nosso bem e para o cumprimento de Seu propósito maior.

Isso não significa que não devemos buscar orientação e discernimento. Mas, ao fazê-lo, devemos estar dispostos a aceitar que a resposta que recebemos pode não ser a que esperávamos ou desejávamos. Ao invés de ficarmos desanimados ou frustrados, devemos lembrar que Deus está trabalhando em nossas vidas de maneiras que muitas vezes não podemos compreender.

Essa confiança em Deus é um tema comum na literatura cristã. O escritor britânico C.S. Lewis, por exemplo, escreveu extensivamente sobre a importância da fé e da confiança em Deus, mesmo em meio a incertezas e dificuldades. Em seu livro “O Problema do Sofrimento”, Lewis argumenta que a dor e o sofrimento não são uma prova de que Deus não existe, mas sim uma oportunidade para confiarmos em Deus ainda mais profundamente.

De maneira parecida, o teólogo americano Timothy Keller escreveu em seu livro “Oração: experimentando intimidade com Deus” sobre a importância da oração como um meio de cultivar a confiança em Deus. Keller mostra que a oração nos permite reconhecer nossa falta de controle e a confiar em Deus para nos guiar em todas as coisas.

A mensagem de Miquéias e do ensino cristão é que a confiança em Deus é fundamental para nossas vidas. Mesmo que não possamos não entender completamente o plano de Deus, podemos confiar que Ele está sempre trabalhando em nossas vidas para o nosso bem e para a Sua glória. Ao entregar nossas vidas nas mãos de Deus e buscarmos a Sua vontade em oração e nas Escrituras, podemos encontrar uma paz e uma confiança que vão além de qualquer entendimento humano.

Como cristãos, devemos estar dispostos a abraçar a incerteza em nossas vidas e confiar que o Senhor está no controle, trabalhando para nos guiar em direção a um propósito maior. Essa confiança em Deus pode ser difícil em momentos de dor e sofrimento, mas é precisamente nesses momentos que devemos lembrar que Deus é fiel e que podemos confiar nele.

Às vezes, pode ser difícil manter a fé e a confiança em Deus quando as coisas parecem estar indo mal. Mas, como escreveu o apóstolo Paulo em Romanos 8:28: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”. Isso significa que mesmo quando não compreendemos o que Ele está fazendo, podemos confiar que o Senhor está trabalhando para o nosso bem…

Deus nos dá ânimo para viver

Veja o que está escrito em Salmos 10:17:

Tu, Senhor, ouves a súplica dos necessitados; tu os reanimas e atendes ao seu clamor. (Salmos 10:17 NVI)

O Salmos 10:17 nos lembra que Deus está sempre ouvindo as nossas súplicas e atendendo ao nosso clamor. Essa é uma mensagem de esperança e encorajamento para aqueles que estão passando por momentos difíceis ou que estão enfrentando desafios em suas vidas.

Muitas vezes, a vida pode parecer sem sentido e sem propósito. Podemos nos sentir desanimados e sem esperança, sem saber para onde ir ou o que fazer. É fácil se acomodar em uma rotina diária monótona, sem se importar com o impacto que estamos tendo no mundo ao nosso redor.

Mas essa passagem nos lembra que o Senhor nos dá ânimo para viver e que nossas vidas têm um propósito e significado. Deus não apenas nos ouve, mas também nos reanima. Ele nos dá força e coragem para enfrentar os desafios da vida e nos ajuda a encontrar significado e propósito em nossas vidas.

Um autor cristão que fala sobre a importância de encontrar propósito em nossas vidas é Rick Warren, autor de “Uma Vida com Propósito”. Nele, Rick Warren mostra que Deus criou cada um de nós com um propósito específico em mente e que, ao descobrirmos esse propósito, encontramos significado e propósito em nossas vidas.

Mas encontrar nosso propósito não é uma tarefa fácil. Muitas vezes, é preciso passar por momentos de dificuldade e de incerteza para descobrir o que Deus tem planejado para nós. É nesses momentos que a passagem do Salmos 10:17 se torna especialmente importante. Podemos confiar que Deus está nos ouvindo e que Ele está trabalhando em nossas vidas, nos dando força e ânimo para enfrentar os desafios que temos pela frente.

Podemos nos sentir desanimados e sem esperança, achando que não temos o que é preciso para fazer a diferença no mundo. Mas o texto sagrado nos lembra que isso não é verdade. Deus nos criou com um propósito específico em mente, e cada um de nós tem algo valioso e único a oferecer ao mundo.

Por isso, é importante não nos conformar com uma vida sem significado. Devemos buscar a Deus em oração e pedir-lhe que nos ajude a encontrar nosso propósito e significado em nossas vidas.

É importante lembrar que encontrar nosso propósito não significa que não enfrentaremos mais desafios ou dificuldades. Mas, com Deus ao nosso lado, podemos enfrentar esses desafios com força e coragem. Podemos confiar que Deus está ouvindo nossas súplicas e atendendo ao nosso clamor, nos dando força e reanimando nossas almas…

Vivendo com propósito e significado

Veja o que está escrito em Salmos 100:3:

Reconheçam que ele é o nosso Deus. Ele nos fez e somos dele: somos o seu povo, e rebanho do seu pastoreio. (Salmos 100:3 NVI)

O Salmos 100:3 nos lembra que Deus é o nosso Criador e que somos Seu povo. Isso significa que cada um de nós tem um propósito específico em nossas vidas, um propósito que Deus criou e que Ele deseja que descubramos e cumpramos.

Muitas vezes, pode ser fácil se sentir perdido, perdida ou sem propósito em nossas vidas. Podemos nos perguntar qual é o nosso lugar no mundo, o que devemos fazer ou como devemos viver. No entanto, a passagem de Salmos 100:3 nos lembra que cada um de nós foi criado com um propósito bem específico em mente.

Um autor cristão que fala sobre a importância de viver com propósito e significado é John C. Maxwell. Em seu livro “As 21 Irrefutáveis Leis da Liderança”, Maxwell argumenta que o primeiro passo para liderar os outros é liderar a si mesmo, e isso envolve viver com propósito e significado.

John Maxwell mostra que, para descobrir nosso propósito, precisamos entender nossos pontos fortes, talentos e habilidades únicas. Também precisamos aprender a seguir nossa paixão e encontrar maneiras de servir os outros com nossos dons e talentos.

A passagem de Salmos 100:3 nos lembra que, como criaturas de Deus, fazemos parte de Seu rebanho. Isso significa que Ele nos ama e se preocupa conosco, e deseja que vivamos nossas vidas com propósito e significado. Para descobrir nosso propósito, precisamos nos voltar para Ele em oração e pedir-lhe que nos mostre o caminho que devemos seguir.

Quando descobrimos nosso propósito, podemos viver nossas vidas com mais confiança e direção. Podemos encontrar significado e propósito em nossas vidas, e encontrar maneiras de servir os outros com nossos dons e talentos.

Também é importante lembrar que descobrir nosso propósito não significa que nunca enfrentaremos desafios ou dificuldades. Mas, com Deus ao nosso lado, podemos enfrentar esses desafios com força e coragem. Podemos confiar que Ele está trabalhando em nossas vidas para o nosso bem e para Sua glória.

A importância da fé viva na nossa vida diária

A importância da fé viva na nossa vida diária

A superação é um tema que inspira e motiva muitas pessoas, e existem muitos exemplos de pessoas que superaram desafios e alcançaram seus objetivos. Um exemplo de superação é a história de Nick Vujicic, um palestrante e autor cristão que nasceu sem braços e pernas.

Desde cedo, Nick teve que enfrentar muitos desafios físicos e emocionais. Ele sofreu bullying na escola e teve que lidar com a dor da exclusão e do isolamento. Mas ele não deixou que suas limitações o definissem ou o impedissem de buscar seus sonhos.

Com o tempo, Nick descobriu que sua deficiência física não o limitava em sua capacidade de amar, ser amado, encontrar propósito e significado em sua vida. Ele aprendeu a superar suas limitações e a viver uma vida plena e significativa, tornando-se um exemplo inspirador de superação e perseverança.

Ao longo de sua jornada, Nick descobriu que a chave para a superação é a perseverança e a fé em Deus. Ele acredita que, independentemente das circunstâncias, cada pessoa tem o poder de escolher a maneira como vive sua vida e de encontrar significado e propósito em suas experiências.

A história de Nick Vujicic nos lembra que a superação não se trata apenas de vencer desafios físicos ou emocionais, mas também de encontrar força e significado em nossa vida. Com perseverança e fé, podemos superar qualquer obstáculo e encontrar alegria e propósito em todas as circunstâncias.

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Coragem e confiança para superar o medo

Veja o que está escrito em Marcos 5:36:

Não tenha medo; tão-somente creia”. (Marcos 5:36 NVI)

Nesta passagem, Jesus nos ordena a não permitir que o medo nos domine, mas, em vez disso, colocar nossa fé em Deus. Para os cristãos, essa é uma mensagem poderosa especialmente na hora de enfrentar os desafios da vida.

O medo é uma emoção natural e muitas vezes necessária. Ele nos ajuda a tomar cuidado e a evitar situações perigosas. Mas quando o medo se torna excessivo, pode se tornar debilitante e impedir-nos de viver plenamente. Isso é especialmente verdadeiro quando se trata de nossa fé.

Como cristãos, enfrentamos muitas incertezas e desafios. Podemos ter medo de fracassar, de ser julgados, rejeitados ou até mesmo de enfrentar a morte. Mas quando Jesus diz “não tenha medo”, ele nos ordena a confiar nele em meio a todas essas circunstâncias.

Ao invés de deixar o medo nos dominar, devemos colocar nossa confiança no Senhor. Essa confiança nos ajuda a superar nossos medos e a encontrar coragem para seguir em frente. Sabendo que Deus está conosco em cada situação, podemos enfrentar os desafios com fé e confiança, sabendo que ele nunca nos abandonará.

Sobre isso Rick Warren disse o seguinte: “A maior superação que podemos alcançar é a de vencer a nós mesmos, nossas limitações e nossos medos, com a ajuda de Deus.” O medo não é algo a ser reprimido ou ignorado, mas uma emoção que precisamos entender e enfrentar. Quando compreendemos nossos medos, podemos enfrentá-los com coragem e confiança em Jesus.

Por fim, “Não tenha medo; tão-somente creia”. Quando você tiver que enfrentar o medo, é importante lembrar que Deus está sempre conosco, e que podemos confiar nele em todas as circunstâncias. Sejamos corajosos e firmes em nossa fé, e não permitamos que o medo nos impeça de viver plenamente a vida que Deus nos chamou para viver…

O tesouro da fé como guia para uma vida plena e justa

Veja o que está escrito em Mateus 12:35:

O homem bom, do seu bom tesouro, tira coisas boas, e o homem mau, do seu mau tesouro, tira coisas más. (Mateus 12:35 NVI)

O texto de Mateus 12:35 nos ensina que o que está dentro de nós reflete o nosso estilo de vida. Isso significa que, como cristãos, devemos prestar atenção ao que temos em nosso coração e mente, porque eles têm um impacto direto em nossas escolhas e ações. A fé em Jesus é um tesouro que nos guia e ajuda a tomar decisões corretas no dia a dia.

Ao aceitar a fé cristã, nos tornamos portadores do tesouro da sabedoria e do amor de Deus. Essa sabedoria nos ajuda a distinguir o certo do errado, e o amor nos capacita a tomar decisões baseadas em bondade e compaixão. Quando buscamos a orientação de Deus e nos apegamos ao seu tesouro, temos mais chances de agir com justiça e generosidade em todas as áreas da nossa vida.

Por outro lado, a passagem também nos alerta sobre o perigo de ter um mau tesouro dentro de nós. Se alimentamos pensamentos e atitudes negativas, isso inevitavelmente se refletirá em nossas escolhas e ações. Um coração cheio de ódio, inveja e egoísta irá produzir frutos podres que afetarão não apenas a nós mesmos, mas também aqueles que estão ao nosso redor.

Como cristãos, precisamos estar sempre conscientes do que estamos cultivando em nosso interior. Devemos fazer um esforço consciente para alimentar a nossa fé, buscando a Deus em oração e meditação diariamente. Isso nos ajuda a manter o nosso tesouro interior forte e saudável, de modo que possamos sempre tirar coisas boas dele.

Sobre isso Sarah Jakes Roberts disse o seguinte: “A superação não é uma linha de chegada, mas uma jornada de progresso e crescimento contínuo. Confie em Deus e caminhe com fé em cada passo.” As coisas que produzimos são um reflexo direto do que está dentro de nós. Se queremos ser pessoas justas e generosas, devemos prestar atenção ao que estamos alimentando em nosso coração e mente.

Por fim, Mateus 12:35 nos ensina que devemos ser conscientes do tesouro que temos dentro de nós. Quando nos apegamos à nossa fé em Jesus, temos acesso a um tesouro de sabedoria e amor que pode nos ajudar a tomar decisões corretas no dia a dia. Por outro lado, se alimentamos pensamentos e atitudes negativas, isso inevitavelmente se refletirá em nossas escolhas e ações. Sejamos conscientes do que estamos cultivando em nosso coração e busquemos a orientação de Deus em todas as áreas de nossa vida…

A importância de colocar a fé em prática

Veja o que está escrito em Colossenses 3:17:

Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai. (Colossenses 3:17 NVI)

O texto de Colossenses 3:17 nos lembra que tudo o que fazemos deve ser feito em nome de Jesus Cristo. Como cristãos, nossa fé não é algo que deixamos para trás quando saímos da igreja ou nos momentos de oração. Em vez disso, devemos levar nossa fé conosco para todas as áreas da vida, permitindo que o Espírito Santo nos guie e nos inspire em todas as nossas palavras e ações.

Quando nos relacionamos com Jesus através da fé, o Espírito Santo tem acesso ao nosso coração. Isso nos permite agir com amor, bondade e sabedoria em todas as situações. Quando agimos em nome de Jesus, estamos fazendo um compromisso com a justiça e com os princípios da Sua Palavra. Isso significa que devemos agir com compaixão, respeito e humildade em todas as áreas de nossas vidas.

Ao colocar nossa fé em prática, devemos estar abertos a ouvir a orientação do Espírito Santo. Devemos buscar a Deus em oração e meditação, permitindo que Ele nos guie e nos inspire em nossas decisões. Quando agimos com a orientação de Deus, somos capazes de tomar decisões sábias e de agir com amor e compaixão.

Sobre isso a autora cristã Lysa TerKeurst disse o seguinte: “Não deixe suas circunstâncias definirem quem você é. Deixe sua fé em Deus lhe guiar para a superação e a vitória.” A nossa fé é a luz que nos guia em momentos de incerteza e dificuldade. Quando colocamos nossa fé em prática, somos capazes de enfrentar os desafios da vida com coragem e determinação.

O texto de Colossenses 3:17 nos lembra que devemos levar nossa fé conosco em todos os aspectos da vida. Quando agimos ou tomamos decisões em nome de Jesus, estamos fazendo um compromisso com a justiça e com os valores da Palavra de Deus. Devemos estar abertos a ouvir a orientação do Espírito Santo e buscar a Deus em oração e meditação. Se fizermos isso, somos capazes de agir com amor, sabedoria e compaixão em todas as áreas de nossas vidas.

Escolhendo o caminho da paz e alegria em Cristo

Escolhendo o caminho da paz e alegria em Cristo

Em 8 de julho de 1741, em Enfield, Connecticut, Jonathan Edwards ministrou um dos sermões mais conhecidos da História da Igreja: “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado”. Isso aconteceu durante um período conhecido como o Grande Despertar, um movimento de avivamento que varreu os Estados Unidos. O sermão de Edwards foi baseado no texto … Leia mais

Esperança, amor e perdão em The Last of Us

Esperança, amor e perdão em The Last of Us

O mundo pós-apocalíptico de The Last of Us é um lugar sombrio e perigoso, onde a humanidade está lutando para sobreviver em um ambiente hostil e ameaçador. Um fungo parasita chamado Cordyceps infectou a maioria da população, transformando-os em criaturas monstruosas e agressivas. Aqueles que ainda estão vivos lutam para se protegerem de um ambiente hostil, onde a comida é escassa e os recursos são limitados.

As cidades e vilas foram abandonadas e a natureza tomou conta do ambiente urbano. A infraestrutura é precária, e o acesso à eletricidade, água e outras necessidades básicas é limitado. A maioria das pessoas vive em acampamentos improvisados, onde a sobrevivência é uma luta diária.

A sociedade está em ruínas e as pessoas se tornaram mais desconfiadas e egoístas, lutando pela sua própria sobrevivência em vez de ajudar uns aos outros. Os sobreviventes geralmente se agrupam em gangues ou grupos de sobrevivência, lutando uns contra os outros pela obtenção de recursos e poder.

Em meio a essa realidade sombria, a história de The Last of Us segue as aventuras de Joel e Ellie, que precisam cruzar o país em busca de um grupo de rebeldes que possam ajudar a salvar a humanidade da extinção. A história é uma reflexão sobre o poder do amor e da esperança, mesmo nas situações mais sombrias.

O mundo pós-apocalíptico de The Last of Us é um lembrete sombrio do que pode acontecer quando a humanidade perde o controle sobre o meio ambiente e as consequências das escolhas humanas.

Essa estória possui algumas lições importantes para a fé cristã. Quero refletir sobre algumas delas, com você.

Esperança, amor e perdão em The Last of Us (em vídeo)

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A importância do amor ao próximo

Veja o que está escrito em Mateus 22:39:

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39)

O amor ao próximo é um dos mandamentos mais importantes deixados pelo Senhor Jesus. Ele nos ensina que devemos amar nossos vizinhos como a nós mesmos, independentemente de suas origens, etnias, religiões ou qualquer outra característica. Essa é uma das principais mensagens que podemos ver na história de The Last of Us.

Em um mundo pós-apocalíptico, onde a humanidade está em um estado de constante sobrevivência e perigo, as pessoas são forçadas a lutar pela própria sobrevivência. Em meio a essa realidade, Joel, o protagonista da história, inicialmente é relutante em se tornar o protetor de Ellie, uma jovem que ele foi contratado para escoltar até um grupo de rebeldes. No entanto, ao longo da jornada, Joel desenvolve um amor profundo por Ellie, como se ela fosse sua própria filha.

Esse amor incondicional é um exemplo do que significa amar ao próximo como a si mesmo. Joel não pensa apenas em si mesmo e em suas necessidades. Ele também considera as necessidades de Ellie, colocando a vida dela antes da sua própria. Essa é a essência do amor ao próximo – colocar as necessidades dos outros antes das nossas próprias.

Essa mensagem é relevante não apenas para o mundo pós-apocalíptico de The Last of Us, mas também para o mundo atual em que vivemos. Nós, como cristãos, somos chamados a amar nossos vizinhos e a ajudar aqueles que precisam.

Sobre isso, Martin Luter King Jr. disse o seguinte: “O amor é a única força capaz de transformar um inimigo em amigo.”

Em muitas ocasiões, amar ao próximo pode parecer difícil. Nós podemos ter nossas próprias preocupações e desafios, e podemos achar difícil estender a mão para ajudar os outros. Mas é precisamente nesses momentos que precisamos lembrar do exemplo de Joel e de como ele colocou as necessidades de Ellie antes das suas próprias. Quando amamos ao próximo, estamos seguindo o exemplo de Jesus, que se sacrificou por nós na cruz.

A importância do perdão

Veja o que está escrito em Mateus 6:14:

“Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará” (Mateus 6:14 NVI)

O perdão é um dos valores fundamentais do cristianismo. É uma atitude que nos permite liberar a nós mesmos e aos outros do peso das mágoas, das ofensas e dos ressentimentos. Em The Last of Us, vemos como o perdão pode ser um processo difícil, mas que, no final, traz cura e libertação.

Na estória, Joel é atormentado por lembranças dolorosas do passado, incluindo a morte de sua filha. Essas lembranças o deixaram ressentido e amargo, e ele inicialmente tem dificuldade em perdoar aqueles que o machucaram. No entanto, à medida que a história se desenrola, ele é forçado a confrontar suas emoções e a encontrar a redenção através do perdão.

O perdão é uma atitude que pode ser difícil de alcançar, especialmente quando somos profundamente machucados ou traídos. No entanto, como cristãos, somos chamados a perdoar aqueles que nos ofenderam e a buscar a reconciliação. O perdão é um ato de amor que traz cura e libertação tanto para quem perdoa quanto para quem é perdoado.

O perdão é também uma das principais mensagens da Bíblia. Em Mateus 6:14, Jesus ensina que, se perdoarmos os outros, nosso Pai Celestial também nos perdoará. O perdão é um princípio que nos leva a uma vida mais plena, com mais paz interior e menos ansiedade. Quando guardamos rancor e ressentimento em nossos corações, isso nos impede de experimentar a verdadeira alegria e paz que Deus deseja para nós.

Sobre isso, Hannah Arendt disse o seguinte: “O perdão é a chave para a ação e a liberdade.”

Ao perdoar os outros, também estamos seguindo o exemplo de Jesus. Quando Ele estava na cruz, pediu a seu Pai para perdoar aqueles que o estavam crucificando, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”. Isso demonstra a grandeza do perdão e o amor que Jesus tinha pelos seus inimigos.

A importância da esperança

Veja o que está escrito em Romanos 15.4:

“Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança” (Romanos 15:4)

A esperança é uma virtude fundamental do cristianismo. Ela nos permite acreditar em um futuro melhor, mesmo diante das dificuldades e dos desafios da vida. Em The Last of Us, vemos como Joel e Ellie mantêm a esperança mesmo diante das circunstâncias mais sombrias. Eles perseveram e lutam por um futuro melhor, meio à situações desesperadoras.

Essa mensagem é relevante para nós, como cristãos, porque também enfrentamos desafios e dificuldades em nossas vidas. No entanto, mesmo diante das circunstâncias mais sombrias, podemos encontrar esperança nas promessas de Deus. Podemos acreditar que, no final, Deus cumprirá suas promessas e nos dará um futuro melhor.

A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que perseveraram e mantiveram a esperança, mesmo diante das maiores dificuldades. Em Romanos 15:4, Paulo escreve que “tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança”. Isso nos mostra que as histórias bíblicas são um exemplo de como podemos manter a esperança em Deus, mesmo diante das maiores adversidades.

Sobre isso, Timothy Keller disse o seguinte: “A esperança é a virtude cristã que nos ajuda a olhar além do sofrimento presente e a aguardar a plenitude da redenção de Deus.”

Ao manter a esperança em Deus, também estamos abrindo espaço para que Ele trabalhe em nossas vidas. Quando confiamos em Deus e em suas promessas, estamos demonstrando nossa fé e nossa confiança nele. Ele pode então nos dar a força e a coragem necessárias para enfrentar os desafios da vida.

Como resistir ao inimigo através da fé

Como resistir ao inimigo através da fé

A Segunda Guerra Mundial foi um dos conflitos armados mais mortais da história, envolvendo a maioria das nações do mundo e causando a morte de milhões de pessoas. Mas além das batalhas físicas, a Segunda Guerra Mundial também pode ser vista como um exemplo de batalha espiritual, na qual os valores e crenças das nações estavam em jogo.

Os líderes nazistas, por exemplo, acreditavam em uma ideologia que pregava a superioridade da raça ariana e a necessidade de conquistar territórios para expandir seu império. Essa visão levou a um conflito armado em larga escala que só foi interrompido quando as forças aliadas conseguiram vencer a batalha, defendendo valores como a liberdade e a democracia.

Mas a guerra não estava limitada apenas aos líderes políticos, mas também aos indivíduos que lutaram em ambos os lados da guerra. Muitos soldados enfrentaram conflitos internos sobre suas crenças e valores, enquanto outros se inspiraram em sua fé para enfrentar as dificuldades da guerra.

Mas a batalha, não se limitou apenas à luta física, envolveu também a luta interna de indivíduos e nações, confrontando ideologias e valores diferentes.

Na batalha espiritual, não é muito diferente. É importante lembrar que o inimigo não é apenas o outro lado da guerra, mas também as forças espirituais que se opõem a Deus e aos valores cristãos. É importante que, como filhos de Deus, estejamos vigilantes e alertas às forças espirituais que tentam nos afastar da vontade de Deus.

Devemos lembrar que, assim como os soldados na Segunda Guerra Mundial, enfrentamos uma luta espiritual diária e precisamos estar preparados para resistir às tentações e influências do mal. É importante que nos mantenhamos firmes em nossa fé e nos apoiemos uns aos outros para superar os desafios da vida.

Como resistir ao inimigo através da fé

 

O poder da oração

Veja o que está escrito em Romanos 12:12:

Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. (Romanos 12:12 NVI)

Em tempos de tribulação e incertezas, a Palavra de Deus nos exorta a nos alegrar na esperança, sermos pacientes na tribulação e a perseverar na oração. Essas três coisas estão interligadas e são essenciais para fortalecer nossa fé e manter nossa confiança em Jesus.

Charles Spurgeon, um dos mais influentes pregadores cristãos do século XIX, tinha uma profunda compreensão do poder da oração. Ele escreveu: “A oração é a respiração da alma. É a nossa comunicação com o céu. Sem ela, estamos espiritualmente mortos.” Spurgeon sabia que a oração era a chave para se manter firme diante das tribulações da vida.

Quando enfrentamos dificuldades, muitas vezes nos sentimos impotentes e incapazes de lidar com a situação. É nesses momentos que a oração se torna ainda mais importante. Ela nos permite entregar nossas preocupações ao Senhor e confiar em sua sabedoria e amor por nós.

Mas perseverar na oração nem sempre é fácil. Muitas vezes, nos distraímos com as preocupações do dia a dia ou nos desencorajamos quando nossas orações parecem não ser respondidas imediatamente. Mas Spurgeon nos lembra que “a oração não é uma varinha mágica para fazer nossos desejos se realizarem. É um meio de nos unirmos a Deus em comunhão e submissão à sua vontade.”

É importante lembrar que Deus sabe o que é melhor para nós e muitas vezes suas respostas às nossas orações podem não ser imediatas ou da maneira que esperamos. Mas isso não significa que nossas orações não sejam importantes. Pelo contrário, a oração é uma forma de expressar nossa fé e confiança em Deus, independentemente das circunstâncias.

Em momentos de tribulação, a alegria pode parecer um sentimento distante e inalcançável. Mas a alegria que a Bíblia nos fala não é baseada em nossas circunstâncias, mas sim na esperança que temos em Cristo. Nossa alegria vem da certeza de que Deus está no controle e tem um plano para nossas vidas, mesmo quando não conseguimos entender seus propósitos.

Ser pacientes na tribulação é uma forma de demonstrar nossa confiança em Jesus. Isso significa que confiamos que ele tem um plano e que, independentemente do que aconteça, ele estará conosco e nos dará a força e a sabedoria para superar as dificuldades.

Perseverar na oração é essencial para fortalecer nossa fé e manter nossa confiança em Deus. Em momentos de tribulação, devemos nos alegrar na esperança que temos em Cristo e ser pacientes, confiando que Deus tem um plano para nossas vidas. Que possamos aprender com a sabedoria de Charles Spurgeon e nos manter firmes em nossa fé, independentemente das circunstâncias.

A importância da adoração

Veja o que está escrito em Mateus 11:28:

“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. (Mateus 11:28 NVI)

A vida pode ser cansativa e muitas vezes nos sentimos sobrecarregados com as responsabilidades e desafios do dia a dia. É nesses momentos que a Palavra de Deus nos lembra de vir a Jesus e encontrar descanso em seu amor e poder.

A adoração é uma forma de nos aproximarmos de Deus e reconhecer sua soberania sobre todas as coisas. Quando adoramos a Deus, nos relacionamos com sua presença e somos fortalecidos em nossa fé. Através da adoração, lembramos quem está no controle, mesmo nos momentos de adversidade.

A Bíblia está repleta de exemplos de adoração, desde os salmos do Antigo Testamento até as letras de músicas de adoração que cantamos hoje em nossas igrejas. A adoração é uma forma de expressar nosso amor e devoção a Jesus e de agradecê-lo por sua bondade e misericórdia.

O Senhor nos convida a ir a ele e encontrar descanso em sua presença. Ele nos promete que, se entregarmos nossas preocupações e fardos a ele, encontraremos descanso para nossas almas… A adoração é uma forma de fazer isso – entregando a Deus nossos medos, ansiedades e cansaço, e nos permitindo encontrar renovação em seu amor e poder.

A adoração não precisa ser complicada ou formal. Podemos adorar a Deus através de nossas palavras, música, oração, leitura da Bíblia e simplesmente estando em sua presença. O importante é lembrar que a adoração é uma expressão do nosso amor pelo Senhor e uma forma de nos render a sua presença em nossas vidas.

Como disse a autora cristã Elisabeth Elliot: “A adoração é uma atitude do coração que se expressa em ações e palavras. É uma questão de prioridade, de dizer a Deus que Ele é mais importante do que qualquer outra coisa em nossas vidas.”

Em tempos de cansaço e sobrecarga, é fácil nos esquecer do poder e amor de Deus em nossas vidas. Mas é nesses momentos que a adoração se torna ainda mais importante. É através da adoração que encontramos descanso e renovação em Cristo, nos lembrando de quem está no controle e dando-nos a força para continuar em nossa jornada de fé.

Que possamos responder ao convite de Jesus e vir a ele em adoração, encontrando descanso e renovação em seu amor e poder. Que a adoração seja uma fonte constante de renovação em nossas vidas, nos dando a força para enfrentar os desafios da vida e vencer na batalha espiritual.

A fé como escudo

Veja o que está escrito Filipenses 4:6

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. (Filipenses 4:6 NVI)

A ansiedade é uma das maiores lutas que enfrentamos em nossas vidas. O medo do desconhecido, a preocupação com o futuro e o estresse do dia a dia podem facilmente nos levar a um estado de ansiedade constante. Mas a Palavra de Deus nos encoraja a não andar ansiosos por coisa alguma, podemos encontrar paz e segurança em sua presença.

A ansiedade é uma forma de medo, e a Bíblia nos ensina que o medo não vem de Deus. Em vez disso, ele nos deu o escudo da fé, que nos permite confiar em sua proteção e em seu cuidado. A fé é uma escolha consciente de confiar em Deus, independentemente das circunstâncias que enfrentamos. Quando usamos a fé como escudo, somos capazes de resistir às investidas do inimigo e encontrar paz em meio à ansiedade.

Em Filipenses 4:6, Paulo nos lembra de que a oração e a ação de graças são a chave para combater a ansiedade. Em vez de ficarmos preocupados com as coisas que não podemos controlar, devemos apresentar nossos pedidos a Deus em oração e súplica. Ele é o único que tem o poder de mudar as circunstâncias e transformar nossas vidas.

Mas, a oração não é apenas uma forma de pedir a Deus o que queremos. É uma oportunidade para nos conectar com ele e fortalecer nossa fé. Através da oração, somos capazes de reconhecer sua bondade, seu amor e seu cuidado por nós. Quando agradecemos ao Senhor pelo que ele já fez em nossas vidas, somos capazes de encontrar a paz e a confiança de que ele continuará nos abençoando.

O autor cristão C.S. Lewis disse: “A oração não muda Deus, mas muda aquele que ora.” Através da oração, somos transformados por Deus e fortalecidos em nossa fé. Quando nos aproximamos de Deus em oração, somos capazes de encontrar a paz que excede todo entendimento e supera qualquer ansiedade que possamos sentir.

Meus irmãos e irmãs, a ansiedade é uma luta constante em nossas vidas, mas podemos encontrar paz e segurança em Jesus. Através da oração e da ação de graças, podemos confiar em sua proteção e encontrar conforto em sua presença. Que possamos usar a fé como nosso escudo e nos lembrar de que Deus é maior do que qualquer ansiedade que possamos sentir.

Esperança em meio às adversidades

Esperança em meio às adversidades

A vida é um caminho repleto de altos e baixos, onde enfrentamos adversidades que nos desafiam e testam nossa força e resiliência. Nessas horas, a esperança se torna uma luz indispensável, guiando-nos através da escuridão e permitindo que encontremos forças para seguir em frente. Neste artigo, abordaremos a importância da esperança em meio às adversidades, compartilhando histórias inspiradoras, lições valiosas e dicas práticas para cultivar a esperança, mesmo nos momentos mais difíceis.

A esperança tem o poder de transformar nossa perspectiva e nos ajudar a encontrar significado e propósito, mesmo em situações aparentemente desesperadoras. Ela nos permite manter a fé, acreditar em um futuro melhor e nos impulsiona a tomar ações positivas em prol de nossos objetivos e sonhos.

Ao longo deste artigo, exploraremos os diversos aspectos da esperança e como ela pode ser cultivada e fortalecida, mesmo diante de adversidades. Discutiremos estratégias para desenvolver uma mentalidade resiliente e otimista, além de compartilhar histórias de pessoas que enfrentaram grandes desafios e encontraram esperança no processo.

Também examinaremos o papel que a espiritualidade e a conexão com o divino podem desempenhar na promoção da esperança e como essas práticas podem nos ajudar a manter a fé, mesmo quando as circunstâncias parecem desfavoráveis.

Prepare-se para embarcar em uma jornada inspiradora de autodescoberta e crescimento, onde a esperança é a bússola que nos guiará através das adversidades e nos ajudará a encontrar a luz em meio à escuridão. Ao longo desta exploração, você aprenderá a enfrentar os desafios da vida com coragem, confiança e um espírito inabalável de esperança.

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O abalo da natureza

O recente terremoto na Turquia e Síria é uma lembrança poderosa de como a vida é frágil e como as circunstâncias podem mudar em um instante. Essa tragédia afetou centenas de milhares de pessoas, causando dor e sofrimento a muitas famílias. Nesses momentos, pode ser difícil entender por que coisas assim acontecem. No entanto, como cristãos, podemos buscar conforto e orientação na Palavra de Deus.

A Bíblia nos ensina que Deus é um Deus de amor e misericórdia, que se preocupa com o sofrimento humano. Ele não é indiferente às nossas dores e lutas. Na verdade, a Bíblia nos ensina que ele é um Deus que sofre conosco. Quando Jesus viveu entre nós, ele experimentou a dor, a fome, a sede e a morte. Ele se identificou com a humanidade em suas lutas e sofrimentos, e se ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados.

Além disso, a Bíblia nos ensina que Deus é um Deus Soberano. Embora as circunstâncias possam parecer fora de controle, Deus é soberano sobre todas as coisas. Ele tem o poder de trazer bem mesmo das piores tragédias e pode usar essas circunstâncias difíceis para nos ensinar, moldar e nos aproximar dele.

Jesus nos advertiu de que teríamos aflições neste mundo (João 16:33). A vida é cheia de desafios e adversidades. No entanto, ele também nos deu a promessa de que nunca nos deixaria nem nos abandonaria (Hebreus 13:5).

É sobre isso que vamos refletir na mensagem de hoje.

Então, deixe o like se inscreva no canal e fique comigo até o final, porque há uma palavra de Deus para você.

A realidade das adversidades

Veja o que está escrito em João 16.33:

“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”. (João 16:33 NVI)

A verdade é que ninguém está imune às adversidades. Jesus nos advertiu de que teríamos aflições neste mundo (João 16:33), e essa é uma realidade que todos nós enfrentamos. Às vezes, as adversidades podem ser pequenas, como uma perda financeira ou um problema de saúde menor. Outras vezes, elas podem ser muito maiores, como um terremoto, um furacão ou um acidente grave.

As adversidades nos fazem lembrar da nossa dependência de Deus. Quando a vida é fácil e as coisas vão bem, é fácil esquecer que precisamos de Deus. Mas quando enfrentamos dificuldades, somos forçados a reconhecer nossa própria fraqueza e nossa necessidade de ajuda. As adversidades podem nos levar a um relacionamento mais profundo com Jesus e a buscar sua ajuda e orientação.

Além disso, as adversidades podem nos ajudar a crescer e a amadurecer. Quando enfrentamos dificuldades, somos forçados a lidar com nossas fraquezas e nossos medos. Podemos descobrir que somos mais fortes do que pensávamos e que podemos superar obstáculos que pareciam intransponíveis. Podemos também aprender lições valiosas sobre a vida e sobre nós mesmos, que podem nos ajudar a crescer e a nos tornar pessoas melhores.

Sobre isso, veja o que disse Charles Stanley: “Na adversidade, Deus não quer nos ensinar algo que não poderíamos aprender na prosperidade; ele quer nos ensinar a confiar nele e a depender dele, em todas as circunstâncias da vida.”

No entanto, também é importante reconhecer que as adversidades podem ser muito difíceis de suportar. É natural sentir medo, tristeza e desespero quando enfrentamos dificuldades. É importante lembrar que Deus não espera que sejamos perfeitos, mas nos ama e nos apoia em todas as circunstâncias. Podemos trazer nossas preocupações a ele em oração e pedir sua ajuda e orientação…

O poder da oração em tempos de adversidade

Veja o que está escrito em 1 Pedro 5.7:

Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês. (1 Pedro 5:7 NVI)

A Bíblia nos ensina que podemos trazer todas as nossas preocupações a Deus em oração, e que ele nos dará paz que excede todo entendimento. Quando oramos, podemos encontrar conforto, força e esperança em meio às adversidades. A oração nos ajuda a nos conectar com Deus e a nos lembrar de sua presença amorosa em nossas vidas.

Quando enfrentamos desafios, podemos pedir a Deus sabedoria, orientação e ajuda prática para lidar com a situação. Podemos pedir que ele nos dê força e coragem para enfrentar as dificuldades e que nos guie na tomada de decisões difíceis. Podemos orar por proteção e segurança para nós e para nossos entes queridos, e pedir que Deus nos dê a graça de lidar com as dificuldades da melhor forma possível.

A oração também nos ajuda a nos concentrar no que é realmente importante. Às vezes, as adversidades podem nos distrair e nos fazer perder de vista o que é realmente valioso na vida. A oração nos ajuda a nos concentrar em Deus e em suas promessas, e nos lembra do valor da vida e do amor de Deus por nós.

Sobre isso, A.W Tozer disse o seguinte: “A adversidade é o ambiente em que a fé cresce.”

Além disso, a oração nos ajuda a nos conectar com outras pessoas. Quando oramos por amigos, familiares e até por pessoas que não conhecemos, podemos nos sentir mais conectados e engajados com o mundo ao nosso redor. Podemos orar por aqueles que também estão enfrentando dificuldades e pedir a Deus que os ajude e os proteja. A oração pode nos ajudar a nos sentir parte de uma comunidade maior e nos lembrar de que não estamos sozinhos em nossas lutas…

A esperança da vida eterna

Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham passado; e o mar já não existia. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu marido. Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: “Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou”. (Apocalipse 21:1-4 NVI)

A esperança da vida eterna nos ajuda a colocar as coisas em perspectiva. A vida é curta e frágil, e muitas vezes nos preocupamos com coisas que não têm importância eterna. A esperança da vida eterna nos lembra que a vida é apenas uma preparação para a vida que virá depois. Podemos enfrentar as adversidades com mais confiança e coragem quando sabemos que a vida na terra é apenas temporária e que a glória eterna nos aguarda.

Além disso, a esperança da vida eterna nos ajuda a lidar com a dor e o sofrimento que enfrentamos nesta vida. A Bíblia nos ensina que Deus é um Deus de consolo, que nos consola em todas as nossas tribulações (2 Coríntios 1:3-4). Quando enfrentamos dificuldades, podemos orar a Deus por consolo e esperança em meio às tragédias, sabendo que elas são passageiras. Sabemos que Deus está conosco em todas as circunstâncias, e que sua presença amorosa nos sustentará em tempos de dificuldade.

A esperança da vida eterna também nos ajuda a lidar com a perda de entes queridos. Quando alguém que amamos falece, podemos sentir uma dor profunda e um vazio em nossas vidas. A esperança da vida eterna nos lembra de que a morte não é o fim, mas o começo de uma nova vida. Sabemos que nossos entes queridos estão agora com Deus, e que um dia nos reuniremos com eles no céu.

Sobre isso, o Pastor Max Lucado disse o seguinte: “Deus nunca disse que a jornada seria fácil, mas ele disse que a chegada valeria a pena.”

No entanto, a esperança da vida eterna não é apenas uma promessa para o futuro, mas uma realidade para o presente. A Bíblia nos ensina que, quando aceitamos a Jesus como nosso Salvador, recebemos a vida eterna (João 3:16). Podemos experimentar a paz e a alegria da vida eterna aqui e agora, mesmo enquanto enfrentamos dificuldades e adversidades.

Além disso, a esperança da vida eterna nos ajuda a viver com propósito e significado nesta vida. Quando sabemos que a vida é apenas temporária, somos motivados a buscar um propósito maior e a investir em coisas que têm importância eterna. Podemos buscar viver uma vida que honra a Deus e que tem um impacto positivo no mundo ao nosso redor. Podemos buscar fazer o bem, amar os outros e compartilhar a esperança que temos em Jesus com aqueles ao nosso redor…

Construindo uma vida plena em Deus

Construindo uma vida plena em Deus

A busca por uma vida plena e significativa é um desejo universal que permeia o coração humano. Encontrar um propósito e construir uma existência que esteja enraizada em princípios espirituais e na conexão com o divino pode trazer uma paz e realização duradouras. Neste artigo, abordaremos como construir uma vida plena em Deus, explorando as diversas maneiras de fortalecer sua conexão espiritual e integrar os ensinamentos divinos em todos os aspectos de sua vida.

Em nossa jornada espiritual, é essencial cultivar um relacionamento profundo e íntimo com Deus. Essa conexão nos oferece uma fonte de sabedoria, amor e orientação, que nos ajuda a enfrentar os desafios da vida com serenidade e confiança. Ao longo deste artigo, examinaremos práticas e atitudes que podem nutrir essa relação, desde a oração e a meditação até ações cotidianas que refletem nossos valores e crenças.

Além disso, exploraremos a importância de encontrar e abraçar nossa missão divina, um propósito que nos foi atribuído por Deus e que nos permite contribuir positivamente para o mundo ao nosso redor. Discutiremos como discernir esse chamado e como vivê-lo de maneira plena e autêntica.

Ao longo desta jornada, você descobrirá ferramentas e insights valiosos para construir uma vida plena em Deus, que o ajudarão a desenvolver uma conexão espiritual sólida, encontrar seu propósito e criar uma vida enriquecedora e gratificante. Embarque nesta jornada de autodescoberta e transformação, e permita que a graça divina ilumine seu caminho rumo a uma vida mais completa e realizada.

A busca pela felicidade

A busca pela felicidade é algo que está presente na vida de praticamente todas as pessoas. Todos nós desejamos ser felizes e ter uma vida plena e realizada. No entanto, muitas vezes nos perdemos na busca por essa felicidade, nos apegando a coisas passageiras e mundanas, e nos esquecendo do que realmente importa.

A verdadeira felicidade não pode ser encontrada em coisas materiais, como o dinheiro, o poder, a fama ou o prazer. Essas coisas podem trazer satisfação temporária, mas nunca uma felicidade duradoura e verdadeira. A verdadeira felicidade só pode ser encontrada em algo maior, que transcende o mundo material.

A Bíblia nos ensina que a verdadeira felicidade só pode ser encontrada em Deus, em um relacionamento pessoal com Ele. Jesus Cristo disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (João 10:10). A vida plena que Jesus oferece não é uma vida isenta de dificuldades, mas é uma vida que encontra satisfação e propósito em Deus.

Ao buscar a felicidade em Deus, podemos encontrar alegria, paz e esperança, independentemente das circunstâncias ao nosso redor. Podemos encontrar consolo em momentos de tristeza, força em momentos de fraqueza, e direção em momentos de incerteza. A felicidade que encontramos em Deus é uma felicidade duradoura e verdadeira, que transcende as coisas deste mundo.

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A Fonte da Vida Plena

Veja o que está escrito em Provérbios 14:27:

“O temor do Senhor é fonte de vida, e afasta das armadilhas da morte.” (Provérbios 14:27 NVI)

Quando pensamos na palavra “temor”, pode nos vir à mente um sentimento de medo, de terror. Mas, na verdade, o temor do Senhor é bem diferente disso. Ele é uma reverência, um respeito profundo e uma consciência da grandeza e do poder de Deus. E é essa atitude de humildade e submissão que nos leva à verdadeira fonte da vida plena, afastando-nos das armadilhas da morte.

Uma história que ilustra bem esse princípio é a do rei Josias, descrita em 2 Reis 22-23. Josias era um rei justo e piedoso, que fez o que era reto aos olhos do Senhor e procurou obedecer a Lei de Moisés. Ele decidiu reformar o templo, que havia sido negligenciado pelos seus antepassados, e durante essa reforma, os sacerdotes encontraram um livro da Lei, que provavelmente era o Deuteronômio.

Quando Josias ouviu as palavras da Lei sendo lidas diante dele, rasgou suas vestes em sinal de arrependimento e buscou ao Senhor com todo o seu coração. Ele reconheceu que o povo havia se afastado dos caminhos de Deus e que era preciso retornar a Ele. Josias destruiu os altares e as imagens dos deuses pagãos, renovou a aliança com o Senhor e celebrou a Páscoa de acordo com as instruções da Lei.

Josias é um exemplo do que significa ter o temor do Senhor. Ele não se contentou em seguir as tradições de seus antepassados ou de adorar os deuses que eram populares na época. Ele buscou conhecer a vontade de Deus e agir de acordo com ela, mesmo que isso implicasse em mudanças radicais e em enfrentar a oposição de outros.

Só podemos ter uma vida plena quando tememos ao Senhor. Isso não significa que seremos livres de problemas, doenças ou sofrimentos. Mas significa que teremos a paz que vem da certeza de que estamos seguindo o caminho certo, que estamos alinhados com a vontade do nosso Criador, que nos ama e nos quer o melhor.

O temor do Senhor é fonte de vida, pois nos ensina a valorizar as coisas que realmente importam: amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos, buscar a justiça e a verdade, praticar a misericórdia e a bondade. Essas atitudes nos levam a uma vida plena, em que experimentamos o amor de Deus em todas as áreas da nossa existência.

Além disso, o temor do Senhor nos afasta das armadilhas da morte. Quando não tememos a Deus, podemos cair em tentações, nos desviar do caminho da verdade, nos envolver com coisas que nos fazem mal. A Bíblia nos adverte que o salário do pecado é a morte, ou seja, as escolhas erradas podem nos levar a um destino destrutivo, que afeta não só nossa vida aqui na Terra, mas também nossa eternidade.

Por isso, é fundamental cultivar o temor do Senhor em nossas vidas. Devemos buscá-lo diariamente, por meio da oração, da leitura da Palavra, da meditação e da obediência aos seus mandamentos. Precisamos reconhecer a grandeza e a santidade de Deus, e nos submetermos à sua vontade, confiando em sua graça e misericórdia.

Sobre isso, John Piper disse o seguinte: “O temor do Senhor é a fonte e a segurança de todos os prazeres que perduram”. De fato, quando tememos ao Senhor, somos capazes de desfrutar a vida com mais plenitude, sabendo que estamos agradando a Deus e sendo abençoados por Ele.

O temor do Senhor é a chave para a sabedoria, a paz e a vida plena. Que possamos buscar cada vez mais esse temor, reconhecendo que é a fonte de todas as coisas boas em nossas vidas. Que Deus nos ajude a cultivá-lo em nosso coração, para que possamos viver uma vida que glorifique o Seu nome.

O Caminho para a Verdadeira Vida

Veja o que está escrito em João 14:6

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6 NVI)

O texto que acabamos de João 14.6 é uma das declarações mais poderosas de Jesus, que resume toda a sua missão neste mundo. Ele é o caminho para o Pai, a verdade que liberta e a vida que transforma.

Mas, infelizmente, muitas pessoas ainda não perceberam isso. Elas buscam a realização pessoal em coisas passageiras e efêmeras, como o dinheiro, o poder, o prazer, a fama, mas se esquecem de que só encontraremos a verdadeira felicidade em Jesus. Ele é a fonte de toda a alegria, da paz e do propósito em nossa vida.

Uma história que ilustra bem essa verdade é a do jovem rico, descrita em Mateus 19:16-22. Esse homem era rico, poderoso e influente, mas ainda assim sentia um vazio em seu coração. Ele buscava a realização pessoal em coisas materiais, mas sabia que algo estava faltando. Então, ele procurou Jesus e perguntou o que precisava fazer para herdar a vida eterna.

Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e segue-me” (Mateus 19:21 NVI). Mas o jovem rico não estava disposto a abrir mão de suas posses e de sua segurança. Ele preferiu continuar no caminho da ilusão e da superficialidade.

Quantas vezes nós também fazemos essa escolha? Preferimos nos apegar a coisas que passam e que não têm valor eterno, em vez de buscar a verdadeira vida em Jesus. Ele é o único caminho que nos leva ao Pai, a única verdade que liberta e a única vida que transforma. Não há outro meio de alcançar a salvação, a santidade e a plenitude em nossa existência.

Sobre isso A. W. Tozer disse o seguinte: “Se Jesus Cristo é a verdade, então nenhuma outra afirmação pode ser verdadeira”. De fato, não há como negar a importância e a centralidade de Jesus em nossas vidas. Ele é o ponto de referência para todas as nossas escolhas, decisões e ações.

Quando nos rendemos a Jesus, descobrimos que a verdadeira vida é muito mais do que as coisas que possuímos, os títulos que ostentamos ou as realizações que alcançamos. A verdadeira vida é ter um relacionamento pessoal com o nosso Criador, andar em seus caminhos, cumprir sua vontade e desfrutar da sua presença. Isso é o que realmente importa e o que nos traz alegria e satisfação duradouras.

Que possamos hoje renovar nosso compromisso com Jesus, reconhecendo que Ele é o caminho para a verdadeira vida. Que possamos buscar a Ele de todo o nosso coração, colocando-o no centro de nossas vidas e buscando cumprir sua vontade em tudo o que fizermos. Que possamos nos afastar das ilusões e superficialidades deste mundo, e nos agarrar à verdade que liberta e transforma. Que Deus nos ajude a viver uma vida que honre a Jesus, e que testemunhe ao mundo a verdadeira fonte da vida plena.

A Supremacia de Cristo na Criação

Veja o que está escrito em Colossenses 1:16:

“Porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.” (Colossenses 1:16 NVI)

O texto de Colossenses 1:16, nos mostra que Jesus Cristo é o Criador e Sustentador do universo, e que todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele.

Essa verdade é algo que muitas vezes esquecemos em nossas vidas. Vivemos numa sociedade que valoriza o homem e suas conquistas, e que muitas vezes se esquece de que Deus é o soberano e o criador de todas as coisas. Mas, ao reconhecermos a soberania de Deus na criação, podemos viver com mais humildade, gratidão e propósito.

Uma história que ilustra bem essa verdade é a de Jó. Ele era um homem justo e temente a Deus, que tinha uma família grande e muitas posses. Mas, um dia, perdeu tudo o que tinha, e foi acometido por doenças e sofrimentos. Jó perguntou a Deus, por que essas coisas estavam acontecendo com ele.

Deus respondeu a Jó, mostrando-lhe sua grandeza e poder na criação. Ele perguntou a Jó se ele era capaz de compreender as leis da natureza, controlar o ciclo da água ou governar o universo. A resposta, é claro, era não. Jó reconheceu a grandeza de Deus, e se arrependeu de suas palavras.

Essa história nos ensina que Deus nos criou, e somente Ele sabe o que é melhor para nós. Às vezes, passamos por situações difíceis em nossas vidas, que não compreendemos ou que nos fazem questionar a bondade de Deus. Mas, ao reconhecermos que Deus é o criador e o sustentador de todas as coisas, podemos confiar que Ele sabe o que é melhor.

Sobre isso Martinho Lutero disse o seguinte: “Deus escreveu a verdade, não apenas na Bíblia, mas também na natureza”. De fato, quando olhamos para a natureza e para o universo, podemos ver a grandeza e o poder de Deus, que criou tudo com perfeição e sabedoria.

Por isso, é importante que, como cristãos, reconheçamos a soberania de Deus na criação e em todas as áreas de nossas vidas. Ele é o Senhor do universo, e nós somos apenas criaturas em suas mãos. Mas, ao mesmo tempo, Ele nos ama e cuida de nós com um amor incondicional, e nos dá propósito e significado em nossa existência.

Que possamos confiar em sua sabedoria e bondade, mesmo nos momentos difíceis, sabendo que Ele tem um plano para nós. Que Deus nos ajude a viver uma vida que glorifique seu nome, reconhecendo que somos seus filhos amados, criados por Ele e para Ele. Que a glória e o poder sejam dados a Ele, para todo o sempre.

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